Este post tem um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// PUSSY RIOT
Maria Alyokhina, ativista russa e integrante do grupo de punk rock Pussy Riot, anunciou que planeja abrir um museu “women’s-only”, ou seja, um lugar apenas para mulheres, feito por artistas mulheres, sobre mulheres, em Montenegro, que fica no sudeste da Europa.
O Pussy Riot uniu forças com o galerista e curador Marat Guelman para desenvolver essa ideia que explicita a descarada falta de diversidade no mundo da arte. Maria falou sobre esse projeto para o site Artnet News. CLIQUE AQUI PARA LER.
Fica aí um clipezinho delas também:
// PEACHES
Anna Freeman, colunista da revista “Dazed”, publicou esse artigo ma-ra intitulado “Por que nós temos que parar de falar merda sobre as nossas vaginas”. Ela escreveu inspirada na artista electro-punk Peaches, que soltou o clipe NSFW da música “Rub”, um vídeo que explora muito e muitas vaginas. Mas por que as mulheres ainda são tão envergonhadas de suas ppks?
“A pura crueza de ‘Rub’ é talvez seu maior mérito: a ideia de que as mulheres gostam de se masturbar tanto quanto os homens não deve ainda ser um choque, mas aparentemente é”, diz um trecho do texto.
// MARCELA
O texto “Com o coração nas mãos”, escrito por Gilberto Amendola, do Estadão, fala sobre o protagonismo feminino nas ocupações das escolas estaduais. A estudante Marcela Nogueira dos Reis, de 18 anos, se destacou na luta contra a reorganização escolar proposta pelo governo do Estado. CLIQUE AQUI PARA LER.
As minas da linha de frente são zica
// CONCURSOS DE BELEZA
“O momento mais constrangedor do Miss Universo esta semana não foi o apresentador do evento, Steve Harvey, nomear a vencedora errada ao vivo na televisão – mas que, em 2015, um concurso que coloca mulheres para desfilar em biquínis para a honra de ganhar uma faixa e uma tiara ainda exista. Essa é a verdadeira vergonha.”
Disse tudo a colunista do “Guardian” Jessica Valenti nesse texto “Concursos de beleza são embaraçosos – mesmo se você nomear a vencedora certa”. Ela fala sobre como obviamente esses concursos são misóginos e retrógrados, citando como exemplo o Miss America que, apenas em 1999, acabou com uma regra que proibia competidoras de serem divorciadas ou terem sofrido um aborto.
Em novembro, a Grimes lançou o álbum “Art Angel” e foi parar na capa de trocentas revistas. Em entrevista a uma delas, a “FADER”, a produtora e cantora canadense Claire Boucher falou sobre os equívocos que ela tem que lidar como uma artista DIY (faça-você-mesma), e o que ela aprendeu em uma turnê pelo mundo.
Assista aqui:
// #DEARDADDY
Campanha da CARE para acabar com a violência física ou sexual contra as mulheres. Vídeo pra compartilhar na timeline:
// ISABELLA
Isabella, de 5 anos, nasceu com brida amniótica, uma rara condição genética que impossibilita seus movimentos no braço direito. Mas a ONG e-NABLE junto com a FATHOM desenvolveram um braço prostético por meio de impressoras 3D feito sob medida para a garotinha.
Este post tem um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// PUSSY RIOT
Maria Alyokhina, ativista russa e integrante do grupo de punk rock Pussy Riot, anunciou que planeja abrir um museu “women’s-only”, ou seja, um lugar apenas para mulheres, feito por artistas mulheres, sobre mulheres, em Montenegro, que fica no sudeste da Europa.
O Pussy Riot uniu forças com o galerista e curador Marat Guelman para desenvolver essa ideia que explicita a descarada falta de diversidade no mundo da arte. Maria falou sobre esse projeto para o site Artnet News. CLIQUE AQUI PARA LER.
Fica aí um clipezinho delas também:
// PEACHES
Anna Freeman, colunista da revista “Dazed”, publicou esse artigo ma-ra intitulado “Por que nós temos que parar de falar merda sobre as nossas vaginas”. Ela escreveu inspirada na artista electro-punk Peaches, que soltou o clipe NSFW da música “Rub”, um vídeo que explora muito e muitas vaginas. Mas por que as mulheres ainda são tão envergonhadas de suas ppks?
“A pura crueza de ‘Rub’ é talvez seu maior mérito: a ideia de que as mulheres gostam de se masturbar tanto quanto os homens não deve ainda ser um choque, mas aparentemente é”, diz um trecho do texto.
// MARCELA
O texto “Com o coração nas mãos”, escrito por Gilberto Amendola, do Estadão, fala sobre o protagonismo feminino nas ocupações das escolas estaduais. A estudante Marcela Nogueira dos Reis, de 18 anos, se destacou na luta contra a reorganização escolar proposta pelo governo do Estado. CLIQUE AQUI PARA LER.
