Demorou, mas voltamos com os links da semana. Lembrando que são coisas inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar no fim deste texto. <3
“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.
// ASSÉDIO NO TRABALHO
Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.
// LANÇAMENTO
Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.
Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.
Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.
// MÚSICA
Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.
// GILMORE GIRLS
Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.
// KIM GORDON
Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”:
Até a próxima semana! Força \o/
Olá, amigas queridas!
Demorou, mas voltamos com os links da semana. Lembrando que são coisas inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar no fim deste texto. <3
“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.
// ASSÉDIO NO TRABALHO
Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.
// LANÇAMENTO
Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.
Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.
Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.
// MÚSICA
Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.
// GILMORE GIRLS
Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.
// KIM GORDON
Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”:
Demorou, mas voltamos com os links da semana. Lembrando que são coisas inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar no fim deste texto. <3
“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.
[caption id="attachment_11777" align="aligncenter" width="660"] Foto: BBC Brasil[/caption]
// ASSÉDIO NO TRABALHO
Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.
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Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.
Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.
Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.
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Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.
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Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.
// KIM GORDON
Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”:
Denitza Todorova é uma cantora e compositora búlgara, que mora em Berlim desde 2005 e usa o nome DENA. A música dela é bem dançante, uma mistura de pop leve, com influências de r&b e hip hop.
A primeira que ouvi foi a super descolada “Cash, Diamond Rings, Swimming Pools“, que está no álbum de estreia dela, chamado “Flash“. Juro que saí cantando dinheiro, anéis de diamante e piscinas o dia todo.
No videoclipe, ela usa suéter e um boné, passeia num flea market e interage com os vendedores e os locais. A DENA tem aquela vibe de garota desleixada, pero estilosa, e dança toda desengonçada, o que acho demais. No fundo, ela lembra bem a Santigold e a M.I.A.
Fui saber mais e me apaixonei por praticamente tudo que ela canta. “Games” e “Boyfriend”, as primeiras que ela lançou, colam muito. A DENA também já cantou nos dois álbuns do Whitest Boy Alive, o projeto paralelo de Erlend Øye, do Kings of Convenience, que aparece fazendo uma dancinha no clipe acima.
Nas redes sociais, ela se intitula DENA from the block, uma clara referência à música da Jennifer Lopez. Em algumas entrevistas, ela disse que se refere também ao seu passado na Bulgária, em que o tipo de arquitetura mais comum é o o quarteirão [block].
DENA já disse que é fã de Beyoncé, Icona Pop, de jazz e que seus maiores ídolos são Sun Ra e J Dilla.
“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.
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Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.
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Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.
Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.
Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.
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Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.
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Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.
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Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”: