Girl Crush: Ashley Yuka Mizuhara

A "it girl" japonesa super fofa que está no nosso radar

Ashley Yuka Mizuhara é uma japonesa que vem seguindo os passos de sua irmã, a famosa modelo Kiko Mizuhara. Nós da Ovelha normalmente não olhamos para modelos no nosso #girlcrush, principalmente porque para nós beleza por si só não significa nada. Então o que faz de Ashley Yuka nossa crush? Porque ela é muito mais que um rostinho bonito: ela é uma DJ e influencer japonesa ultra cool que tem um estilo ultra divertido e que detesta o blasé do mundinho fashion. É pra se inspirar com seus looks divertido e se encantar com seu sorriso good vibes.
 

❤️💋🚀🎶🌟@unif

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As irmãs Ashley e Kiko tem 4 anos de diferença: Kiko nasceu dia 15 de outubro de 1990 e Ashley dia 10 de outubro de 1994. Kiko nasceu em Dallas, Texas. As duas filhas de um pai americano e de uma mãe zainichi. Mas a família se mudou e se estabeleceu no Japão antes mesmo da Ashley nascer. Elas cresceram na cidade de Kobe.
 


 
Kiko e Ashley são muito unidas. Elas se protegem mutuamente e ajudam uma a outra em tudo, tanto que Ashley ficou mais conhecida porque começou a aparecer em trabalhos da irmã, sendo vista em editoriais e campanhas de importantes marcas da moda, como em 2015 para a Opening Ceremony.
 

 
Por seguir sua irmã nesse mundinho da moda, Ashley Yuka acabou fazendo fotos para a Vogue Japan, Numero Tokyo, Nylon e Elle Japan e hoje elas são as irmãs mais cool do Japão, tipo as irmãs Olsen para os americanos – só que mais divertidas. #shade
 


 
Mas por que queremos dar foco para a Ashley Yuka e não para a Kiko, sua irmã mais famosa e fashionista? Acho que… justamente por ela ser a outcast. Enquanto Kiko é super sexy, Yuka é mais fofolete e alternativa. É só ver o Instagram de cada uma (veja o da Kiko e o da Ashley): a Ashley Yuka publica mais fotos do seu dia-a-dia, de um jeito doce e divertido. Até a forma como elas se vestem é diferente. E por mais que faça trabalhos como modelo, a Yuka não é daquelas garotas que só se sentem lindas fazendo carão ultra maquiadas. E tem algo de único nela. Talvez porque ela seja um tanto tímida, talvez porque ela não se veja tão femme fatale como sua irmã mais velha. Acho que esse jeitinho awkward dela de menina que não sabe ainda direito seu lugar no mundo que faz com que ela seja assim tão incrível.
 
[caption id="attachment_16533" align="alignnone" width="736"] Ashley para a i-D Vice[/caption]  
Ela mesma já falou um pouco sobre essa coisa de ser ela mesma, natural sem ser blasé, em entrevistas, de como Tóquio é uma cidade de aparências e que ela ainda está aprendendo a dosar esse trabalho de imagem.
 


 
Mas fora a carreira de modelo, a verdadeira paixão de Yuka é a música. Ela não é como aquelas celebridades que “ataca de DJ” – ela leva isso a sério! Faz coleções de LPs e discoteca usando seus discos sob o nome artístico de angelyuka. Uma das suas maiores conquistas como DJ, por exemplo, foi ter trabalhado numa parceria com o produtor japonês Towa Tei:
 

 
Yuka cresceu em uma casa onde a música reinava: sua mãe sempre amou o jazz clásico, seu pai era mais fã de rock e Kiko a ensinou sobre o Hip Hop. Ela se sente muito mais confortável como DJ em eventos e festas do que como modelo propriamente. Ela, aliás, é uma grande entusiasta do City Pop (vem escutar)!
 


 
Fuçando pela internet encontrei uma playlist incrível de duas horas de música selecionadas por ela para a Honeyee. Escute aí pra curtir e conhecer um pouco das suas preferências musicais ;)
 

 
Vamos deixar mais alguns vídeos e fotos da nossa crush pra vocês entrarem na sintonia do nosso amor pela Yukinha. Mas não esquece de ver as fotos da galeria no início do post! É um carrossel de imagens, é só apertar NEXT! ;)



 
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Imagens via Gramunion e Facebook.
 

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Let’s celebrate women!

É tão gostoso receber mensagens das nossas ovelhas! Essa semana a Fabiana Figueiredo veio até nós contar sobre seu projeto F-A-N-T-Á-S-T-C-O: Let’s Celebrate Women, um Tumblr e fanpage no Facebook que tem o intuito de celebrar mulheres históricas, de ontem e de hoje.

 
Let's Celebrate Women: Chimas

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Let's Celebrate Women: Laverne Cox

Let's Celebrate Women: Laverne Cox
 
A página é muito bonita, com um cuidado pelo design e ilustrações. Cada mulher homenageada tem uma imagem própria, com o desenho de seu rosto. Dá vontade de transformar tudo em quadrinho e pendurar na parede de casa! Para saber mais sobre o projeto, batemos um papinho com a Fabi, que é responsável por tudo ali, do design à ilustração – menos pelo logo, feito pelo namorado.

 

Ovelha: De onde veio a ideia do projeto?

Fabiana: Sempre senti muita falta de mulheres nos meus livros de história. Quando cresci e comecei a pesquisar por conta própria, descobri que tem muita mulher maravilhosa nesse mundão, e que o problema não é que elas não fazem história, mas sim que não são celebradas apropriadamente por isso.
 

Você diz que sentia falta de mulheres nos livros de história. Porém, o projeto retrata não só importantes mulheres do passado como também as do nosso tempo, como Kathleen Hanna e Laverne Cox. Há algum critério?

Eu não quis trabalhar apenas com mulheres do passado, porque minha intenção é mostrar que as mulheres sempre estiveram presentes na história e vão continuar estando. Eu não tenho muitos critérios para escolher as mulheres, mas estou tentando não focar em apenas uma profissão, etnia e nacionalidade. Já que tenho uma grande influencia da cultura norte-americana, tendo a conhecer mais mulheres americanas. Mas estou me esforçando para mostrar minas do mundo todo.

 
Let's Celebrate Women: Anita Garibaldi

Let's Celebrate Women: Anita Garibaldi
 
Let's Celebrate Women: Simone de Beauvoir

Let's Celebrate Women: Simone de Beauvoir
 
Let's Celebrate Women: Frida Kahlo

Let's Celebrate Women: Frida Kahlo
 

Qual a sua intenção com o projeto?

Chegou uma época da minha vida em que comecei a sentir muita falta de representação feminina. Eu trabalho em uma área dominada por homens (Fabiana é designer), e até meus hobbies são inicialmente feitos pelo e para o público masculino (videogame, quadrinhos, etc). Isso acabou mexendo um pouco comigo, como se fosse um veneno. Comecei a me perguntar se mulheres eram mesmo inferiores, como ouvia por aí. Mas não precisei pesquisar muito para ver que não.

Minha intenção é que nenhuma outra menina se sinta como eu me senti. E se conseguir fazer alguém que pensa que mulheres são inferiores ver a situação de outra forma, já vai valer a pena também.
 

Quais são os planos futuros para o LCW?

Eu não tenho nenhum plano ainda (a fanpage é recente – a primeira publicação foi em maio desse ano), mas penso na possibilidade futura de transformar o LCW em livro. #

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