Felizmente, faz um tempo que a Harley Quinn deixou de ser apenas a namorada do Coringa e conquistou espaço como uma das personagens mais amadas do universo da DC Comics. Tanto que, em 2013, a personagem ganhou um selo solo com texto do casal de roteiristas Amanda Connor e Jimmy Palmiotti.
Não espere pela origem da personagem pois não é esse o propósito dessas novas edições. O passado como psiquiatra no Arkham Asylum e de criminosa ao lado de seu paciente mais notório ficaram para trás.
Nessa nova fase, Harley está recomeçando a vida longe da péssima influência que o Coringa tem sobre ela. Depois de herdar um prédio caindo aos pedaços de um antigo paciente no Arkham Asylum, ela se torna síndica, defensora dos animais, volta a clinicar como psiquiatra e entra para um time de roller derby. Ah, vale lembrar que no meio disso tudo ela ainda encontra tempo para ser uma heroína.
Sim, ela está bem longe de ter a personalidade de uma heroína clássica, defensora da paz e dos direitos, por mais que suas ações sejam motivadas para fazer algo bom. Divertida e meio psicótica, Harley está mais preocupada com os fins e não com os meios.
Ela fica tão indignada com situações de maus tratos, seja um cara arrastando um cachorro no asfalto quente ou uma família que negligencia a matriarca, que escolhe os meios mais violentos para dar um fim a elas e tornar o mundo um lugar melhor. Por isso a acho tão cativante. Harley coloca em prática aqui o que uma parte de nós só faz em pensamento.
Um toque muito bom do roteiro de Amanda e Jimmy foi colocá-la em um time de roller derby. Harley passou pelo relacionamento mais abusivo das histórias em quadrinhos quando estava com o Coringa. O esporte vem justamente para empoderá-la depois de tudo isso. É lá que ela pode ser ela mesma, onde encontra outras garotas para apoiá-la e ainda se diverte.
O roller derby tem realmente esse poder na vida de várias mulheres. Para quem quiser saber um pouco mais sobre recomendo esse texto da Tati Lapatiuk.
Não são só as jogadoras de seu time que dão apoio nessa nova fase. Vez ou outra, Poison Ivy aparece para saber como Harley está se virando e dar uma força se preciso. Inclusive, a editora anunciou que as duas são namoradas, mas sem o ciúmes da monogamia.
A bonita ainda decidiu montar uma “gangue das arlequinas” para ajudá-la a combater o crime. Além de representar a própria luta para trazer verdade e justiça para o mundo, Harley busca meninas corajosas e que inspirem outras a fazer o mesmo.
Em várias discussões, vi comentários de pessoas que acham que as roupas da Harley ainda estão muito sensualizadas. Isso tem sido apontado como um ponto negativo das HQs. Na minha opinião, vejo as roupas curtas (que ela não usa o tempo inteiro) como parte da personalidade dela e, se comparada com os traços das edições de Suicide Squad, onde era realmente esse o propósito, houve uma significativa melhora.
Aqui no Brasil, o selo solo está sendo lançado em encadernados de capa cartão pela editora Panini.
Para quem quiser saber mais sobre a origem da personagem e toda a sua trajetória vale a leitura do ótimo artigo da Louise.
Felizmente, faz um tempo que a Harley Quinn deixou de ser apenas a namorada do Coringa e conquistou espaço como uma das personagens mais amadas do universo da DC Comics. Tanto que, em 2013, a personagem ganhou um selo solo com texto do casal de roteiristas Amanda Connor e Jimmy Palmiotti.
Não espere pela origem da personagem pois não é esse o propósito dessas novas edições. O passado como psiquiatra no Arkham Asylum e de criminosa ao lado de seu paciente mais notório ficaram para trás.
Nessa nova fase, Harley está recomeçando a vida longe da péssima influência que o Coringa tem sobre ela. Depois de herdar um prédio caindo aos pedaços de um antigo paciente no Arkham Asylum, ela se torna síndica, defensora dos animais, volta a clinicar como psiquiatra e entra para um time de roller derby. Ah, vale lembrar que no meio disso tudo ela ainda encontra tempo para ser uma heroína.
Sim, ela está bem longe de ter a personalidade de uma heroína clássica, defensora da paz e dos direitos, por mais que suas ações sejam motivadas para fazer algo bom. Divertida e meio psicótica, Harley está mais preocupada com os fins e não com os meios.
Ela fica tão indignada com situações de maus tratos, seja um cara arrastando um cachorro no asfalto quente ou uma família que negligencia a matriarca, que escolhe os meios mais violentos para dar um fim a elas e tornar o mundo um lugar melhor. Por isso a acho tão cativante. Harley coloca em prática aqui o que uma parte de nós só faz em pensamento.
Um toque muito bom do roteiro de Amanda e Jimmy foi colocá-la em um time de roller derby. Harley passou pelo relacionamento mais abusivo das histórias em quadrinhos quando estava com o Coringa. O esporte vem justamente para empoderá-la depois de tudo isso. É lá que ela pode ser ela mesma, onde encontra outras garotas para apoiá-la e ainda se diverte.