As minas da linha de frente são zica
// CONCURSOS DE BELEZA
“O momento mais constrangedor do Miss Universo esta semana não foi o apresentador do evento, Steve Harvey, nomear a vencedora errada ao vivo na televisão – mas que, em 2015, um concurso que coloca mulheres para desfilar em biquínis para a honra de ganhar uma faixa e uma tiara ainda exista. Essa é a verdadeira vergonha.”
Disse tudo a colunista do “Guardian” Jessica Valenti nesse texto “Concursos de beleza são embaraçosos – mesmo se você nomear a vencedora certa”. Ela fala sobre como obviamente esses concursos são misóginos e retrógrados, citando como exemplo o Miss America que, apenas em 1999, acabou com uma regra que proibia competidoras de serem divorciadas ou terem sofrido um aborto.
Em novembro, a Grimes lançou o álbum “Art Angel” e foi parar na capa de trocentas revistas. Em entrevista a uma delas, a “FADER”, a produtora e cantora canadense Claire Boucher falou sobre os equívocos que ela tem que lidar como uma artista DIY (faça-você-mesma), e o que ela aprendeu em uma turnê pelo mundo.
Assista aqui:
// #DEARDADDY
Campanha da CARE para acabar com a violência física ou sexual contra as mulheres. Vídeo pra compartilhar na timeline:
// ISABELLA
Isabella, de 5 anos, nasceu com brida amniótica, uma rara condição genética que impossibilita seus movimentos no braço direito. Mas a ONG e-NABLE junto com a FATHOM desenvolveram um braço prostético por meio de impressoras 3D feito sob medida para a garotinha.
Este post tem um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// PUSSY RIOT
Maria Alyokhina, ativista russa e integrante do grupo de punk rock Pussy Riot, anunciou que planeja abrir um museu “women’s-only”, ou seja, um lugar apenas para mulheres, feito por artistas mulheres, sobre mulheres, em Montenegro, que fica no sudeste da Europa.
O Pussy Riot uniu forças com o galerista e curador Marat Guelman para desenvolver essa ideia que explicita a descarada falta de diversidade no mundo da arte. Maria falou sobre esse projeto para o site Artnet News. CLIQUE AQUI PARA LER.
Fica aí um clipezinho delas também:
// PEACHES
Anna Freeman, colunista da revista “Dazed”, publicou esse artigo ma-ra intitulado “Por que nós temos que parar de falar merda sobre as nossas vaginas”. Ela escreveu inspirada na artista electro-punk Peaches, que soltou o clipe NSFW da música “Rub”, um vídeo que explora muito e muitas vaginas. Mas por que as mulheres ainda são tão envergonhadas de suas ppks?
“A pura crueza de ‘Rub’ é talvez seu maior mérito: a ideia de que as mulheres gostam de se masturbar tanto quanto os homens não deve ainda ser um choque, mas aparentemente é”, diz um trecho do texto.
// MARCELA
O texto “Com o coração nas mãos”, escrito por Gilberto Amendola, do Estadão, fala sobre o protagonismo feminino nas ocupações das escolas estaduais. A estudante Marcela Nogueira dos Reis, de 18 anos, se destacou na luta contra a reorganização escolar proposta pelo governo do Estado. CLIQUE AQUI PARA LER.
As minas da linha de frente são zica
// CONCURSOS DE BELEZA
“O momento mais constrangedor do Miss Universo esta semana não foi o apresentador do evento, Steve Harvey, nomear a vencedora errada ao vivo na televisão – mas que, em 2015, um concurso que coloca mulheres para desfilar em biquínis para a honra de ganhar uma faixa e uma tiara ainda exista. Essa é a verdadeira vergonha.”
Disse tudo a colunista do “Guardian” Jessica Valenti nesse texto “Concursos de beleza são embaraçosos – mesmo se você nomear a vencedora certa”. Ela fala sobre como obviamente esses concursos são misóginos e retrógrados, citando como exemplo o Miss America que, apenas em 1999, acabou com uma regra que proibia competidoras de serem divorciadas ou terem sofrido um aborto.
Em novembro, a Grimes lançou o álbum “Art Angel” e foi parar na capa de trocentas revistas. Em entrevista a uma delas, a “FADER”, a produtora e cantora canadense Claire Boucher falou sobre os equívocos que ela tem que lidar como uma artista DIY (faça-você-mesma), e o que ela aprendeu em uma turnê pelo mundo.
Assista aqui:
// #DEARDADDY
Campanha da CARE para acabar com a violência física ou sexual contra as mulheres. Vídeo pra compartilhar na timeline:
// ISABELLA
Isabella, de 5 anos, nasceu com brida amniótica, uma rara condição genética que impossibilita seus movimentos no braço direito. Mas a ONG e-NABLE junto com a FATHOM desenvolveram um braço prostético por meio de impressoras 3D feito sob medida para a garotinha.
