Amo/Sou: Greta Gerwig

Toda vez que assisto algum filme ou entrevista da Greta Gerwig fico me perguntando se existe alguém capaz de não se apaixonar por essa mulher. Musa do Mumblecore (movimento artístico do cinema independente nova-iorquino), Greta faz o estilo “gente como a gente”, apesar da leve timidez, demonstra em suas aparições públicas muita simpatia e espontaneidade, é inteligente, engraçada, super-hiper-mega-master-power-plus talentosa, e, co-escreveu e estrelou “Frances Ha” – essa referência final por si só já deveria servir para entendermos a potência dessa artista.

Atriz, roteirista, e agora diretora, onde ela toca deixa uma marquinha especial que tem sua cara e jeito. Faz o espectador se aproximar com carinho de cada personagem que incorpora, e deixa saudades quando o filme acaba. Seus roteiros sempre carregados de sensibilidade e humor são atemporais – embora, nós dos 20 e poucos, muito perto dos 30, com certeza tenhamos uma identificação extra em relação a eles.


Greta Gerwig tem apenas 34 anos, mas já ganhou o mundo. Foi premiada no Athena Film Festival de 2011, e indicada a diversos outros prêmios por seu trabalho como atriz. Estrelou filmes como “Mistress America”, “Para Roma, Com Amor”, “Descobrindo o Amor”, “A Casa do Diabo”, co-escreveu três longas, e escreveu e dirigiu “Lady Bird”. Essa sua estreia como diretora deu o que falar, e seu filme que não só foi super aclamado pela crítica americana como se tornou o mais avaliado da história do Rotten Tomatoes – o recorde anterior era de Toy Story 2.


O filme, segundo ela própria, não é uma autobiografia ainda que tenha algumas referências sobre sua vida, e conta a história de Christine “Lady Bird” McPherson, uma adolescente em seu último ano escolar que deseja mudar-se para Nova York ao mesmo tempo que tem que lidar com questões comuns da sua idade, a relação com a mãe, a pressão para entrar para faculdade, e a “necessidade” de decidir seu futuro. O longa deve estrear por aqui só em abril, mas já é uma das apostas para o Oscar 2018.

Ainda que Greta esteja no topo, a sensação que dá é que ela só está começando a mostrar o que tem para oferecer para o mercado audiovisual. Agora é aguardar ansiosamente por suas próximas facetas e façanhas!

TE AMAMOS, GRETA!

Escrito por
Mais de Marcia Tojal

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Frances Ha” – essa referência final por si só já deveria servir para entendermos a potência dessa artista.

Atriz, roteirista, e agora diretora, onde ela toca deixa uma marquinha especial que tem sua cara e jeito. Faz o espectador se aproximar com carinho de cada personagem que incorpora, e deixa saudades quando o filme acaba. Seus roteiros sempre carregados de sensibilidade e humor são atemporais – embora, nós dos 20 e poucos, muito perto dos 30, com certeza tenhamos uma identificação extra em relação a eles.


Greta Gerwig tem apenas 34 anos, mas já ganhou o mundo. Foi premiada no Athena Film Festival de 2011, e indicada a diversos outros prêmios por seu trabalho como atriz. Estrelou filmes como “Mistress America”, “Para Roma, Com Amor”, “Descobrindo o Amor”, “A Casa do Diabo”, co-escreveu três longas, e escreveu e dirigiu “Lady Bird”. Essa sua estreia como diretora deu o que falar, e seu filme que não só foi super aclamado pela crítica americana como se tornou o mais avaliado da história do Rotten Tomatoes – o recorde anterior era de Toy Story 2.


O filme, segundo ela própria, não é uma autobiografia ainda que tenha algumas referências sobre sua vida, e conta a história de Christine “Lady Bird” McPherson, uma adolescente em seu último ano escolar que deseja mudar-se para Nova York ao mesmo tempo que tem que lidar com questões comuns da sua idade, a relação com a mãe, a pressão para entrar para faculdade, e a “necessidade” de decidir seu futuro. O longa deve estrear por aqui só em abril, mas já é uma das apostas para o Oscar 2018.

Ainda que Greta esteja no topo, a sensação que dá é que ela só está começando a mostrar o que tem para oferecer para o mercado audiovisual. Agora é aguardar ansiosamente por suas próximas facetas e façanhas!

TE AMAMOS, GRETA!

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