A Björk falou, a Björk avisou… pra todas ouvirmos Kelela! Sim, a Solange Knowles também indicou, então vamos lá:
Kelela Mizanekristos é uma cantora e compositora norte-americana, descendente de etíopes, de 33 anos.
Ela estudava Sociologia e cantava jazz em uns barzinhos em Washington, D.C., até que em 2010 decidiu se mudar para Los Angeles, onde conheceu a galera da gravadora Fade to Mind. Em outubro de 2013 lançou sua primeira mixtape, “Cut 4 me”.
Ao trabalhar com produtores ~pouco famosos~ como Arca, Girl Unit, Future Brown e Kingdom, Kelela surgiu como estrela do R&B. Foi aí que Solange deu uma forcinha e também começou a divulgar o trabalho da colega.
Em outubro de 2015, Kelela lançou o EP “Hallucinogen”, do qual se destaca a maravilhosa dançante transante “Rewind”:
A revista “Dazed” dedicou uma capa e produziu um curta sobre a cantora, em fevereiro deste ano, chamado “Interlude”, dirigido por Cieron Magat.
Nele, Kelela canta e dança em Nova York (lugar onde Björk deu uma passadinha para ouvir seu som), anda pelas ruas com as amigas e fala sobre a sua carreira e sobre términos de relacionamentos.
A Björk falou, a Björk avisou… pra todas ouvirmos Kelela! Sim, a Solange Knowles também indicou, então vamos lá:
Kelela Mizanekristos é uma cantora e compositora norte-americana, descendente de etíopes, de 33 anos.
Ela estudava Sociologia e cantava jazz em uns barzinhos em Washington, D.C., até que em 2010 decidiu se mudar para Los Angeles, onde conheceu a galera da gravadora Fade to Mind. Em outubro de 2013 lançou sua primeira mixtape, “Cut 4 me”.
Ao trabalhar com produtores ~pouco famosos~ como Arca, Girl Unit, Future Brown e Kingdom, Kelela surgiu como estrela do R&B. Foi aí que Solange deu uma forcinha e também começou a divulgar o trabalho da colega.
Em outubro de 2015, Kelela lançou o EP “Hallucinogen”, do qual se destaca a maravilhosa dançante transante “Rewind”:
A revista “Dazed” dedicou uma capa e produziu um curta sobre a cantora, em fevereiro deste ano, chamado “Interlude”, dirigido por Cieron Magat.
Nele, Kelela canta e dança em Nova York (lugar onde Björk deu uma passadinha para ouvir seu som), anda pelas ruas com as amigas e fala sobre a sua carreira e sobre términos de relacionamentos.
A Björk falou, a Björk avisou… pra todas ouvirmos Kelela! Sim, a Solange Knowles também indicou, então vamos lá:
Kelela Mizanekristos é uma cantora e compositora norte-americana, descendente de etíopes, de 33 anos.
Ela estudava Sociologia e cantava jazz em uns barzinhos em Washington, D.C., até que em 2010 decidiu se mudar para Los Angeles, onde conheceu a galera da gravadora Fade to Mind. Em outubro de 2013 lançou sua primeira mixtape, “Cut 4 me”.
Ao trabalhar com produtores ~pouco famosos~ como Arca, Girl Unit, Future Brown e Kingdom, Kelela surgiu como estrela do R&B. Foi aí que Solange deu uma forcinha e também começou a divulgar o trabalho da colega.
Em outubro de 2015, Kelela lançou o EP “Hallucinogen”, do qual se destaca a maravilhosa dançante transante “Rewind”:
A revista “Dazed” dedicou uma capa e produziu um curta sobre a cantora, em fevereiro deste ano, chamado “Interlude”, dirigido por Cieron Magat.
Nele, Kelela canta e dança em Nova York (lugar onde Björk deu uma passadinha para ouvir seu som), anda pelas ruas com as amigas e fala sobre a sua carreira e sobre términos de relacionamentos.
Como não indicar um filme sobre mulheres feito por uma mulher e que faz você se emocionar? “As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.
Ao trabalhar com produtores ~pouco famosos~ como Arca, Girl Unit, Future Brown e Kingdom, Kelela surgiu como estrela do R&B. Foi aí que Solange deu uma forcinha e também começou a divulgar o trabalho da colega.
Em outubro de 2015, Kelela lançou o EP “Hallucinogen”, do qual se destaca a maravilhosa dançante transante “Rewind”:
A revista “Dazed” dedicou uma capa e produziu um curta sobre a cantora, em fevereiro deste ano, chamado “Interlude”, dirigido por Cieron Magat.
Nele, Kelela canta e dança em Nova York (lugar onde Björk deu uma passadinha para ouvir seu som), anda pelas ruas com as amigas e fala sobre a sua carreira e sobre términos de relacionamentos.