♪ Nouveau Femme ♪

Christine and The Queens
Oh oui, plus fort! As cantoras francesas do século XXI

Os franceses tiveram um momento importante na música durante os anos 60, com ícones pop como Françoise Hardy, Sylvie Vartan e Brigitte Bardot. Mas seria muito injusto olharmos apenas para as cantoras dessa época dourada quando tem muita mulher incrível fazendo boa música nos dias atuais.

O indie pop francês está hoje repleto de cantoras interessantes e vamos celebrá-las nessa playlist. Artistas como a queridinha Christine and The Queens ou como a dupla Burning Peacocks já provaram ao mundo que a música francesa não é exclusivamente sobre o “toque francês” – apesar de ele ser ainda muito celebrado, como é a Bossa Nova para nós, brasileiros. Conheça artistas como Chérie Darling, Clea Vincent, Clara Luciani, Michelle Blades e Laure Briard que talvez ainda não estejam familiarizadas por você, mas já marcaram seus nomes na música francesa.

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Mais de Nina Grando

Igualdade de gênero = Biquini de peitinhos

Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.

Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.

O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.

As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.

E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.

(imagens via Tata Top Instagram)

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