Larissa Isis tem 29 anos e começou a fotografar há um ano e 5 meses, quando se cansou da baixa representatividade negra na produção audiovisual brasileira.
Em uma viagem a Nova York, a Larissa notou como a presença de pessoas negras nas propagandas era proporcionalmente maior do que no Brasil, e a partir daí decidiu criar suas próprias referências. Desde então, ela tem feito retratos maravilhosos de pessoas negras brasileiras.
Uma foto publicada por L A R I S S A I S I S (@larisis) em
Para Larissa, ainda temos um longo caminho a percorrer quando o assunto é enegrecer a produção audiovisual do país: “Certamente a representatividade negra tem aumentado, mas ainda é pequena. Poucos são os diretores de novela, poucas são as grandes empresas, que precisam da publicidade pra vender seu produto, que têm a “ousadia” de colocar o negro como papel principal”.
As redes sociais têm sido um espaço super importante em termos de representatividade da mulher negra. Pessoas como a Magá Moura, a Nátaly Neri e a Thainá Sagrado têm ganhado visibilidade e se tornado referências para adolescentes negras que não encontram respaldo na mídia tradicional.
“Eu vejo as mídias socias como um grito”, diz Larissa. “Um espaço, um lugar onde nos sentimos livres pra falar o que quiser e nunca nos deixaram falar, nunca nos escutaram. E isso é importante! Já que eles não estão fazendo, nós fazemos por nós! E estamos sendo lindas!!! Estamos sorrindo uma pra outra através da mídia social e é importante que a gente dê a mão afinal, estamos atrás do mesmo objetivo”.
Uma foto publicada por L A R I S S A I S I S (@larisis) em
Acompanhem o trabalho da Larissa pelo site dela e não deixem se segui-la no Instagram. Com certeza vai embelezar seu feed.
Larissa Isis tem 29 anos e começou a fotografar há um ano e 5 meses, quando se cansou da baixa representatividade negra na produção audiovisual brasileira.
Em uma viagem a Nova York, a Larissa notou como a presença de pessoas negras nas propagandas era proporcionalmente maior do que no Brasil, e a partir daí decidiu criar suas próprias referências. Desde então, ela tem feito retratos maravilhosos de pessoas negras brasileiras.
Uma foto publicada por L A R I S S A I S I S (@larisis) em
Para Larissa, ainda temos um longo caminho a percorrer quando o assunto é enegrecer a produção audiovisual do país: “Certamente a representatividade negra tem aumentado, mas ainda é pequena. Poucos são os diretores de novela, poucas são as grandes empresas, que precisam da publicidade pra vender seu produto, que têm a “ousadia” de colocar o negro como papel principal”.
As redes sociais têm sido um espaço super importante em termos de representatividade da mulher negra. Pessoas como a Magá Moura, a Nátaly Neri e a Thainá Sagrado têm ganhado visibilidade e se tornado referências para adolescentes negras que não encontram respaldo na mídia tradicional.
“Eu vejo as mídias socias como um grito”, diz Larissa. “Um espaço, um lugar onde nos sentimos livres pra falar o que quiser e nunca nos deixaram falar, nunca nos escutaram. E isso é importante! Já que eles não estão fazendo, nós fazemos por nós! E estamos sendo lindas!!! Estamos sorrindo uma pra outra através da mídia social e é importante que a gente dê a mão afinal, estamos atrás do mesmo objetivo”.
Larissa Isis tem 29 anos e começou a fotografar há um ano e 5 meses, quando se cansou da baixa representatividade negra na produção audiovisual brasileira.
Em uma viagem a Nova York, a Larissa notou como a presença de pessoas negras nas propagandas era proporcionalmente maior do que no Brasil, e a partir daí decidiu criar suas próprias referências. Desde então, ela tem feito retratos maravilhosos de pessoas negras brasileiras.
