A querida Aline Valek, criadora da Bobagens Imperdíveis, já falou aqui na Ovelhasobre o bonde das newsletters, indicando várias que valem a pena assinar. Eu também quero indicar uma cujo único defeito é ser escrita em inglês – fica aí um estímulo para você dar uma estudadinha no idioma.
Lenny é uma newsletter feita pela Lena Dunham (criadora da série “Girls”) e Jenni Konner (produtora executiva de “Girls”). Lançada há três meses, a Lenny diz ter como objetivo “entreter einformar, mas também fazer o mundomelhor para as mulherese para as pessoas que as amam.Isso significa garantir o aborto legal e seguro, mantendoo controle de natalidadeem suas mãos, econseguir eleger as pessoas certas, tudo ao mesmo tempovestindomacacõesextremamenteferozes.”
Por que você deve assinar a Lenny? Porque elas estão produzindo um conteúdo muito interessante, que vai de política à cultura e moda. Abaixo, selecionei alguns highlights da Lenny até o momento:
Hillary Clinton
A Lenny estreou com uma mega entrevista com a favorita à candidatura democrata à Casa Branca nas eleições de 2016. Lena Dunham entrevistou pessoalmente a Hillary Clinton (o vídeo você pode ver acima) e elas falaram sobre como ela se tornou uma democrata na época da faculdade; sobre ter se casado com Bill Clinton; e sobre temas como abuso sexual nas universidades e direitos das mulheres. A newsletter está apoiando totalmente sua candidatura.
A vocalista da banda eletrônica escocesa Chvrches publicou um desabafo sobre relacionamento abusivo na quinta edição da Lenny. Falamos na Ovelha sobre seu texto, inclusive. “Uma relação pode ser profundamente prejudicial sem que ninguém deixe marcas em você. Tantas pessoas – especialmente mulheres jovens – acabam tentando manter esses relacionamentos emocionalmente abusivos porque não acham que é tão ruim assim e que nós somos realmente algumas sortudas porque não experimentamos o abuso ‘real’.”
Texto de Valerie Jarrett, assessora do presidente dos EUA Barack Obama, que fala sobre as consequências de brechas nas leis estaduais e federais americanas que permitem que os agressores domésticos comprem armas.
A querida Aline Valek, criadora da Bobagens Imperdíveis, já falou aqui na Ovelhasobre o bonde das newsletters, indicando várias que valem a pena assinar. Eu também quero indicar uma cujo único defeito é ser escrita em inglês – fica aí um estímulo para você dar uma estudadinha no idioma.
Lenny é uma newsletter feita pela Lena Dunham (criadora da série “Girls”) e Jenni Konner (produtora executiva de “Girls”). Lançada há três meses, a Lenny diz ter como objetivo “entreter einformar, mas também fazer o mundomelhor para as mulherese para as pessoas que as amam.Isso significa garantir o aborto legal e seguro, mantendoo controle de natalidadeem suas mãos, econseguir eleger as pessoas certas, tudo ao mesmo tempovestindomacacõesextremamenteferozes.”
Por que você deve assinar a Lenny? Porque elas estão produzindo um conteúdo muito interessante, que vai de política à cultura e moda. Abaixo, selecionei alguns highlights da Lenny até o momento:
Hillary Clinton
A Lenny estreou com uma mega entrevista com a favorita à candidatura democrata à Casa Branca nas eleições de 2016. Lena Dunham entrevistou pessoalmente a Hillary Clinton (o vídeo você pode ver acima) e elas falaram sobre como ela se tornou uma democrata na época da faculdade; sobre ter se casado com Bill Clinton; e sobre temas como abuso sexual nas universidades e direitos das mulheres. A newsletter está apoiando totalmente sua candidatura.
A vocalista da banda eletrônica escocesa Chvrches publicou um desabafo sobre relacionamento abusivo na quinta edição da Lenny. Falamos na Ovelha sobre seu texto, inclusive. “Uma relação pode ser profundamente prejudicial sem que ninguém deixe marcas em você. Tantas pessoas – especialmente mulheres jovens – acabam tentando manter esses relacionamentos emocionalmente abusivos porque não acham que é tão ruim assim e que nós somos realmente algumas sortudas porque não experimentamos o abuso ‘real’.”
