A diretora belga Chantal Akerman foi a pioneira do cinema experimental, ou seja, ela fazia filmes com baixo orçamento, muitas vezes sem ter uma equipe, e contava histórias sem uma narrativa linear ou até trilha sonora.
É “normal” não conhecermos muito de sua obra por aqui. Seus filmes praticamente foram exibidos no Brasil em circuitos de cinema de arte e festivais. Um desses ciclos de filmes sobre a Chantal foi organizado pela professora doutora Carla Maia, que fez um mestrado sobre a cineasta (Lá, do outro lado. Subjetivação em dois filmes de Chantal Akerman, 2008).
Porém, eu acredito que nunca é tarde pra começar. Os filmes de Chantal são difíceis, exigem paciência e dedicação, mas o importante é não se impressionar com a duração e conseguir conclui-los. Eu não vi a filmografia completa dela, até porque ela fez bastante coisa durante sua vida, mas vamos aos principais.
Seu filme mais conhecido é Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles, de 1975, que ela dirigiu com 24 anos.
Esse filme é um marco do cinema feminista. Ele retrata uma mulher viúva e dona de casa, que mora com seu filho adolescente e, ocasionalmente, se prostitui para ganhar um dinheiro. Sua rotina repetitiva começa a se alterar através de pequenos fatores que, após 3 horas e 20 minutos de filme, vão dar em um final que nos choca.
Jeanne Dielman… mostra a repetição do cotidiano de uma mulher, registrando apenas 3 dias da vida dela, sem fazer qualquer julgamento sobre suas atividades como doméstica e prostituta.
Muitos dos filmes da Chantal, principalmente os do início da carreira, se passam dentro de apartamentos, em lugares fechados, pouco confortáveis. Ela atua também em vários deles, desde o seu primeiro Saute ma ville (1968), e aborda o lesbianismo (era lésbica assumida) em Je Tu Il Elle (1974).
Chantal morreu no ano passado aos 65 anos em Paris, na França. Seu último filme se chama No home movie e é dedicado a sua mãe Natalia Akerman, sobrevivente de Auschwitz que morreu em 2014. Na verdade, toda a obra de Chantal é dedicada a sua mãe. Foi ela quem incentivou Chantal a estudar cinema e seguir esse caminho.
Descendente de uma família polonesa judaica, Chantal se da Bélgica para Nova York (EUA) e, em 1974, voltou para Bruxelas. Dirigiu quase 50 filmes, de documentários até comédias. Foi indicada ao prêmio do Festival de Berlim em 1989, com Histórias da América, e ao Festival de Veneza em 1991, com Noite e dia.
Seu longa mais comercial, ou seja, bem bem bem distante do seu experimentalismo é Um divã em Nova York, de 1996, com Juliette Binoche e William Hurt no elenco.
Se a Chantal não fizer seu estilo de cineasta, não tem problema, de verdade. Mas lembre-se: nunca é tarde para começar a curtir um cineminha experimental feito por uma mulher para mulheres ;)
A diretora belga Chantal Akerman foi a pioneira do cinema experimental, ou seja, ela fazia filmes com baixo orçamento, muitas vezes sem ter uma equipe, e contava histórias sem uma narrativa linear ou até trilha sonora.
É “normal” não conhecermos muito de sua obra por aqui. Seus filmes praticamente foram exibidos no Brasil em circuitos de cinema de arte e festivais. Um desses ciclos de filmes sobre a Chantal foi organizado pela professora doutora Carla Maia, que fez um mestrado sobre a cineasta (Lá, do outro lado. Subjetivação em dois filmes de Chantal Akerman, 2008).
Porém, eu acredito que nunca é tarde pra começar. Os filmes de Chantal são difíceis, exigem paciência e dedicação, mas o importante é não se impressionar com a duração e conseguir conclui-los. Eu não vi a filmografia completa dela, até porque ela fez bastante coisa durante sua vida, mas vamos aos principais.
Seu filme mais conhecido é Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles, de 1975, que ela dirigiu com 24 anos.
Esse filme é um marco do cinema feminista. Ele retrata uma mulher viúva e dona de casa, que mora com seu filho adolescente e, ocasionalmente, se prostitui para ganhar um dinheiro. Sua rotina repetitiva começa a se alterar através de pequenos fatores que, após 3 horas e 20 minutos de filme, vão dar em um final que nos choca.
Jeanne Dielman… mostra a repetição do cotidiano de uma mulher, registrando apenas 3 dias da vida dela, sem fazer qualquer julgamento sobre suas atividades como doméstica e prostituta.