Gosto muito de série que bagunça a cabeça. “The Affair”, que estreou nos EUA em outubro, faz isso com você, embaralhando todas suas ideias. Simplesmente porque não dá para confiar na história que é contada. O formato é o seguinte: todos os episódios são divididos em duas partes, sendo metade para a versão do Noah e a outra parte para a de Alison sobre o caso extraconjugal deles.
Noah (Dominic West) é um professor e escritor meio charmoso, casado com uma mulher rica com quem tem quatro filhos. Alison (Ruth Wilson) trabalha como garçonete e é casada com Cole (Joshua Jackson), que é dono de um rancho. O casal, cujo filho de quatro anos morreu afogado, mora nos Hamptons, área de casas de veraneio perto de Nova York, onde Noah e a família vão passar as férias.
Isso é o que dá para garantir da história. O resto, como Noah e Alison se conheceram, o “approach”, e como a traição vai se desenrolar é contado de formas bem diferentes pelos dois a um delegado de polícia. Nos dias atuais, eles são interrogados separadamente por conta da investigação da morte de um dos personagens (o que lembra um pouco outra série maravilhosa, “True Detective”)!
Resta a você escolher em quem acreditar, baseando-se nesses flashbacks. Confesso que fico sempre do lado da Alison. As lembranças dela parecem muito mais verdadeiras do que as dele. Por exemplo, Noah sempre fala de Alison com umas sacadas até machistas, como “eu quero estar no comando na hora de trepar”, e ela acaba parecendo uma tarada sexual por ele em algumas cenas, do tipo “me come agora”. A versão dela de si mesma é bem reservada, com ele se aproximando na maioria das vezes.
Além de tudo isso, “The Affair” tem uma abertura belíssima, com a canção “Container”, da Fiona Apple (Clique aqui para ver). Fico arrepiada só de ouvir. Ah, boa notícia: teremos segunda temporada!
Maria Alyokhina, ativista russa e integrante do grupo de punk rock Pussy Riot, anunciou que planeja abrir um museu “women’s-only”, ou seja, um lugar apenas para mulheres, feito por artistas mulheres, sobre mulheres, em Montenegro, que fica no sudeste da Europa.
O Pussy Riot uniu forças com o galerista e curador Marat Guelman para desenvolver essa ideia que explicita a descarada falta de diversidade no mundo da arte. Maria falou sobre esse projeto para o site Artnet News. CLIQUE AQUI PARA LER.
Fica aí um clipezinho delas também:
// PEACHES
Anna Freeman, colunista da revista “Dazed”, publicou esse artigo ma-ra intitulado “Por que nós temos que parar de falar merda sobre as nossas vaginas”. Ela escreveu inspirada na artista electro-punk Peaches, que soltou o clipe NSFW da música “Rub”, um vídeo que explora muito e muitas vaginas. Mas por que as mulheres ainda são tão envergonhadas de suas ppks?
“A pura crueza de ‘Rub’ é talvez seu maior mérito: a ideia de que as mulheres gostam de se masturbar tanto quanto os homens não deve ainda ser um choque, mas aparentemente é”, diz um trecho do texto.
// MARCELA
O texto “Com o coração nas mãos”, escrito por Gilberto Amendola, do Estadão, fala sobre o protagonismo feminino nas ocupações das escolas estaduais. A estudante Marcela Nogueira dos Reis, de 18 anos, se destacou na luta contra a reorganização escolar proposta pelo governo do Estado. CLIQUE AQUI PARA LER.
As minas da linha de frente são zica
// CONCURSOS DE BELEZA
“O momento mais constrangedor do Miss Universo esta semana não foi o apresentador do evento, Steve Harvey, nomear a vencedora errada ao vivo na televisão – mas que, em 2015, um concurso que coloca mulheres para desfilar em biquínis para a honra de ganhar uma faixa e uma tiara ainda exista. Essa é a verdadeira vergonha.”
Disse tudo a colunista do “Guardian” Jessica Valenti nesse texto “Concursos de beleza são embaraçosos – mesmo se você nomear a vencedora certa”. Ela fala sobre como obviamente esses concursos são misóginos e retrógrados, citando como exemplo o Miss America que, apenas em 1999, acabou com uma regra que proibia competidoras de serem divorciadas ou terem sofrido um aborto.
Em novembro, a Grimes lançou o álbum “Art Angel” e foi parar na capa de trocentas revistas. Em entrevista a uma delas, a “FADER”, a produtora e cantora canadense Claire Boucher falou sobre os equívocos que ela tem que lidar como uma artista DIY (faça-você-mesma), e o que ela aprendeu em uma turnê pelo mundo.
Assista aqui:
// #DEARDADDY
Campanha da CARE para acabar com a violência física ou sexual contra as mulheres. Vídeo pra compartilhar na timeline:
// ISABELLA
Isabella, de 5 anos, nasceu com brida amniótica, uma rara condição genética que impossibilita seus movimentos no braço direito. Mas a ONG e-NABLE junto com a FATHOM desenvolveram um braço prostético por meio de impressoras 3D feito sob medida para a garotinha.