M.I.A., cantora britânica com o sangue de origem Sri Lanka. Prepara o quinto álbum de inéditas, intitulado “Matahdatah” (estilizado como ΛΛ Λ T Λ H D Λ T Λ H), e conta com a faixa “Swords”, já lançada com esse clipe maravilhoso:
Hoje seu video “Borders” ou “Fronteiras” dirigido por ela mesma, estreou na internet. Nele, a cantora participa de um grupo de refugiados, escalando cercas de arames e em multidões em pequenos barcos.
A música evidencia, através de batidas e sintetizadores que lembram sirenes um estado de emergência, e como sempre há críticas religiosas, políticas, étnicas e ideológicas. Suas criações conseguem reconhecer as tensões da humanidade moderna através de seus olhos.
Dá pra entender seu engajamento político, já que seu pai é ativista de um partido do Sri Lanka. Quando criança, M.I.A. sofreu na pele o peso da Guerra Civil e foi obrigada a se deslocar do país. Do Sri para Índia, da Índia para Londres. Lá ela estudou, cresceu e se tornou a grande artista que é hoje, sem esquecer suas raízes.
The new world (Whats up with that?)
M.I.A., cantora britânica com o sangue de origem Sri Lanka. Prepara o quinto álbum de inéditas, intitulado “Matahdatah” (estilizado como ΛΛ Λ T Λ H D Λ T Λ H), e conta com a faixa “Swords”, já lançada com esse clipe maravilhoso:
Hoje seu video “Borders” ou “Fronteiras” dirigido por ela mesma, estreou na internet. Nele, a cantora participa de um grupo de refugiados, escalando cercas de arames e em multidões em pequenos barcos.
A música evidencia, através de batidas e sintetizadores que lembram sirenes um estado de emergência, e como sempre há críticas religiosas, políticas, étnicas e ideológicas. Suas criações conseguem reconhecer as tensões da humanidade moderna através de seus olhos.
Dá pra entender seu engajamento político, já que seu pai é ativista de um partido do Sri Lanka. Quando criança, M.I.A. sofreu na pele o peso da Guerra Civil e foi obrigada a se deslocar do país. Do Sri para Índia, da Índia para Londres. Lá ela estudou, cresceu e se tornou a grande artista que é hoje, sem esquecer suas raízes.
M.I.A., cantora britânica com o sangue de origem Sri Lanka. Prepara o quinto álbum de inéditas, intitulado “Matahdatah” (estilizado como ΛΛ Λ T Λ H D Λ T Λ H), e conta com a faixa “Swords”, já lançada com esse clipe maravilhoso:
Hoje seu video “Borders” ou “Fronteiras” dirigido por ela mesma, estreou na internet. Nele, a cantora participa de um grupo de refugiados, escalando cercas de arames e em multidões em pequenos barcos.
A música evidencia, através de batidas e sintetizadores que lembram sirenes um estado de emergência, e como sempre há críticas religiosas, políticas, étnicas e ideológicas. Suas criações conseguem reconhecer as tensões da humanidade moderna através de seus olhos.
Dá pra entender seu engajamento político, já que seu pai é ativista de um partido do Sri Lanka. Quando criança, M.I.A. sofreu na pele o peso da Guerra Civil e foi obrigada a se deslocar do país. Do Sri para Índia, da Índia para Londres. Lá ela estudou, cresceu e se tornou a grande artista que é hoje, sem esquecer suas raízes.
Ahh… que saudade Satoshi! Fazem 5 anos que Satoshi Kon, um dos melhores e mais consagrados diretores e roteiristas de animação japonesa não está mais entre nós :(
* sniff sniff *
Um gênio que influenciou diretamente diretores como Darren Aeronovsky e Christopher Nolan. Nesse vídeo dá pra entender em detalhes suas obras e como elas inspiraram criativos do mundo inteiro.
O pessoal do ramo cinematográfico impõe limites à animação. Para eles, é tudo sobre garotas lindas, robôs e explosões, e não é bem assim (Satoshi Kon)
Ele usou a animação como meio de tratar assuntos e abordagens cinematográficas. Mais do que “animes”, fazia cinema com animação. Seu desejo era, através da disso, ampliar o público-alvo e oferecer entretenimento aos adultos. Pra quem não conhece, esse ser iluminado dirigiiu e escreveu filmes maravilhosos como:
Tem esse curta lindo chamado “Ohayo” (bom dia), que eu amo também.
Enfim, vale assistir todas suas obras! A maioria era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade. Dando um nó na nossa cabecinha ocidental não preparada pra tal maluquices.
Nesse ano também foi lançado o seu artbook com várias imagens sensacionais, uma mais linda que a outra.
“Então, a todos que permaneceram comigo através deste longo documento, obrigado. Com meu coração cheio de gratidão, por tudo de bom no mundo, soltarei minha caneta. Agora, com licença; eu preciso ir” (Satoshi Kon, em sua carta de despedida, Agosto de 2010)
Hoje seu video “Borders” ou “Fronteiras” dirigido por ela mesma, estreou na internet. Nele, a cantora participa de um grupo de refugiados, escalando cercas de arames e em multidões em pequenos barcos.
A música evidencia, através de batidas e sintetizadores que lembram sirenes um estado de emergência, e como sempre há críticas religiosas, políticas, étnicas e ideológicas. Suas criações conseguem reconhecer as tensões da humanidade moderna através de seus olhos.
Dá pra entender seu engajamento político, já que seu pai é ativista de um partido do Sri Lanka. Quando criança, M.I.A. sofreu na pele o peso da Guerra Civil e foi obrigada a se deslocar do país. Do Sri para Índia, da Índia para Londres. Lá ela estudou, cresceu e se tornou a grande artista que é hoje, sem esquecer suas raízes.