Toda a mulher que já se aventurou no mundo mágico da maquiagem já viveu um resultado desastroso. Tentou copiar aquele make bapho da blogueira X e saiu parecendo artista do Cirque du Soleil (a não ser que seja proposital, aí tudo bem).
São tantas camadas! Primer, BB cream, base, corretivo, pó, blush, iluminador, bronzer… Nosso rosto vira uma tela de pintura que, pra quem não tem muita habilidade, resulta em uma baita frustração. Mas seguimos bombardeadas com as novas tendências da beleza das passarelas, looks estranhos, perfeitos, fabulosos. E é tudo uma grande histeria. Muita gente ama, muita gente odeia.
Esse poder de transformação da maquiagem tão venerado ao longo dos séculos inspirou a artista Megan Nicole Dong a criar o zine “Pretty Time!“, cujas ilustrações fizeram manchetes no Tumblr. A mensagem era simples:
Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):
Toda a mulher que já se aventurou no mundo mágico da maquiagem já viveu um resultado desastroso. Tentou copiar aquele make bapho da blogueira X e saiu parecendo artista do Cirque du Soleil (a não ser que seja proposital, aí tudo bem).
São tantas camadas! Primer, BB cream, base, corretivo, pó, blush, iluminador, bronzer… Nosso rosto vira uma tela de pintura que, pra quem não tem muita habilidade, resulta em uma baita frustração. Mas seguimos bombardeadas com as novas tendências da beleza das passarelas, looks estranhos, perfeitos, fabulosos. E é tudo uma grande histeria. Muita gente ama, muita gente odeia.
Esse poder de transformação da maquiagem tão venerado ao longo dos séculos inspirou a artista Megan Nicole Dong a criar o zine “Pretty Time!“, cujas ilustrações fizeram manchetes no Tumblr. A mensagem era simples:
Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):
Toda a mulher que já se aventurou no mundo mágico da maquiagem já viveu um resultado desastroso. Tentou copiar aquele make bapho da blogueira X e saiu parecendo artista do Cirque du Soleil (a não ser que seja proposital, aí tudo bem).
São tantas camadas! Primer, BB cream, base, corretivo, pó, blush, iluminador, bronzer… Nosso rosto vira uma tela de pintura que, pra quem não tem muita habilidade, resulta em uma baita frustração. Mas seguimos bombardeadas com as novas tendências da beleza das passarelas, looks estranhos, perfeitos, fabulosos. E é tudo uma grande histeria. Muita gente ama, muita gente odeia.
Esse poder de transformação da maquiagem tão venerado ao longo dos séculos inspirou a artista Megan Nicole Dong a criar o zine “Pretty Time!“, cujas ilustrações fizeram manchetes no Tumblr. A mensagem era simples:
Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):
A falta de representatividade da mulher nos quadrinhos está, aos poucos, sendo preenchida com boas iniciativas. A Marvel, por exemplo, trouxe uma garota de origem muçulmana para viver a super-heroína Ms. Marvel, transformou Thor em uma mulher e nos apresentou a Silk.
Também vemos o quadrinho independente ganhar força com histórias incríveis e divertidas de protagonistas femininas poderosas, como Rat Queens e Lumberjanes.
Recentemente, o cineasta indo-americano Ram Devineni lançou uma HQ para discutir a ainda latente violência sexual contra mulheres na Índia. “Priya Shakti“ conta a história de Priya, uma jovem que sobrevive a um estupro coletivo e resolve lutar – com a ajuda de um tigre e das deusas hindu Parvati e Shiva – contra os agressores, com a missão erradicar os crimes de gênero no país.
Ram Devineni diz que teve a ideia da HQ após o assassinato de uma estudante em um ônibus em Nova Déli em decorrência de um estupro coletivo, que gerou uma onda de protestos na Índia. Ele disse que, ao conversar com um policial, ouviu que “garotas sérias não deveriam andar sozinhas à noite” – claramente culpabilizando a vítima. Isso fez com que ele percebesse que o estupro e a violência sexual são culturais. Assim, usou de uma das mídias pop mais poderosas para conseguir falar com crianças entre 10 a 12 anos sobre esse problema sério, afim de educá-las desde cedo sobre o problema.
A HQ é ainda transmídia, feita para interagir com tablets e smartphones, proporcionando uma experiência amplificada através da tecnologia da realidade aumentada. Essas interações do leitor com a história ajudou a espalhar a campanha #IStandForPriya (tradução livre: eu apoio Priya), que potencializa a missão do quadrinho.
Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):