Texto de Valerie Jarrett, assessora do presidente dos EUA Barack Obama, que fala sobre as consequências de brechas nas leis estaduais e federais americanas que permitem que os agressores domésticos comprem armas.
A querida Aline Valek, criadora da Bobagens Imperdíveis, já falou aqui na Ovelhasobre o bonde das newsletters, indicando várias que valem a pena assinar. Eu também quero indicar uma cujo único defeito é ser escrita em inglês – fica aí um estímulo para você dar uma estudadinha no idioma.
Lenny é uma newsletter feita pela Lena Dunham (criadora da série “Girls”) e Jenni Konner (produtora executiva de “Girls”). Lançada há três meses, a Lenny diz ter como objetivo “entreter einformar, mas também fazer o mundomelhor para as mulherese para as pessoas que as amam.Isso significa garantir o aborto legal e seguro, mantendoo controle de natalidadeem suas mãos, econseguir eleger as pessoas certas, tudo ao mesmo tempovestindomacacõesextremamenteferozes.”
Por que você deve assinar a Lenny? Porque elas estão produzindo um conteúdo muito interessante, que vai de política à cultura e moda. Abaixo, selecionei alguns highlights da Lenny até o momento:
Hillary Clinton
A Lenny estreou com uma mega entrevista com a favorita à candidatura democrata à Casa Branca nas eleições de 2016. Lena Dunham entrevistou pessoalmente a Hillary Clinton (o vídeo você pode ver acima) e elas falaram sobre como ela se tornou uma democrata na época da faculdade; sobre ter se casado com Bill Clinton; e sobre temas como abuso sexual nas universidades e direitos das mulheres. A newsletter está apoiando totalmente sua candidatura.
A vocalista da banda eletrônica escocesa Chvrches publicou um desabafo sobre relacionamento abusivo na quinta edição da Lenny. Falamos na Ovelha sobre seu texto, inclusive. “Uma relação pode ser profundamente prejudicial sem que ninguém deixe marcas em você. Tantas pessoas – especialmente mulheres jovens – acabam tentando manter esses relacionamentos emocionalmente abusivos porque não acham que é tão ruim assim e que nós somos realmente algumas sortudas porque não experimentamos o abuso ‘real’.”
Texto de Valerie Jarrett, assessora do presidente dos EUA Barack Obama, que fala sobre as consequências de brechas nas leis estaduais e federais americanas que permitem que os agressores domésticos comprem armas.
Dividido em quatro partes, o documentário “Filhas do Destino” é dirigido pela norte-americana Vanessa Roth e produzido pela Netflix. É uma das coisas mais tocantes que eu vi neste ano e quero que todo mundo também veja 1º para aprender um pouco mais sobre a Índia, 2º para prestigiar mais esse tipo de audiovisual sobre mulheres.
O filme acompanha cinco meninas que vivem em algumas das regiões mais pobres do país. Elas são da casta “dalit”, ou “os intocáveis”, que são os trabalhadores braçais, pessoas que trabalham em pedreiras, ou montando caixinhas de fósforo, ou varrendo as ruas, são as mais oprimidas pelo sistema de castas do hinduísmo. Essas cinco meninas estão entre os selecionados quando crianças para estudarem em um colégio interno chamado Shanti Bhavan.
Essa escola foi fundada em 1997, em Bangalore, pelo empresário indiano-americano Abraham George. É um internato que aceita 24 estudantes pré-escolares por ano, entre meninos e meninas, e oferece educação gratuita (comida e habitação) até o 12º ano de ensino, quando depois vão para a faculdade. Apenas uma criança por família pode ingressar na escola. E o filme acompanha essas garotas de idades diferentes durante 7 anos de estudo e vivência na escola.
Em Shanti Bhavan, cada uma delas será preparada para ter a melhor educação possível e, assim, conseguir mudar o futuro da família, ou seja, quebrar esse sistema de casta, e ajudar a própria escola a se manter. É uma prova de que os “dalits” também podem estudar, ter um emprego sem ser braçal, como advogado e médico, e sair da pobreza.
Muitas das cenas mostram as garotas nas salas de aula ou nos dormitórios e dependências da escola. Elas sofrem uma grande pressão para estudar realmente muito, afinal elas precisam conquistar notas altas o suficiente para entrarem nas melhores universidades. Não é permitido ser um aluno mediano. A escola depende também dessa fama de conseguir encaixar seus alunos entre os melhores da Índia para conseguir se manter aberta. Então todos os estudantes aprendem e falam inglês nas aulas e já são orientados a escolherem uma profissão.
No entanto, o mais interessante desse documentário é quando ele acompanha as garotas fora da escola. Os estudantes podem visitar a família apenas em uma época do ano e aí eles enfrentam um mega contraste entre as tradições familiares e o mundo moderno para o qual estão se preparando dentro da escola. A realidade é totalmente incompatível com o que está sendo ensinado nas salas de aula. Nessa parte entram questões principalmente sobre igualdade de gênero e a falta de apoio psicológico para as crianças lidarem com esse contraste.
O documentário trata de expectativas, culpa, ressentimento, morte, conflito familiar… Na faculdade, algumas garotas ficam divididas entre o que a família espera delas, o que elas esperam delas mesmas, e a pressão para continuar contribuindo com a comunidade e com a escola. Uma delas estuda para ser advogada de direitos humanos, outra jornalista, outra enfermeira…
Chorei e fiquei comovida principalmente com os depoimentos das mães das garotas. Elas só querem mesmo que as filhas consigam sair desse sistema de pobreza, não se preocupando se elas vão se casar em nenhum momento pois sabem que as filhas serão independentes dos homens, diferente da própria história delas.
Eu tenho vontade de chorar só de ver o trailer. Assistam a esse filme!
Bobagens Imperdíveis, já falou aqui na Ovelhasobre o bonde das newsletters, indicando várias que valem a pena assinar. Eu também quero indicar uma cujo único defeito é ser escrita em inglês – fica aí um estímulo para você dar uma estudadinha no idioma.
Lenny é uma newsletter feita pela Lena Dunham (criadora da série “Girls”) e Jenni Konner (produtora executiva de “Girls”). Lançada há três meses, a Lenny diz ter como objetivo “entreter einformar, mas também fazer o mundomelhor para as mulherese para as pessoas que as amam.Isso significa garantir o aborto legal e seguro, mantendoo controle de natalidadeem suas mãos, econseguir eleger as pessoas certas, tudo ao mesmo tempovestindomacacõesextremamenteferozes.”
Por que você deve assinar a Lenny? Porque elas estão produzindo um conteúdo muito interessante, que vai de política à cultura e moda. Abaixo, selecionei alguns highlights da Lenny até o momento:
Hillary Clinton
A Lenny estreou com uma mega entrevista com a favorita à candidatura democrata à Casa Branca nas eleições de 2016. Lena Dunham entrevistou pessoalmente a Hillary Clinton (o vídeo você pode ver acima) e elas falaram sobre como ela se tornou uma democrata na época da faculdade; sobre ter se casado com Bill Clinton; e sobre temas como abuso sexual nas universidades e direitos das mulheres. A newsletter está apoiando totalmente sua candidatura.
A vocalista da banda eletrônica escocesa Chvrches publicou um desabafo sobre relacionamento abusivo na quinta edição da Lenny. Falamos na Ovelha sobre seu texto, inclusive. “Uma relação pode ser profundamente prejudicial sem que ninguém deixe marcas em você. Tantas pessoas – especialmente mulheres jovens – acabam tentando manter esses relacionamentos emocionalmente abusivos porque não acham que é tão ruim assim e que nós somos realmente algumas sortudas porque não experimentamos o abuso ‘real’.”
Texto de Valerie Jarrett, assessora do presidente dos EUA Barack Obama, que fala sobre as consequências de brechas nas leis estaduais e federais americanas que permitem que os agressores domésticos comprem armas.