Mariana Ramos dos Santos é uma ilustradora que nasceu em 1986, em Leiria, mas hoje mora no Porto.
Ela é mestranda em Design Gráfico e Projetos Editoriais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em uma entrevista a um jornal português em 2011, Mariana disse gostar de desenhar pessoas e procura sempre o lado “grotesco” da coisa. Ela gosta de desenhar ouvindo música e, muita vezes, faz posts engraçadinhos em seu Instagram em que ilustra algumas letras de músicas, inclusive brasileiras:
Ela é uma artista visual e ilustradora de 31 anos, que se tornou mais conhecida quando começou a pintar sorvetes e outros doces coloridos em edifícios de Lisboa, sua cidade natal, em 2005. E foi assim que criou a sua marca artística. Não tem como olhar para um desenho dela e não saber que foi a Imaginário que passou por ali.
“Sou fazedora de coisas que gosto” é como ela própria se descreve.
Nascida em 1988, Angela Ferreira pinta desde murais em grande escala até trabalhos intimistas em papel e tela. Sua arte é marcada pelo uso de cores contrastantes e formas geométricas que dão vida a lendas e mitos ancestrais.
Eu tenho a honra de morar próxima a um mural dela em Marvila, bairro de Lisboa, e olhem esse guia que ela fez da cidade.
Agora até a Madonna já descobriu o trabalho de Rita M. Gomes (sim, a cantora compartilhou um artezinha da portuguesa em seu Instagram). Rita se descreve assim: “Ser humana sem valor, realista pessimista, maldita misantropa, super fã de Carly Rae Jepsen”.
Nascida no Porto em 1988, Rita é sarcástica, bem sarcástica em seu trabalho e eu amo isso. Eu adoro tudo o que ela faz, mas especialmente esse último trabalho dela para a edição britânica do Festival Iminente:
Mariana Ramos dos Santos é uma ilustradora que nasceu em 1986, em Leiria, mas hoje mora no Porto.
Ela é mestranda em Design Gráfico e Projetos Editoriais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em uma entrevista a um jornal português em 2011, Mariana disse gostar de desenhar pessoas e procura sempre o lado “grotesco” da coisa. Ela gosta de desenhar ouvindo música e, muita vezes, faz posts engraçadinhos em seu Instagram em que ilustra algumas letras de músicas, inclusive brasileiras:
Ela é uma artista visual e ilustradora de 31 anos, que se tornou mais conhecida quando começou a pintar sorvetes e outros doces coloridos em edifícios de Lisboa, sua cidade natal, em 2005. E foi assim que criou a sua marca artística. Não tem como olhar para um desenho dela e não saber que foi a Imaginário que passou por ali.
“Sou fazedora de coisas que gosto” é como ela própria se descreve.
Nascida em 1988, Angela Ferreira pinta desde murais em grande escala até trabalhos intimistas em papel e tela. Sua arte é marcada pelo uso de cores contrastantes e formas geométricas que dão vida a lendas e mitos ancestrais.
Eu tenho a honra de morar próxima a um mural dela em Marvila, bairro de Lisboa, e olhem esse guia que ela fez da cidade.
Agora até a Madonna já descobriu o trabalho de Rita M. Gomes (sim, a cantora compartilhou um artezinha da portuguesa em seu Instagram). Rita se descreve assim: “Ser humana sem valor, realista pessimista, maldita misantropa, super fã de Carly Rae Jepsen”.
Nascida no Porto em 1988, Rita é sarcástica, bem sarcástica em seu trabalho e eu amo isso. Eu adoro tudo o que ela faz, mas especialmente esse último trabalho dela para a edição britânica do Festival Iminente:
Mariana Ramos dos Santos é uma ilustradora que nasceu em 1986, em Leiria, mas hoje mora no Porto.
Ela é mestranda em Design Gráfico e Projetos Editoriais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em uma entrevista a um jornal português em 2011, Mariana disse gostar de desenhar pessoas e procura sempre o lado “grotesco” da coisa. Ela gosta de desenhar ouvindo música e, muita vezes, faz posts engraçadinhos em seu Instagram em que ilustra algumas letras de músicas, inclusive brasileiras:
[caption id="attachment_16000" align="aligncenter" width="1600"] Maria Imaginário[/caption]
Maria Imaginário
Ela é uma artista visual e ilustradora de 31 anos, que se tornou mais conhecida quando começou a pintar sorvetes e outros doces coloridos em edifícios de Lisboa, sua cidade natal, em 2005. E foi assim que criou a sua marca artística. Não tem como olhar para um desenho dela e não saber que foi a Imaginário que passou por ali.
“Sou fazedora de coisas que gosto” é como ela própria se descreve.
[caption id="attachment_16002" align="aligncenter" width="2500"] Projeto inspirado na margem do rio, na baía sul de Lisboa, e no estaleiro naval da região. Área abandonada e revitalizada por artistas[/caption]
Kruella D’Enfer
Nascida em 1988, Angela Ferreira pinta desde murais em grande escala até trabalhos intimistas em papel e tela. Sua arte é marcada pelo uso de cores contrastantes e formas geométricas que dão vida a lendas e mitos ancestrais.
