Colagem digital feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (Baby C)
♪♪ Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo. E todo mundo é meu também ♪♪
Essa playlist surgiu a partir de uma ~reflexão profunda~ sobre “quem é Pepê e Neném?”, depois que elas soltaram um vídeo defendendo o Bolsonaro (socorro!), na mesma semana em que Os Tribalistas anunciaram um disco novo.
Os anos 2000 foram uma época brilhante para a música brasileira. Muita coisa boa e construtiva tocou nas rádios e teve clipezinho na MTV (agora você pode achar tudo isso no YouTube).
Levante a mão quem nunca cantou bem alto os hits abaixo (ou não levante para eu não me sentir mal). Divirtam-se pois precisamos sair um pouco do sério:
Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.
// JODIE FOSTER
No Festival de Cannes, que estava rolando essa semana, a atriz e diretora falou sobre o sexismo na indústria de cinema. Dá para ler a entrevista toda aqui e, no vídeo abaixo, ela critica roteiristas homens por criarem personagens femininas cuja saída emocional é já ter sido estuprada:
// DILMA
Não dá para escapar do noticiário político. Nem queremos escapar, né. Ainda mais quando a Dilma Rousseff, em uma de suas últimas aparições públicas antes da decisão do impeachment, durante a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, declarou que o processo para o seu afastamento também tem elementos de machismo.
A Barbara também já escreveu sobre esse tema aqui na Ovelha. LEIA.
// LEIA MULHERES
A escritora Tatiana Salem Levy deu uma entrevista sobre seu novo livro e falou sobre a violência contra as mulheres no Brasil.
“Todas as mulheres no Brasil passam por isso, desde pequenas, nem que seja uma coisa de você sair na rua e ter homens em cima de você falando “ai que linda, que gostosa”. Mas também tem coisas muito mais violentas. A gente cresce com medo.”
// ANSEIOS FEMINISTAS
O Nexo publicou um prefácio escrito pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes para o texto clássico da escritora inglesa Mary Wollstonecraft. Publicado originalmente em 1792, a obra foi fundamental para a inauguração do feminismo como movimento social. LEIA.
// DENÚNCIA
Alunas da PUC-SP dizem que o assédio e a violência estão longe de ser uma raridade na região da universidade.