A designer, ilustradora e “crazy cat lady” britânica Nia Gould é criadora da lojinha Niaski, que mistura gatinhos e figuras da arte.
Ela faz pôsteres, cartões, pins, bolsas… todos com um artista homenageado, tipo Frida Catlo ou Henri Catisse. A inspiração desses desenhos foram seus próprios gatos: Sampson, Frankenstein, Salvador e Socket.
Nia Gould diz se preocupar com o meio-ambiente e, por isso, imprime seu trabalho em um papel FSC 300gsm e tenta usar embalagens 100% ecológicas e reutilizar embalagens sempre que possível.
Uma foto publicada por 💚Colorful Hair Of Instagram💙 (@dyeddollies) em
// ESPORTE
O site Just Not Sports pediu que alguns homens normais lessem tuítes de outras pessoas sobre as repórteres de esporte Sarah Spain e Julie DiCaro. Os comentários são tão horríveis que os caras obviamente ficam desconfortáveis e pedem desculpas. Faz parte da campanha #MoreThanMean
// LUANA GÉNOT
Matéria sobre a idealizadora e diretora do Instituto Identidades do Brasil e da campanha “Sim à Igualdade Racial”. Leia aqui.
// SALLY NIXON
As ilustrações de Sally são tão interessantes porque mostram o que as mulheres fazem quando ninguém está vendo, ou seja, como somos naturalmente.
Uma foto publicada por Sally Nixon (@sallustration) em
// GLORIA STEINEM
Estreia amanhã, dia 10 de maio, a série “WOMAN” na Viceland. A jornalista e ativista americana Gloria Steinem viaja o mundo para entrevistar mulheres oprimidas. A série retrata desde aviolência sexual na República Democrática doCongo, a mulheres assassinadas não reconhecidas e desaparecidas no Canadá, o feminicídio em El Salvador, e o encarceramento de mães na América.
// BRIT & BRIT
E esse vídeo maravilhoso. Todas têm que ver:
// QUESTÃO DE PELE
Entrevista com a socióloga canadense Lorna Roth, que investigou a história da fotografia para mostrar como a tecnologia prejudicou a representação de pessoas cujo tom de pele não fosse claro. Leia aqui matéria do Nexo.
// ESTUPROS EM UNIVERSIDADES
“Missoula”, novo livro do jornalista americano Jon Krakauer, esmiúça a epidemia de estupros em ambientes universitários nos EUA a partir da cidade de Missoula, no Estado de Montana, que registrou mais de 350 casos entre 2008 e 2012. Leia entrevista que a Folha fez com ele.