Eu tenho a honra de morar próxima a um mural dela em Marvila, bairro de Lisboa, e olhem esse guia que ela fez da cidade.
Agora até a Madonna já descobriu o trabalho de Rita M. Gomes (sim, a cantora compartilhou um artezinha da portuguesa em seu Instagram). Rita se descreve assim: “Ser humana sem valor, realista pessimista, maldita misantropa, super fã de Carly Rae Jepsen”.
Nascida no Porto em 1988, Rita é sarcástica, bem sarcástica em seu trabalho e eu amo isso. Eu adoro tudo o que ela faz, mas especialmente esse último trabalho dela para a edição britânica do Festival Iminente:
Ando me surpreendendo com filmes que falam sobre adolescência. Em dezembro, vi o belíssimo sueco “Nós somos as melhores” e, agora, está estreando em apenas um cinema de São Paulo (Reserva Cultural, na av. Paulista) o filme francês “Garotas”.
Mas não foi só o assunto do filme que me conquistou. Sabemos que mulheres negras não tem espaço no cinema. Em uma matéria que fiz para o G1, podemos ver como a falta de diversidade na indústria cinematográfica, destacando a de Hollywood, é uma questão cada vez maior. Assim, a diretora Céline Sciamma (que fez “Lírios D’água” e “Tomboy” – também sobre adolescentes) foi lá e colocou quatro atrizes iniciantes negras protagonizando uma história de amizade.
Karidja Touré, de 21 anos, interpreta Marieme, uma garota de 16 que mora na periferia de Paris com os irmãos e a mãe que mal fica em casa por conta do trabalho de faxineira. O pai nem aparece na história. O irmão mais velho é violento e a agride por qualquer motivo. Ao saber que não conseguirá ingressar no curso técnico por causa das notas baixas, ela fica puta da vida e é aí que ela conhece Lady (Assa Sylla), Adiatou (Lindsay Karamoh) e Fily (Mariétou Touré).
Dois segundos e Marieme muda de estilo. Troca o moletom e as tranças afro por jaqueta de couro e cabelo liso. E ela também ganha um apelido: Vic. Em uma das cenas mais bonitas do filme, as quatro garotas alugam um quarto de hotel, se vestem com roupas de festa roubadas e dançam e cantam juntas “Diamonds”, da Rihanna. Sim, isso é ser uma adolescente! É recriar sua identidade em um grupo. É olhar para a miga e dizer “estamos juntas!”.
É bom ficar ligada nos trabalhos da Céline Sciamma. A diretora do filme acerta muito ao abordar o racismo e o machismo sem tirar o amadurecimento das protagonistas do foco. Os dramas delas que importam. As brigas violentas com as garotas rivais (sim, temos meninas vs meninas), a perda da virgindade (sim, ela é chamada de puta), a falta de oportunidades na vida etc.
“A adolescência torna possível contar todo tipo de história. É um gênero que pode ser realista e naturalista, mas também permite fantasiar, falar de amor, de amizade, uma mistura que adoro fazer”, disse ela em uma entrevista bacana à Folha de S. Paulo.
Eu já era fã de Sciamma por causa de “Tomboy”, um filme sobre uma menina de dez anos que assume a identidade de menino. Essas histórias contemporâneas que me interessam e que são raras no cinema. Vale muito a pena acompanhar essa trajetória.
Mariana Ramos dos Santos é uma ilustradora que nasceu em 1986, em Leiria, mas hoje mora no Porto.
Ela é mestranda em Design Gráfico e Projetos Editoriais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Em uma entrevista a um jornal português em 2011, Mariana disse gostar de desenhar pessoas e procura sempre o lado “grotesco” da coisa. Ela gosta de desenhar ouvindo música e, muita vezes, faz posts engraçadinhos em seu Instagram em que ilustra algumas letras de músicas, inclusive brasileiras:
Ela é uma artista visual e ilustradora de 31 anos, que se tornou mais conhecida quando começou a pintar sorvetes e outros doces coloridos em edifícios de Lisboa, sua cidade natal, em 2005. E foi assim que criou a sua marca artística. Não tem como olhar para um desenho dela e não saber que foi a Imaginário que passou por ali.
“Sou fazedora de coisas que gosto” é como ela própria se descreve.
Nascida em 1988, Angela Ferreira pinta desde murais em grande escala até trabalhos intimistas em papel e tela. Sua arte é marcada pelo uso de cores contrastantes e formas geométricas que dão vida a lendas e mitos ancestrais.
Eu tenho a honra de morar próxima a um mural dela em Marvila, bairro de Lisboa, e olhem esse guia que ela fez da cidade.
Agora até a Madonna já descobriu o trabalho de Rita M. Gomes (sim, a cantora compartilhou um artezinha da portuguesa em seu Instagram). Rita se descreve assim: “Ser humana sem valor, realista pessimista, maldita misantropa, super fã de Carly Rae Jepsen”.
Nascida no Porto em 1988, Rita é sarcástica, bem sarcástica em seu trabalho e eu amo isso. Eu adoro tudo o que ela faz, mas especialmente esse último trabalho dela para a edição britânica do Festival Iminente: