Ano passado, um usuário do Twitter que atende pelo apelido @cutequeer96 tuitou a seguinte questão: “E se os homens sentissem nojo por estupro da mesma forma que sentem nojo por menstruação?”. Bom, o viral estava feito. Esse tweet se espalhou e estimulou diversos debates sobre a cultura de estupro e atitudes de gênero. Mas foi em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, que esse tweet inspirou um projeto de arte: maxi pad protest art.
imagine if men were as disgusted with rape as they are with periods
Elonë, a artista pro trás do protesto artístico, teve sua mensagem impactada para muito além dos postes da sua cidade, graças ao Tumblr. Obviamente, ela recebeu tantas mensagens de apoio como de ódio.
Ela contou para o site da revista Dazed que alguns haters começaram a chamá-la de misândrica, o que ela afirma não ser. Para ela, feminismo é igualdade, por isso sua arte tem a intenção de provocar e fazer as pessoas pensarem sobre o mundo sexista que estamos inseridos.
São mais de 40 absorventes espalhados pela cidade, mas ela tem intenções de expandir seu projeto. E ela convida para que qualquer pessoa do mundo que quiser se unir ao protesto, basta escrever sua mensagem em um absorvente, fotografar e compartilhar com a hashtag #padsagainstsexism.
Lembrando que Elonë não é a primeira artista a usar a ideia de menstruação como material para sua arte. A artista Tracey Emin, do Reino Unido, já apresentou um vidro com absorventes internos usados, logo ao lado de um teste de gravidez, para uma peça chamada “The History Of Painting Part 1”. E a artista chilena Carina Úbeda coletou cinco anos de sangue menstrual para sua exposição, chamada “Paños”. Porque enquanto o sangue masculino representa bravura, o da mulher representa vergonha.
Ano passado, um usuário do Twitter que atende pelo apelido @cutequeer96 tuitou a seguinte questão: “E se os homens sentissem nojo por estupro da mesma forma que sentem nojo por menstruação?”. Bom, o viral estava feito. Esse tweet se espalhou e estimulou diversos debates sobre a cultura de estupro e atitudes de gênero. Mas foi em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, que esse tweet inspirou um projeto de arte: maxi pad protest art.
imagine if men were as disgusted with rape as they are with periods
Elonë, a artista pro trás do protesto artístico, teve sua mensagem impactada para muito além dos postes da sua cidade, graças ao Tumblr. Obviamente, ela recebeu tantas mensagens de apoio como de ódio.
Ela contou para o site da revista Dazed que alguns haters começaram a chamá-la de misândrica, o que ela afirma não ser. Para ela, feminismo é igualdade, por isso sua arte tem a intenção de provocar e fazer as pessoas pensarem sobre o mundo sexista que estamos inseridos.
São mais de 40 absorventes espalhados pela cidade, mas ela tem intenções de expandir seu projeto. E ela convida para que qualquer pessoa do mundo que quiser se unir ao protesto, basta escrever sua mensagem em um absorvente, fotografar e compartilhar com a hashtag #padsagainstsexism.
Lembrando que Elonë não é a primeira artista a usar a ideia de menstruação como material para sua arte. A artista Tracey Emin, do Reino Unido, já apresentou um vidro com absorventes internos usados, logo ao lado de um teste de gravidez, para uma peça chamada “The History Of Painting Part 1”. E a artista chilena Carina Úbeda coletou cinco anos de sangue menstrual para sua exposição, chamada “Paños”. Porque enquanto o sangue masculino representa bravura, o da mulher representa vergonha.
Ano passado, um usuário do Twitter que atende pelo apelido @cutequeer96 tuitou a seguinte questão: “E se os homens sentissem nojo por estupro da mesma forma que sentem nojo por menstruação?”. Bom, o viral estava feito. Esse tweet se espalhou e estimulou diversos debates sobre a cultura de estupro e atitudes de gênero. Mas foi em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, que esse tweet inspirou um projeto de arte: maxi pad protest art.
imagine if men were as disgusted with rape as they are with periods
Elonë, a artista pro trás do protesto artístico, teve sua mensagem impactada para muito além dos postes da sua cidade, graças ao Tumblr. Obviamente, ela recebeu tantas mensagens de apoio como de ódio.
Ela contou para o site da revista Dazed que alguns haters começaram a chamá-la de misândrica, o que ela afirma não ser. Para ela, feminismo é igualdade, por isso sua arte tem a intenção de provocar e fazer as pessoas pensarem sobre o mundo sexista que estamos inseridos.
São mais de 40 absorventes espalhados pela cidade, mas ela tem intenções de expandir seu projeto. E ela convida para que qualquer pessoa do mundo que quiser se unir ao protesto, basta escrever sua mensagem em um absorvente, fotografar e compartilhar com a hashtag #padsagainstsexism.
Lembrando que Elonë não é a primeira artista a usar a ideia de menstruação como material para sua arte. A artista Tracey Emin, do Reino Unido, já apresentou um vidro com absorventes internos usados, logo ao lado de um teste de gravidez, para uma peça chamada “The History Of Painting Part 1”. E a artista chilena Carina Úbeda coletou cinco anos de sangue menstrual para sua exposição, chamada “Paños”. Porque enquanto o sangue masculino representa bravura, o da mulher representa vergonha.
O clipe da música “How Can It Be (feat. Maddee)”, do canadense Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
Pra quem curtiu o som, ouça o EP e siga o SoundCloud. Fica um outro som aqui:
@cutequeer96 tuitou a seguinte questão: “E se os homens sentissem nojo por estupro da mesma forma que sentem nojo por menstruação?”. Bom, o viral estava feito. Esse tweet se espalhou e estimulou diversos debates sobre a cultura de estupro e atitudes de gênero. Mas foi em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, que esse tweet inspirou um projeto de arte: maxi pad protest art.
imagine if men were as disgusted with rape as they are with periods
Elonë, a artista pro trás do protesto artístico, teve sua mensagem impactada para muito além dos postes da sua cidade, graças ao Tumblr. Obviamente, ela recebeu tantas mensagens de apoio como de ódio.
Ela contou para o site da revista Dazed que alguns haters começaram a chamá-la de misândrica, o que ela afirma não ser. Para ela, feminismo é igualdade, por isso sua arte tem a intenção de provocar e fazer as pessoas pensarem sobre o mundo sexista que estamos inseridos.
São mais de 40 absorventes espalhados pela cidade, mas ela tem intenções de expandir seu projeto. E ela convida para que qualquer pessoa do mundo que quiser se unir ao protesto, basta escrever sua mensagem em um absorvente, fotografar e compartilhar com a hashtag #padsagainstsexism.
Lembrando que Elonë não é a primeira artista a usar a ideia de menstruação como material para sua arte. A artista Tracey Emin, do Reino Unido, já apresentou um vidro com absorventes internos usados, logo ao lado de um teste de gravidez, para uma peça chamada “The History Of Painting Part 1”. E a artista chilena Carina Úbeda coletou cinco anos de sangue menstrual para sua exposição, chamada “Paños”. Porque enquanto o sangue masculino representa bravura, o da mulher representa vergonha.