O roller derby tem realmente esse poder na vida de várias mulheres. Para quem quiser saber um pouco mais sobre recomendo esse texto da Tati Lapatiuk.
Não são só as jogadoras de seu time que dão apoio nessa nova fase. Vez ou outra, Poison Ivy aparece para saber como Harley está se virando e dar uma força se preciso. Inclusive, a editora anunciou que as duas são namoradas, mas sem o ciúmes da monogamia.
A bonita ainda decidiu montar uma “gangue das arlequinas” para ajudá-la a combater o crime. Além de representar a própria luta para trazer verdade e justiça para o mundo, Harley busca meninas corajosas e que inspirem outras a fazer o mesmo.
Em várias discussões, vi comentários de pessoas que acham que as roupas da Harley ainda estão muito sensualizadas. Isso tem sido apontado como um ponto negativo das HQs. Na minha opinião, vejo as roupas curtas (que ela não usa o tempo inteiro) como parte da personalidade dela e, se comparada com os traços das edições de Suicide Squad, onde era realmente esse o propósito, houve uma significativa melhora.
Aqui no Brasil, o selo solo está sendo lançado em encadernados de capa cartão pela editora Panini.
Para quem quiser saber mais sobre a origem da personagem e toda a sua trajetória vale a leitura do ótimo artigo da Louise.
Felizmente, faz um tempo que a Harley Quinn deixou de ser apenas a namorada do Coringa e conquistou espaço como uma das personagens mais amadas do universo da DC Comics. Tanto que, em 2013, a personagem ganhou um selo solo com texto do casal de roteiristas Amanda Connor e Jimmy Palmiotti.
Não espere pela origem da personagem pois não é esse o propósito dessas novas edições. O passado como psiquiatra no Arkham Asylum e de criminosa ao lado de seu paciente mais notório ficaram para trás.
Nessa nova fase, Harley está recomeçando a vida longe da péssima influência que o Coringa tem sobre ela. Depois de herdar um prédio caindo aos pedaços de um antigo paciente no Arkham Asylum, ela se torna síndica, defensora dos animais, volta a clinicar como psiquiatra e entra para um time de roller derby. Ah, vale lembrar que no meio disso tudo ela ainda encontra tempo para ser uma heroína.
Sim, ela está bem longe de ter a personalidade de uma heroína clássica, defensora da paz e dos direitos, por mais que suas ações sejam motivadas para fazer algo bom. Divertida e meio psicótica, Harley está mais preocupada com os fins e não com os meios.
Ela fica tão indignada com situações de maus tratos, seja um cara arrastando um cachorro no asfalto quente ou uma família que negligencia a matriarca, que escolhe os meios mais violentos para dar um fim a elas e tornar o mundo um lugar melhor. Por isso a acho tão cativante. Harley coloca em prática aqui o que uma parte de nós só faz em pensamento.
Um toque muito bom do roteiro de Amanda e Jimmy foi colocá-la em um time de roller derby. Harley passou pelo relacionamento mais abusivo das histórias em quadrinhos quando estava com o Coringa. O esporte vem justamente para empoderá-la depois de tudo isso. É lá que ela pode ser ela mesma, onde encontra outras garotas para apoiá-la e ainda se diverte.
O roller derby tem realmente esse poder na vida de várias mulheres. Para quem quiser saber um pouco mais sobre recomendo esse texto da Tati Lapatiuk.
Não são só as jogadoras de seu time que dão apoio nessa nova fase. Vez ou outra, Poison Ivy aparece para saber como Harley está se virando e dar uma força se preciso. Inclusive, a editora anunciou que as duas são namoradas, mas sem o ciúmes da monogamia.
A bonita ainda decidiu montar uma “gangue das arlequinas” para ajudá-la a combater o crime. Além de representar a própria luta para trazer verdade e justiça para o mundo, Harley busca meninas corajosas e que inspirem outras a fazer o mesmo.
Em várias discussões, vi comentários de pessoas que acham que as roupas da Harley ainda estão muito sensualizadas. Isso tem sido apontado como um ponto negativo das HQs. Na minha opinião, vejo as roupas curtas (que ela não usa o tempo inteiro) como parte da personalidade dela e, se comparada com os traços das edições de Suicide Squad, onde era realmente esse o propósito, houve uma significativa melhora.
Aqui no Brasil, o selo solo está sendo lançado em encadernados de capa cartão pela editora Panini.
Para quem quiser saber mais sobre a origem da personagem e toda a sua trajetória vale a leitura do ótimo artigo da Louise.
Praticamente no mundo inteiro, a literatura é um campo cheio de desafios para as mulheres. É constante o fato do trabalho delas ser considerado de baixa qualidade se comparado com as obras de escritores homens e relegado ao sub gênero women’s fiction.
