Criança, aconchegue-se na cama e deixe-me lhe contar uma história, de Lemúria, um reino há muito perdido, e de uma menina nascida para a glória.
Com esse ar de “Era uma vez…” começa Child of Light, o RPG com clima de conto de fadas. O jogo aparenta ser infantil e bobinho, mas vai muito além do que costumamos encontrar nesse tipo de narrativa, ela é profunda e emocionante. É a jornada da transformação da infância para a vida adulta.
A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.
Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.
Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
Jogo em verso
Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.
E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
Spin off
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.
A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.
Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).
Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.
Criança, aconchegue-se na cama e deixe-me lhe contar uma história, de Lemúria, um reino há muito perdido, e de uma menina nascida para a glória.
Com esse ar de “Era uma vez…” começa Child of Light, o RPG com clima de conto de fadas. O jogo aparenta ser infantil e bobinho, mas vai muito além do que costumamos encontrar nesse tipo de narrativa, ela é profunda e emocionante. É a jornada da transformação da infância para a vida adulta.
A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.
Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.
Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
Jogo em verso
Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.
E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
Spin off
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.
A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.
Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).
Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.
Criança, aconchegue-se na cama e deixe-me lhe contar uma história, de Lemúria, um reino há muito perdido, e de uma menina nascida para a glória.
Com esse ar de “Era uma vez…” começa Child of Light, o RPG com clima de conto de fadas. O jogo aparenta ser infantil e bobinho, mas vai muito além do que costumamos encontrar nesse tipo de narrativa, ela é profunda e emocionante. É a jornada da transformação da infância para a vida adulta.
A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.
Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.
Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
Jogo em verso
Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.
E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
Spin off
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.
A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.
Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).
Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.
As Barden Bellas voltaram tão maravilhosas quanto no primeiro longa de A Escolha Perfeita. A sequência estreou este mês nos cinemas brasileiros e conta com o mesmo elenco principal, mas agora com a direção e produção de Elizabeth Banks, que também interpreta Gail Abernathy-McKadden, a comentarista de campeonatos de a capella.
O filme continua a história das Bellas, que depois de uma humilhante performance entram em uma competição internacional, onde nunca um grupo americano foi campeão, para recuperar a reputação e o direito de se apresentar. Olhando a sinopse parece um filme bobo, dá uma preguicinha. Confesso que demorei para assistir o primeiro por puro preconceito. Pensava quer era só um besteirol, mais do mesmo e que iria odiar. Mas me enganei.
A graça existe do começo ao fim e é recheada de ironia e referências pop. Acho que foi por isso me apaixonei tanto pelos filmes. São piadas inesperadas, com malícia e que te fazem gargalhar. As personagens não são nada convencionais e são diferentes umas das outras. Cada uma com sua particularidade e talento.
Who run the world?
Ambos os filmes giram em torno de um grupo de mulheres e que precisa ser uma equipe eficiente. E isso só é possível com a sororidade construída. Elas se apoiam, ajudam umas as outras e aceitam as diferenças que as tornam tão completas.
Claro que existem desentendimentos na história, afinal são DEZ meninas tentando se organizar, mas nada como uma conversa, ou uma intervenção para ajudar. As lições de que precisamos umas das outras e que juntas somos mais fortes é maravilhosa. É impressionante como o filme consegue passar essas mensagem de uma maneira descontraída. É muito girl power envolvido.
Rebel Wilson
Como não amar a melhor integrante do grupo de a capella americano que na verdade é australiana? Sim, Fat Amy (ou seria Fat Patricia?), interpretada por Rebel Wilson, é uma das melhores personagem do filme. Com certeza está no topo da minha lista.
As piadas irônicas, o ego extremamente inflado, as histórias bizarras, o jeito que ela leva a vida, é tudo maravilhoso. Rebel conquistou meu coração de uma maneira inexplicável tanto com sua personagem, como na vida real.
A atriz conseguiu construir uma personagem emponderada ao extremo. Ela é gorda e isso é apenas uma característica que não a incomoda de maneira nenhuma. É sinônimo de beleza. Quando o assunto sobre a forma física é abordado, nunca é um big deal e sempre vem dela.
Machismo dentro e fora da tela
O humor irônico está principalmente ligado às críticas ao machismo. São dois os personagens extremamente misóginos. O também comentarista de competições de a capella, John Smith, interpretado por John Michael Higgins, e o Bumper, integrante de outro grupo da universidade, interpretado por Adam DeVine.
Os dois são machistas e odeiam as Bellas. Não aceitam que elas são talentosas e boas no que fazem. Durante todo o filme eles não admitem isso e soltam as piores frases misóginas que se pode ouvir da maneira mais normal possível, como se não fosse nada demais. Porém, as personagens da Elizabeth Banks e de Rebel Wilson dão as melhores respostas para essas atrocidades.
Sabe o que é mais engraçado disso tudo? Eles são os mais burros de todo o filme.
E o sexismo não fica apenas dentro da tela. No começo do ano, a diretora, produtora e atriz de A Escolha Perfeita falou que se sentiu “obrigada” a mudar o foco de sua carreira graças ao machismo de Hollywood. “Eu definitivamente senti que estava insatisfeita e um pouco entediada com as coisas que estavam vindo para minha mesa. Acho que em um certo ponto, eu estava tipo, ‘Eu sou vibrante e vital e interessada. Eu ainda consigo fazer isso’”, disse ao site Deadline.
Elizabeth bateu o recorde de bilheteria de diretores iniciantes no final de semana de estreia e sua empresa de produção já está trabalhando loucamente no terceiro filme da série.
A Escolha Perfeita 2 está em cartaz e vale a pena assistir, seja pelas risadas ou pelo emponderamento.
A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.
Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.
Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
Jogo em verso
Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.
E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
Spin off
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.
A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.
Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).
Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.
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A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.
Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.
Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
Jogo em verso
Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.
E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
Spin off
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.
A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.
Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).
Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.