E quando você percebe está ouvindo, sentindo a beleza e remexendo de forma pausada e fluida. Isto é o que sempre acontece quando eu ouço Ive Seixas, cantora e musicista das ruas, dos palcos, da natureza e de todo os lugares. Há mais de um ano ela abandonou tudo da rotina tradicional, colocou a mochila nas costas e o violão também, e saiu cantando pelo Brasil.
Em seu primeiro EP, Andorinha Só, mostra para o mundo o seu timbre único. Canta os percalços, clama os augúrios, faz dançar com notas que remetem ao que acho que chamam de ‘Nova Música Popular Brasileira’. No Sul Fluminense (região Sul do Rio de Janeiro), especialmente entre Resende, Barra Mansa e Volta Redonda todos já têm múltiplos afetos pelo seu cantar e a sua ciranda, que sempre finaliza seus shows. O mesmo tanto que ela é real – no que vive, que canta, que sente – ela é mágica, e sua música carrega isso.
A maioria de suas apresentações é pelas ruas das cidades, de forma acústica. Mas claro, ela também faz shows elétricos, nos palcos, acompanhada por uma super banca. O EP é muito bem gravado e as três músicas dão um ‘gostinho de quero mais’. Depois de lançá-lo, ela disponibilizou o single ‘Praia no Inverno’, que dá aquela vontade de com um outro alguém, lançar dois passos para cá e dois para lá.
Com Erico Junqueira, o Valentin, ela teve o projeto Viajeros, de canções e viagensparacantar dos dois. Eles fizeram um tour que passou por algumas cidades do Sul e do Nordeste no ano passado.
Não tem mistério, pai rico ou patrono. É com o que recebe das suas apresentações que ela vive e produz suas músicas. A música é o alimento que a alimenta, por isso, sempre que a vejo jogo o cascalho no chapéu, valorizando o trabalho que admiro. Como ela mesmo diz – e obrigada por repetir isso – ‘coragem é agir com o coração’.
Se você a encontrar por aí, aproveite para se encantar!
E quando você percebe está ouvindo, sentindo a beleza e remexendo de forma pausada e fluida. Isto é o que sempre acontece quando eu ouço Ive Seixas, cantora e musicista das ruas, dos palcos, da natureza e de todo os lugares. Há mais de um ano ela abandonou tudo da rotina tradicional, colocou a mochila nas costas e o violão também, e saiu cantando pelo Brasil.
Em seu primeiro EP, Andorinha Só, mostra para o mundo o seu timbre único. Canta os percalços, clama os augúrios, faz dançar com notas que remetem ao que acho que chamam de ‘Nova Música Popular Brasileira’. No Sul Fluminense (região Sul do Rio de Janeiro), especialmente entre Resende, Barra Mansa e Volta Redonda todos já têm múltiplos afetos pelo seu cantar e a sua ciranda, que sempre finaliza seus shows. O mesmo tanto que ela é real – no que vive, que canta, que sente – ela é mágica, e sua música carrega isso.
A maioria de suas apresentações é pelas ruas das cidades, de forma acústica. Mas claro, ela também faz shows elétricos, nos palcos, acompanhada por uma super banca. O EP é muito bem gravado e as três músicas dão um ‘gostinho de quero mais’. Depois de lançá-lo, ela disponibilizou o single ‘Praia no Inverno’, que dá aquela vontade de com um outro alguém, lançar dois passos para cá e dois para lá.
Com Erico Junqueira, o Valentin, ela teve o projeto Viajeros, de canções e viagensparacantar dos dois. Eles fizeram um tour que passou por algumas cidades do Sul e do Nordeste no ano passado.
Não tem mistério, pai rico ou patrono. É com o que recebe das suas apresentações que ela vive e produz suas músicas. A música é o alimento que a alimenta, por isso, sempre que a vejo jogo o cascalho no chapéu, valorizando o trabalho que admiro. Como ela mesmo diz – e obrigada por repetir isso – ‘coragem é agir com o coração’.
Se você a encontrar por aí, aproveite para se encantar!
E quando você percebe está ouvindo, sentindo a beleza e remexendo de forma pausada e fluida. Isto é o que sempre acontece quando eu ouço Ive Seixas, cantora e musicista das ruas, dos palcos, da natureza e de todo os lugares. Há mais de um ano ela abandonou tudo da rotina tradicional, colocou a mochila nas costas e o violão também, e saiu cantando pelo Brasil.
Em seu primeiro EP, Andorinha Só, mostra para o mundo o seu timbre único. Canta os percalços, clama os augúrios, faz dançar com notas que remetem ao que acho que chamam de ‘Nova Música Popular Brasileira’. No Sul Fluminense (região Sul do Rio de Janeiro), especialmente entre Resende, Barra Mansa e Volta Redonda todos já têm múltiplos afetos pelo seu cantar e a sua ciranda, que sempre finaliza seus shows. O mesmo tanto que ela é real – no que vive, que canta, que sente – ela é mágica, e sua música carrega isso.
A maioria de suas apresentações é pelas ruas das cidades, de forma acústica. Mas claro, ela também faz shows elétricos, nos palcos, acompanhada por uma super banca. O EP é muito bem gravado e as três músicas dão um ‘gostinho de quero mais’. Depois de lançá-lo, ela disponibilizou o single ‘Praia no Inverno’, que dá aquela vontade de com um outro alguém, lançar dois passos para cá e dois para lá.
Com Erico Junqueira, o Valentin, ela teve o projeto Viajeros, de canções e viagensparacantar dos dois. Eles fizeram um tour que passou por algumas cidades do Sul e do Nordeste no ano passado.
Não tem mistério, pai rico ou patrono. É com o que recebe das suas apresentações que ela vive e produz suas músicas. A música é o alimento que a alimenta, por isso, sempre que a vejo jogo o cascalho no chapéu, valorizando o trabalho que admiro. Como ela mesmo diz – e obrigada por repetir isso – ‘coragem é agir com o coração’.
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Se você a encontrar por aí, aproveite para se encantar!
E quando você percebe está ouvindo, sentindo a beleza e remexendo de forma pausada e fluida. Isto é o que sempre acontece quando eu ouço Ive Seixas, cantora e musicista das ruas, dos palcos, da natureza e de todo os lugares. Há mais de um ano ela abandonou tudo da rotina tradicional, colocou a mochila nas costas e o violão também, e saiu cantando pelo Brasil.
Em seu primeiro EP, Andorinha Só, mostra para o mundo o seu timbre único. Canta os percalços, clama os augúrios, faz dançar com notas que remetem ao que acho que chamam de ‘Nova Música Popular Brasileira’. No Sul Fluminense (região Sul do Rio de Janeiro), especialmente entre Resende, Barra Mansa e Volta Redonda todos já têm múltiplos afetos pelo seu cantar e a sua ciranda, que sempre finaliza seus shows. O mesmo tanto que ela é real – no que vive, que canta, que sente – ela é mágica, e sua música carrega isso.
A maioria de suas apresentações é pelas ruas das cidades, de forma acústica. Mas claro, ela também faz shows elétricos, nos palcos, acompanhada por uma super banca. O EP é muito bem gravado e as três músicas dão um ‘gostinho de quero mais’. Depois de lançá-lo, ela disponibilizou o single ‘Praia no Inverno’, que dá aquela vontade de com um outro alguém, lançar dois passos para cá e dois para lá.
Com Erico Junqueira, o Valentin, ela teve o projeto Viajeros, de canções e viagensparacantar dos dois. Eles fizeram um tour que passou por algumas cidades do Sul e do Nordeste no ano passado.
Não tem mistério, pai rico ou patrono. É com o que recebe das suas apresentações que ela vive e produz suas músicas. A música é o alimento que a alimenta, por isso, sempre que a vejo jogo o cascalho no chapéu, valorizando o trabalho que admiro. Como ela mesmo diz – e obrigada por repetir isso – ‘coragem é agir com o coração’.
Se você a encontrar por aí, aproveite para se encantar!
A maioria de suas apresentações é pelas ruas das cidades, de forma acústica. Mas claro, ela também faz shows elétricos, nos palcos, acompanhada por uma super banca. O EP é muito bem gravado e as três músicas dão um ‘gostinho de quero mais’. Depois de lançá-lo, ela disponibilizou o single ‘Praia no Inverno’, que dá aquela vontade de com um outro alguém, lançar dois passos para cá e dois para lá.
Com Erico Junqueira, o Valentin, ela teve o projeto Viajeros, de canções e viagensparacantar dos dois. Eles fizeram um tour que passou por algumas cidades do Sul e do Nordeste no ano passado.
Não tem mistério, pai rico ou patrono. É com o que recebe das suas apresentações que ela vive e produz suas músicas. A música é o alimento que a alimenta, por isso, sempre que a vejo jogo o cascalho no chapéu, valorizando o trabalho que admiro. Como ela mesmo diz – e obrigada por repetir isso – ‘coragem é agir com o coração’.
Se você a encontrar por aí, aproveite para se encantar!