Syd (também conhecida como Syd Tha Kyd) é a vocalista do grupo The Internet. Aliás, ainda não escrevemos sobre eles, mas vale dar uma ouvida nos seus três álbuns. Até porque, se estamos recomendando essa artista, é obrigatório ouvir o som do The Internet. Assista abaixo o clipe da música “Special Affair/Curse” e da música “Dontcha”:
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.
Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”
Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”
Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.
Syd (também conhecida como Syd Tha Kyd) é a vocalista do grupo The Internet. Aliás, ainda não escrevemos sobre eles, mas vale dar uma ouvida nos seus três álbuns. Até porque, se estamos recomendando essa artista, é obrigatório ouvir o som do The Internet. Assista abaixo o clipe da música “Special Affair/Curse” e da música “Dontcha”:
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.
Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”
Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”
Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.
Syd (também conhecida como Syd Tha Kyd) é a vocalista do grupo The Internet. Aliás, ainda não escrevemos sobre eles, mas vale dar uma ouvida nos seus três álbuns. Até porque, se estamos recomendando essa artista, é obrigatório ouvir o som do The Internet. Assista abaixo o clipe da música “Special Affair/Curse” e da música “Dontcha”:
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.
Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”
Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”
Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.
O que? A Ovelha está recomendando um game que ainda NEM FOI LANÇADO?
AHAM. Estamos porque queremos passar nossa ansiedade por ele pra vocês, garotas. Dando ótimos motivos para isso.
Overwatch é um FPS (First-Person Shooter) multiplayer online que é a alegria pra quem gosta de juntar a patota nerd que viveu aquele frenezi de gritar “HEAD SHOT” durante gloriosa época de Counter Strike nas lan houses desse Brasil.
Só que, mais legal ainda, é que você não é um soldadinho sem nome na missão matar ou morrer. Você tem um NOME, um GÊNERO, uma PERSONALIDADE, uma HISTÓRIA e HABILIDADES ESPECIAIS. Sim!
E olha só que incrível: dos 21 personagens jogáveis lançados até agora, 8 são mulheres! Parece pouco, mas tem personagens também que são sem gênero e, se você parar pra pensar, isso é INCRÍVEL. Apesar das já esperadas personagens sexys, a maioria não apela para armaduras-biquini. Além disso, há uma variedade de corpos, cores e estilo. Não é perfeito, mas já anima. Representatividade, não é mesmo? ♡
Lena Oxton, a ex-agente da Overwatch conhecida como Tracer, é uma aventureira que salta no tempo. Ela é divertida, ágil e tem aquela personalidade cativante que com certeza vai fazer dela a queridinha de muitas ♡
Aleksandra Zaryanova é uma das mulheres mais fortes do mundo, uma atleta aclamada que sacrificou o triunfo pessoal para proteger sua família, amigos e país em tempos de guerra. Ela forte, ela tem cabelo rosa, ela LACRA.
Dra. Angela Ziegler é uma curandeira sem igual, uma cientista brilhante e uma defensora convicta da paz. Um anjo, é o que dizem. Pra quem gosta de ser healer, sabe? É aquela personagem que fica sempre pertinho de onde a treta tá rolando pra salvar os amiguinhos que estão perdendo vida na batalha.
A chefe de segurança Fareeha Amari vem de uma longa linhagem de soldados altamente condecorados e tem um desejo intenso de servir com honra. Olha a armadura dela! Sério. Ela é a definição de PODER.
Symmetra é Satya Vaswani, uma arquitécnica que, literalmente, dobra a realidade ao manipular construtos de luz sólida, afim de alterar o mundo conforme a sua vontade. Ela é uma personagem de suporte, que está lá para “plantar” armadilhas e outras coisas que ajudam a equipe e ferram com os adversários.
Amélie Lacroix é Widowmaker, considerada a assassina perfeita: uma matadora paciente e impiedosamente eficiente que não mostra emoção nem remorso. Pra quem gosta de atuar como camper, ou seja, ficar escondidinha num canto do cenário com seu rifle à postos para atirar em qualquer desavisado que passar pela sua mira.
Mei-Ling Zhou é uma cientista que faz a luta pela preservação do meio ambiente com suas próprias mãos. Essa fofa pequerrucha é perfeita pra quem gosta de jogar de forma defensiva, ou seja, se protegendo muito mais do que atirando loucamente. Ela modifica o cenário para atrapalhar os adversários e congela inimigos pra poder fugir sã e salva.
Hana Song é D.Va, uma ex-gamer profissional e super popular que sabe como usar suas habilidades para pilotar um mecha de última geração na defesa de sua cidade natal na Coréia do Sul. Ela é como a Zarya: apesar de pequena, ela é uma personagem que aguenta tranco por pilotar um robô (que é rosa e parece um coelho!).
Bom, o jogo tem toda uma pose cinematográfica, tipo uma Pixar com esteróides. Eles lançaram vários curtas para deixar os gamers babando:
Overwatch será lançado dia 24/5 para PC, PS4 e Xbox One. Já é possível fazer a compra antecipada do jogo no site oficial. Rola dar olha olhadinha em como é o jogo no gameplay da HayliNic do ano passado.
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.
Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”
Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”
Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.