♪ Relax da vida adulta ♪

Ilustração feita com exclusividade por Fernanda Garcia (a.k.a. Kissy)

Parabéns, você conseguiu!

Mais uma semana na labuta e você chegou até aqui, firme e forte nessa tão sagrada sexta-feira.

Ônibus, trânsito, trabalho, estudos, treino. Não sei, não importa. Se você pode tirar um relax nesse final de semana então vamos comemorar. Aliás, vamos comemorar cada conquista. É sempre importante, não se esqueça disso.
Mas calma. Não vai queimar a largada e passar o final de semana todo de molho, naquela conhecida ressaca (moral?). O final de semana promete. Um solzinho a tarde talvez? Assim espero!

Ou não! Sei lá… Pega esse dia livre que você tem, arrebenta tudo e não deixa nada pra trás. Quem sou eu (risos).

 
[caption id="attachment_11334" align="alignnone" width="500"]Diz aí Bob. Diz aí Bob![/caption]  
Mas e aí, qual vai ser? “Não sei ainda. Tô presa no trânsito/trampo/facul e o caralho. Preciso dum relax. Mas que seja alegre vai. Me dá um gás, que daí eu pilho.”

Tá legal! Então aí vai uma playlist animadinha, mas sem aquele grau de balada batidão bombando (nada contra, muito a favor aliás, uhuu).

Take a break, mas curta esse tempo. Chama as migas prumas cervejinhas em casa, pega um sakê com morango. Fique confortável. De boa, vem no embalo.

 

 
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Ilustração feita com exclusividade por Fernanda Garcia (a.k.a. Kissy)
 

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Ouça: Noname

Noname é o nome artístico de Fatimah Warner, uma rapper americana de Chicago que traz – seguindo influências de artistas como Lauryn Hill e Nina Simone – uma sonoridade cativante balanceado com suas letras fortes.

Em uma entrevista para a The Fader ela explica:

Eu tento existir sem me ligar a rótulos. Eu realmente não ligo para rótulos, mesmo a maneira que eu me visto; Normalmente não uso nada com nome de uma marca. Para mim, não ter um nome expande minha criatividade.

Pois é, essa jovem rapper (de 25 anos) tem um lado literário bastante forte. Sua mãe foi dona de uma livraria por muitos anos, o que facilitou seu interesse pela leitura durante a adolescência e posteriormente a aproximou da escrita criando poesias.

Seu álbum de estreia, Telefone (2016), foi produzido inicialmente em 2013 de forma livre e bem aberta. Inspirado em conversas com amigos e parentes, ela quis transmitir a sensação de poder conversar algo sobre si com alguém de quem gosta muito. Coisas que existem apenas em seu telefone.

A sensação é de estar ouvindo Noname contar uma parada importante, mas sem ser muito séria. Num ritmo envolvente, ela torna as coisas mais interessantes – e mais leves também.

Dá um play nessa apresentação que ela fez recentemente na NPR:

Inclusive já quero os bonés oficiais de Telefone:

(1974)

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Ah! Segue ela no Spotify e no Soundcloud também!
 

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