De certa forma, parece que o trabalho delas só tem espaço no mercado com a criação desse gênero especifico. Eu sinto como se alguém dissesse: “Ei… já que vocês não podem concorrer de igual para igual com um homem, toma aqui um espacinho. Agora parem de reclamar e não tentem se meter eu outros gêneros”. Posso estar completamente errada, mas é essa a percepção que tenho como leitora.
E os problemas não param por aí. A falta de representatividade se expande para as próprias narrativas. A falta de personagens significativos que não se encaixem no padrão homem-branco-heterossexual é gritante. Igualmente péssimo são os esteriótipos perpetuados da imagem feminina.
Notando esse problemas e incomodadas com isso, a professora e blogueira, Lady Sybylla, e a escritora Aline Valek tiveram a ideia de montar uma coletânea de contos de ficção cientifica feminista, intitulada Universo Desconstruído. “Queremos com isso quebrar dois estigmas extremamente negativos: que mulheres não sabem escrever ficção cientifica e que feminismo é um movimento que quer destruir o gênero masculino”, elas explicam na introdução do livro.
Um dos pontos que achei mais interessantes durante a leitura, além de ver representando personagens de vários tipo diferentes, foi como os contos tem em comum a desconstrução de um núcleo familiar tradicional, algo super atual, e como os preconceitos são a maior causa dos problemas que imageticamente teremos no futuro. A destruição da humanidade não vem de uma ameaça externa e, sim, da dificuldade de enxergar o outro como um semelhante mesmo sendo diferente.
A primeira edição saiu em 2013 e está disponível no site do projeto, onde você pode fazer o download gratuito em formatos para Kobo, Kindle e PDF. Também é possível comprar a versão física do livro, pra quem gosta do bom e velho papel.
Felizmente, faz um tempo que a Harley Quinn deixou de ser apenas a namorada do Coringa e conquistou espaço como uma das personagens mais amadas do universo da DC Comics. Tanto que, em 2013, a personagem ganhou um selo solo com texto do casal de roteiristas Amanda Connor e Jimmy Palmiotti.
Não espere pela origem da personagem pois não é esse o propósito dessas novas edições. O passado como psiquiatra no Arkham Asylum e de criminosa ao lado de seu paciente mais notório ficaram para trás.
Nessa nova fase, Harley está recomeçando a vida longe da péssima influência que o Coringa tem sobre ela. Depois de herdar um prédio caindo aos pedaços de um antigo paciente no Arkham Asylum, ela se torna síndica, defensora dos animais, volta a clinicar como psiquiatra e entra para um time de roller derby. Ah, vale lembrar que no meio disso tudo ela ainda encontra tempo para ser uma heroína.
Sim, ela está bem longe de ter a personalidade de uma heroína clássica, defensora da paz e dos direitos, por mais que suas ações sejam motivadas para fazer algo bom. Divertida e meio psicótica, Harley está mais preocupada com os fins e não com os meios.
Ela fica tão indignada com situações de maus tratos, seja um cara arrastando um cachorro no asfalto quente ou uma família que negligencia a matriarca, que escolhe os meios mais violentos para dar um fim a elas e tornar o mundo um lugar melhor. Por isso a acho tão cativante. Harley coloca em prática aqui o que uma parte de nós só faz em pensamento.
Um toque muito bom do roteiro de Amanda e Jimmy foi colocá-la em um time de roller derby. Harley passou pelo relacionamento mais abusivo das histórias em quadrinhos quando estava com o Coringa. O esporte vem justamente para empoderá-la depois de tudo isso. É lá que ela pode ser ela mesma, onde encontra outras garotas para apoiá-la e ainda se diverte.
O roller derby tem realmente esse poder na vida de várias mulheres. Para quem quiser saber um pouco mais sobre recomendo esse texto da Tati Lapatiuk.
Não são só as jogadoras de seu time que dão apoio nessa nova fase. Vez ou outra, Poison Ivy aparece para saber como Harley está se virando e dar uma força se preciso. Inclusive, a editora anunciou que as duas são namoradas, mas sem o ciúmes da monogamia.
A bonita ainda decidiu montar uma “gangue das arlequinas” para ajudá-la a combater o crime. Além de representar a própria luta para trazer verdade e justiça para o mundo, Harley busca meninas corajosas e que inspirem outras a fazer o mesmo.
Em várias discussões, vi comentários de pessoas que acham que as roupas da Harley ainda estão muito sensualizadas. Isso tem sido apontado como um ponto negativo das HQs. Na minha opinião, vejo as roupas curtas (que ela não usa o tempo inteiro) como parte da personalidade dela e, se comparada com os traços das edições de Suicide Squad, onde era realmente esse o propósito, houve uma significativa melhora.
Aqui no Brasil, o selo solo está sendo lançado em encadernados de capa cartão pela editora Panini.
Para quem quiser saber mais sobre a origem da personagem e toda a sua trajetória vale a leitura do ótimo artigo da Louise.