No Brasil estamos começando a experimentar lojas especializadas em coisas nerds, especialmente em São Paulo. Vendas de garage kits, de HQs e mangás, games, jogos de tabuleiro. A ideia de um bar temático, então! Isso é recente.
Mas lá no Japão isso é algo bastante comum há muitos anos. Sabe o que estava faltando? Um clube da Luluzinha nerd, um espaço só para garotas, para que elas possam relaxar e ser elas mesmas, trabalhar, ler juntas, jogar videogames, fazer reuniões e até costurar as roupas dos cosplays (!) sem se preocuparem em ser mais um pedaço de carne estereotipado, tendo que tomar cuidado para não ter suas calcinhas fotografadas por aí.
A cafeteria Ataraxia Cafe, em Osaka, é a primeira no país a permitir apenas a entrada de mulheres. O café tem um espaço de trabalho super completo que oferece wi-fi gratuito (raro no Japão), carregadores, máquinas de costura, manequins e muitas mesas para as garotas realizarem seus projetos.
A cafeteria “girls only” serve café (dãr), chá, doces incríveis (como os que tem no Espaço Kazu, no bairro da Liberdade em São Paulo) e também álcool – nada como um happy hour das minas.
Para participar do café, é preciso tornar-se membro. Clubes de cafés, exclusivos para assinantes/membros, é algo bastante comum no Japão. No caso do Ataraxia Cafe, é preciso ser uma mulher acima de 18 anos.
E aí? Acham interessante a ideia de um espaço só para garotas ou consideram problemático manter espaços divididos por gênero?
No Brasil estamos começando a experimentar lojas especializadas em coisas nerds, especialmente em São Paulo. Vendas de garage kits, de HQs e mangás, games, jogos de tabuleiro. A ideia de um bar temático, então! Isso é recente.
Mas lá no Japão isso é algo bastante comum há muitos anos. Sabe o que estava faltando? Um clube da Luluzinha nerd, um espaço só para garotas, para que elas possam relaxar e ser elas mesmas, trabalhar, ler juntas, jogar videogames, fazer reuniões e até costurar as roupas dos cosplays (!) sem se preocuparem em ser mais um pedaço de carne estereotipado, tendo que tomar cuidado para não ter suas calcinhas fotografadas por aí.
A cafeteria Ataraxia Cafe, em Osaka, é a primeira no país a permitir apenas a entrada de mulheres. O café tem um espaço de trabalho super completo que oferece wi-fi gratuito (raro no Japão), carregadores, máquinas de costura, manequins e muitas mesas para as garotas realizarem seus projetos.
A cafeteria “girls only” serve café (dãr), chá, doces incríveis (como os que tem no Espaço Kazu, no bairro da Liberdade em São Paulo) e também álcool – nada como um happy hour das minas.
Para participar do café, é preciso tornar-se membro. Clubes de cafés, exclusivos para assinantes/membros, é algo bastante comum no Japão. No caso do Ataraxia Cafe, é preciso ser uma mulher acima de 18 anos.
E aí? Acham interessante a ideia de um espaço só para garotas ou consideram problemático manter espaços divididos por gênero?
No Brasil estamos começando a experimentar lojas especializadas em coisas nerds, especialmente em São Paulo. Vendas de garage kits, de HQs e mangás, games, jogos de tabuleiro. A ideia de um bar temático, então! Isso é recente.
Mas lá no Japão isso é algo bastante comum há muitos anos. Sabe o que estava faltando? Um clube da Luluzinha nerd, um espaço só para garotas, para que elas possam relaxar e ser elas mesmas, trabalhar, ler juntas, jogar videogames, fazer reuniões e até costurar as roupas dos cosplays (!) sem se preocuparem em ser mais um pedaço de carne estereotipado, tendo que tomar cuidado para não ter suas calcinhas fotografadas por aí.
A cafeteria Ataraxia Cafe, em Osaka, é a primeira no país a permitir apenas a entrada de mulheres. O café tem um espaço de trabalho super completo que oferece wi-fi gratuito (raro no Japão), carregadores, máquinas de costura, manequins e muitas mesas para as garotas realizarem seus projetos.
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A cafeteria “girls only” serve café (dãr), chá, doces incríveis (como os que tem no Espaço Kazu, no bairro da Liberdade em São Paulo) e também álcool – nada como um happy hour das minas.
Para participar do café, é preciso tornar-se membro. Clubes de cafés, exclusivos para assinantes/membros, é algo bastante comum no Japão. No caso do Ataraxia Cafe, é preciso ser uma mulher acima de 18 anos.
E aí? Acham interessante a ideia de um espaço só para garotas ou consideram problemático manter espaços divididos por gênero?
Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.
Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.
O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.
A cafeteria Ataraxia Cafe, em Osaka, é a primeira no país a permitir apenas a entrada de mulheres. O café tem um espaço de trabalho super completo que oferece wi-fi gratuito (raro no Japão), carregadores, máquinas de costura, manequins e muitas mesas para as garotas realizarem seus projetos.
A cafeteria “girls only” serve café (dãr), chá, doces incríveis (como os que tem no Espaço Kazu, no bairro da Liberdade em São Paulo) e também álcool – nada como um happy hour das minas.
Para participar do café, é preciso tornar-se membro. Clubes de cafés, exclusivos para assinantes/membros, é algo bastante comum no Japão. No caso do Ataraxia Cafe, é preciso ser uma mulher acima de 18 anos.
E aí? Acham interessante a ideia de um espaço só para garotas ou consideram problemático manter espaços divididos por gênero?