Muitos dos filmes da Chantal, principalmente os do início da carreira, se passam dentro de apartamentos, em lugares fechados, pouco confortáveis. Ela atua também em vários deles, desde o seu primeiro Saute ma ville (1968), e aborda o lesbianismo (era lésbica assumida) em Je Tu Il Elle (1974).
Chantal morreu no ano passado aos 65 anos em Paris, na França. Seu último filme se chama No home movie e é dedicado a sua mãe Natalia Akerman, sobrevivente de Auschwitz que morreu em 2014. Na verdade, toda a obra de Chantal é dedicada a sua mãe. Foi ela quem incentivou Chantal a estudar cinema e seguir esse caminho.
Descendente de uma família polonesa judaica, Chantal se da Bélgica para Nova York (EUA) e, em 1974, voltou para Bruxelas. Dirigiu quase 50 filmes, de documentários até comédias. Foi indicada ao prêmio do Festival de Berlim em 1989, com Histórias da América, e ao Festival de Veneza em 1991, com Noite e dia.
Seu longa mais comercial, ou seja, bem bem bem distante do seu experimentalismo é Um divã em Nova York, de 1996, com Juliette Binoche e William Hurt no elenco.
Se a Chantal não fizer seu estilo de cineasta, não tem problema, de verdade. Mas lembre-se: nunca é tarde para começar a curtir um cineminha experimental feito por uma mulher para mulheres ;)
A diretora belga Chantal Akerman foi a pioneira do cinema experimental, ou seja, ela fazia filmes com baixo orçamento, muitas vezes sem ter uma equipe, e contava histórias sem uma narrativa linear ou até trilha sonora.
É “normal” não conhecermos muito de sua obra por aqui. Seus filmes praticamente foram exibidos no Brasil em circuitos de cinema de arte e festivais. Um desses ciclos de filmes sobre a Chantal foi organizado pela professora doutora Carla Maia, que fez um mestrado sobre a cineasta (Lá, do outro lado. Subjetivação em dois filmes de Chantal Akerman, 2008).
Porém, eu acredito que nunca é tarde pra começar. Os filmes de Chantal são difíceis, exigem paciência e dedicação, mas o importante é não se impressionar com a duração e conseguir conclui-los. Eu não vi a filmografia completa dela, até porque ela fez bastante coisa durante sua vida, mas vamos aos principais.
Seu filme mais conhecido é Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles, de 1975, que ela dirigiu com 24 anos.
Esse filme é um marco do cinema feminista. Ele retrata uma mulher viúva e dona de casa, que mora com seu filho adolescente e, ocasionalmente, se prostitui para ganhar um dinheiro. Sua rotina repetitiva começa a se alterar através de pequenos fatores que, após 3 horas e 20 minutos de filme, vão dar em um final que nos choca.
Jeanne Dielman… mostra a repetição do cotidiano de uma mulher, registrando apenas 3 dias da vida dela, sem fazer qualquer julgamento sobre suas atividades como doméstica e prostituta.
Muitos dos filmes da Chantal, principalmente os do início da carreira, se passam dentro de apartamentos, em lugares fechados, pouco confortáveis. Ela atua também em vários deles, desde o seu primeiro Saute ma ville (1968), e aborda o lesbianismo (era lésbica assumida) em Je Tu Il Elle (1974).
Chantal morreu no ano passado aos 65 anos em Paris, na França. Seu último filme se chama No home movie e é dedicado a sua mãe Natalia Akerman, sobrevivente de Auschwitz que morreu em 2014. Na verdade, toda a obra de Chantal é dedicada a sua mãe. Foi ela quem incentivou Chantal a estudar cinema e seguir esse caminho.
Descendente de uma família polonesa judaica, Chantal se da Bélgica para Nova York (EUA) e, em 1974, voltou para Bruxelas. Dirigiu quase 50 filmes, de documentários até comédias. Foi indicada ao prêmio do Festival de Berlim em 1989, com Histórias da América, e ao Festival de Veneza em 1991, com Noite e dia.
Seu longa mais comercial, ou seja, bem bem bem distante do seu experimentalismo é Um divã em Nova York, de 1996, com Juliette Binoche e William Hurt no elenco.
Se a Chantal não fizer seu estilo de cineasta, não tem problema, de verdade. Mas lembre-se: nunca é tarde para começar a curtir um cineminha experimental feito por uma mulher para mulheres ;)
Mariana Ramos dos Santos é uma ilustradora que nasceu em 1986, em Leiria, mas hoje mora no Porto.
Ela é mestranda em Design Gráfico e Projetos Editoriais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em uma entrevista a um jornal português em 2011, Mariana disse gostar de desenhar pessoas e procura sempre o lado “grotesco” da coisa. Ela gosta de desenhar ouvindo música e, muita vezes, faz posts engraçadinhos em seu Instagram em que ilustra algumas letras de músicas, inclusive brasileiras:
Ela é uma artista visual e ilustradora de 31 anos, que se tornou mais conhecida quando começou a pintar sorvetes e outros doces coloridos em edifícios de Lisboa, sua cidade natal, em 2005. E foi assim que criou a sua marca artística. Não tem como olhar para um desenho dela e não saber que foi a Imaginário que passou por ali.
“Sou fazedora de coisas que gosto” é como ela própria se descreve.
Nascida em 1988, Angela Ferreira pinta desde murais em grande escala até trabalhos intimistas em papel e tela. Sua arte é marcada pelo uso de cores contrastantes e formas geométricas que dão vida a lendas e mitos ancestrais.
Eu tenho a honra de morar próxima a um mural dela em Marvila, bairro de Lisboa, e olhem esse guia que ela fez da cidade.
Agora até a Madonna já descobriu o trabalho de Rita M. Gomes (sim, a cantora compartilhou um artezinha da portuguesa em seu Instagram). Rita se descreve assim: “Ser humana sem valor, realista pessimista, maldita misantropa, super fã de Carly Rae Jepsen”.
Nascida no Porto em 1988, Rita é sarcástica, bem sarcástica em seu trabalho e eu amo isso. Eu adoro tudo o que ela faz, mas especialmente esse último trabalho dela para a edição britânica do Festival Iminente:
cinema experimental, ou seja, ela fazia filmes com baixo orçamento, muitas vezes sem ter uma equipe, e contava histórias sem uma narrativa linear ou até trilha sonora.
É “normal” não conhecermos muito de sua obra por aqui. Seus filmes praticamente foram exibidos no Brasil em circuitos de cinema de arte e festivais. Um desses ciclos de filmes sobre a Chantal foi organizado pela professora doutora Carla Maia, que fez um mestrado sobre a cineasta (Lá, do outro lado. Subjetivação em dois filmes de Chantal Akerman, 2008).
Porém, eu acredito que nunca é tarde pra começar. Os filmes de Chantal são difíceis, exigem paciência e dedicação, mas o importante é não se impressionar com a duração e conseguir conclui-los. Eu não vi a filmografia completa dela, até porque ela fez bastante coisa durante sua vida, mas vamos aos principais.
Seu filme mais conhecido é Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce, 1080 Bruxelles, de 1975, que ela dirigiu com 24 anos.
Esse filme é um marco do cinema feminista. Ele retrata uma mulher viúva e dona de casa, que mora com seu filho adolescente e, ocasionalmente, se prostitui para ganhar um dinheiro. Sua rotina repetitiva começa a se alterar através de pequenos fatores que, após 3 horas e 20 minutos de filme, vão dar em um final que nos choca.
Jeanne Dielman… mostra a repetição do cotidiano de uma mulher, registrando apenas 3 dias da vida dela, sem fazer qualquer julgamento sobre suas atividades como doméstica e prostituta.
Muitos dos filmes da Chantal, principalmente os do início da carreira, se passam dentro de apartamentos, em lugares fechados, pouco confortáveis. Ela atua também em vários deles, desde o seu primeiro Saute ma ville (1968), e aborda o lesbianismo (era lésbica assumida) em Je Tu Il Elle (1974).
Chantal morreu no ano passado aos 65 anos em Paris, na França. Seu último filme se chama No home movie e é dedicado a sua mãe Natalia Akerman, sobrevivente de Auschwitz que morreu em 2014. Na verdade, toda a obra de Chantal é dedicada a sua mãe. Foi ela quem incentivou Chantal a estudar cinema e seguir esse caminho.
Descendente de uma família polonesa judaica, Chantal se da Bélgica para Nova York (EUA) e, em 1974, voltou para Bruxelas. Dirigiu quase 50 filmes, de documentários até comédias. Foi indicada ao prêmio do Festival de Berlim em 1989, com Histórias da América, e ao Festival de Veneza em 1991, com Noite e dia.
Seu longa mais comercial, ou seja, bem bem bem distante do seu experimentalismo é Um divã em Nova York, de 1996, com Juliette Binoche e William Hurt no elenco.
Se a Chantal não fizer seu estilo de cineasta, não tem problema, de verdade. Mas lembre-se: nunca é tarde para começar a curtir um cineminha experimental feito por uma mulher para mulheres ;)