Uma foto publicada por L A R I S S A I S I S (@larisis) em
Para Larissa, ainda temos um longo caminho a percorrer quando o assunto é enegrecer a produção audiovisual do país: “Certamente a representatividade negra tem aumentado, mas ainda é pequena. Poucos são os diretores de novela, poucas são as grandes empresas, que precisam da publicidade pra vender seu produto, que têm a “ousadia” de colocar o negro como papel principal”.
As redes sociais têm sido um espaço super importante em termos de representatividade da mulher negra. Pessoas como a Magá Moura, a Nátaly Neri e a Thainá Sagrado têm ganhado visibilidade e se tornado referências para adolescentes negras que não encontram respaldo na mídia tradicional.
“Eu vejo as mídias socias como um grito”, diz Larissa. “Um espaço, um lugar onde nos sentimos livres pra falar o que quiser e nunca nos deixaram falar, nunca nos escutaram. E isso é importante! Já que eles não estão fazendo, nós fazemos por nós! E estamos sendo lindas!!! Estamos sorrindo uma pra outra através da mídia social e é importante que a gente dê a mão afinal, estamos atrás do mesmo objetivo”.
Em abril deste ano, a Amelia Umuhire lançou uma websérie chamada Polyglot, que retrata a vida de jovens poliglotas em Berlim.
A Amelia notou que na mídia alemã as pessoas negras só aparecem de forma marginalizada, então o Polyglot é muito centrado em explorar melhor e mais profundamente a vida de pessoas em Berlim que cresceram com mais de uma cultura.
Dá uma olhada no trailer:
Uma das atrizes da websérie é a poeta, atriz e rapper, Amanda Mukasonga, também conhecida como Babiche Papaya. Ela também é irmã da Amelia Umuhire. As duas nasceram em Ruanda, cresceram em uma cidadezinha no oeste alemão e se mudaram para Berlim em 2013. Elas falam alemão, inglês, francês e kinyarwanda (uma das línguas mais faladas de Ruanda).
Nesta entrevista que as duas irmãs deram pra NPR Berlin, a Babiche Papaya conta que se ela estivesse atuando em um programa de TV, sua personagem não seria tão real e profunda. No primeiro episódio da série, acompanhamos a Babiche em sua busca por um apartamento barato:
Ao longo da websérie vamos conhecer mais personagens poliglotas! Se você quer conhecer mais sobre o projeto, dá uma olhada nesse link do OkayAfrica. Não esquece também de acompanhar o Facebookdo projeto.
Larissa Isis tem 29 anos e começou a fotografar há um ano e 5 meses, quando se cansou da baixa representatividade negra na produção audiovisual brasileira.
Em uma viagem a Nova York, a Larissa notou como a presença de pessoas negras nas propagandas era proporcionalmente maior do que no Brasil, e a partir daí decidiu criar suas próprias referências. Desde então, ela tem feito retratos maravilhosos de pessoas negras brasileiras.
Uma foto publicada por L A R I S S A I S I S (@larisis) em
Para Larissa, ainda temos um longo caminho a percorrer quando o assunto é enegrecer a produção audiovisual do país: “Certamente a representatividade negra tem aumentado, mas ainda é pequena. Poucos são os diretores de novela, poucas são as grandes empresas, que precisam da publicidade pra vender seu produto, que têm a “ousadia” de colocar o negro como papel principal”.
As redes sociais têm sido um espaço super importante em termos de representatividade da mulher negra. Pessoas como a Magá Moura, a Nátaly Neri e a Thainá Sagrado têm ganhado visibilidade e se tornado referências para adolescentes negras que não encontram respaldo na mídia tradicional.
“Eu vejo as mídias socias como um grito”, diz Larissa. “Um espaço, um lugar onde nos sentimos livres pra falar o que quiser e nunca nos deixaram falar, nunca nos escutaram. E isso é importante! Já que eles não estão fazendo, nós fazemos por nós! E estamos sendo lindas!!! Estamos sorrindo uma pra outra através da mídia social e é importante que a gente dê a mão afinal, estamos atrás do mesmo objetivo”.