Ouça: The Anna Thompsons

Quando estive em Berlim em junho de 2013, minha amiga Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

Mais de Nina Grando

Ouça: Cherry Glazerr

Cherry Glazerr é um trio roquenrou maravilhoso de Los Angeles que estão ganhando notoriedade no mundo da música. São duas garotas: a frontwoman Clem Creevy, vocal e guitarra, e Hannah Uribe, vocais e bateria. Elas são amigas desde a oitava série e super novinhas, ainda menores de 21 anos. Além delas temos o Sean Redman, um pouco mais velho que elas, no baixo.

 

 
Podem falar o que quiserem, mas o som delas é maravilhoso – sim, migas, falo “DELAS” mesmo tendo um integrante homem. Okay, elas não estão tocando nenhuma novidade sonora, mas é um rock delícia que tinha saudades de ouvir desde a garageira riot do Bratmobile nos anos 90.

 

 
Bom, a banda começou como a maioria das bandas indies: a Creevy gravou umas demos inspirada nas suas bandas favoritas, como Black Moth Super Rainbow e Funkadelic. Só que a diferença é que o som caiu no colo da Burger Records, que resolveu lançar as gravações antes mesmo do Cherry Glazzerr fazer seu primeiro show – aham, pois é. Além de talentosa, nasceu com a bunda virada pra lua.

A banda tocou em alguns comerciais e já figurou em algumas trilha-sonoras desde 2013, então você já deve ter ouvido eles mesmo sem ter ouvido falar na banda. O primeiro álbum deles é o Haxel Princess, que vocês podem ouvir aqui:

 

 
Se você curte um grrrl rock (claro que curte, por favor, né), essa banda não deve ser novidade pra você. Se for, adicione elas no coração e na sua playlist que não vai se arrepender. As músicas são animadas, fofas e dançantes, com letras que abordam desde problemas com bullying até amor por sanduíche de queijo quente.

 

 

Grilled cheese in my mouth
Get on your knees if you wanna bite
Go fly a kite
Got the bread, got the cheese
Make me a grilled cheese please
Try and steal a fight, we’ll get in a fight

 
A banda lançou duas faixas novas no fim do ano passado. Acho que logo mais vem disco novo por aí. Será? Espero. Põe pra tocar:

 


 

Pra terminar, uma curiosidade: a líder da banda, Clem Creevy, também é atriz. Ela apareceu na maravilhosa série Transparent como a personagem Margaux e sua banda fictícia Glitterish. O som dessa banda, “Operator”, faz parte da trilha-sonora:

 

 

Siga o Cherry Glazerr pela internet:
Site / Soundcloud / Bandcamp / Facebook / Twitter

Leia mais
Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

" />
Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

" />