As esculturas de leite de Periperipeng

Tão bonitinho que é pra deixar o café esfriando

Periperipeng é o nickname de Daphne Tan, de Singapura. Ela derrete a internet toda a semana com suas esculturas 3D feitas com espuma de leite de bebidas latte (café, chai ou matcha latte).
 

Posted this on my story and it was highly requested to be put on my main so here you go!

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Tried to recreate @kyoffee's shiba inu but in 3D! (don't worry my hands were clean haha)

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Pulled an all nighter 2 nights ago so this has been my spirit animal for the past 2 days

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The 10min process shortened to one!

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A brincadeira virou comprometimento em dezembro de 2016, quando ela postou suas primeiras esculturas de leite, também conhecidas como 3D Coffee Latte Art. Dali em diante ela foi aperfeiçoando e ousando na criatividade.
 

so i tried to make we bare bears… ft. the most delicious coconut bircher muesli

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The Making Of Snoopy Part II

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pusheen lookalike gone wild

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Oh. My. Glob.

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Apesar do sucesso, Periperipeng afirma que essas esculturas são apenas um hobbie, ela não trabalha em nenhuma cafeteria. Mas o dia que ela resolver montar um café eu pego o primeiro avião pra Singapura!
 

level up?

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dear instagram, please allow unsquared multiple photos/videos😿

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I thought moving mountains was impossible?

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A Cafe ChocoTea inspired cup

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Misty Copeland e as bailarinas negras

Misty Copeland é uma bailarina norte-americana que está quebrando barreiras e empoderando garotas ao redor do mundo. Por que?

 

 
Este comercial de 2014, estrelado por ela para a marca Under Armour, explica um pouco o poder da sua trajetória. Seu despertar para a dança foi aos 13 anos, quando morava com a mãe e seus cinco irmãos em um hotel na Califórnia. Ela foi rejeitada em diversas escolas por ser “muito velha” para começar o ballet e, principalmente, por ser negra. Claro que esse racismo era, em sua maioria, velado. Mas isso não a impediu de perseguir seu sonho, inspirada por Raven Wilkinson, uma das primeiras bailarinas afro-americanas. Hoje ela é a estrela do American Ballet Theatre, em Nova York.

 

 
O grande marco na carreira de Copeland veio em abril de 2012, quando protagonizou o ballet “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky. Em 2014, foi solista em outro clássico: “O Quebra-Nozes”. Mais recentemente, Misty Copeland fez sua estreia no papel duplo de Odette / Odile em “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, o papel mais épico do ballet mundial (é, aquele do filme “Cisne Negro“, interpretado pela Natalie Portman). Este é um protagonismo que a própria Copeland nunca pensou em viver nos palcos, já que é tradicionalmente interpretado por bailarinas brancas.

Existe um lindo documentário em andamento sobre bailarinas negras, chamado “Black Ballerina“. O filme apresenta o universo esmagadoramente branco da dança clássica, através das histórias de várias mulheres negras de diferentes gerações que se apaixonaram pelo ballet. Seis décadas atrás, enquanto prosseguiam os seus sonhos de carreira em dança clássica, Joan Myers Brown, Delores Browne e Raven Wilkinson confrontaram o racismo, a exclusão e a desigualdade de oportunidades. Décadas depois, o presente é retratado por três jovens mulheres negras que também desenvolvem carreiras como bailarinas. A pergunta que fica: Será que a cor do ballet mudou? Se sim, como? Se não, por quê?

 

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