Em 1929, Marianne, com seus 20 aninhos, morou em Paris e foi aprendiz de ninguém menos que Man Ray. Lá, ela desenvolveu um olhar poético para cenas cotidianas nas ruas francesas, inspirada por André Kertesz e Brassai. Nos anos 30, ela trabalhou como fotógrafa profissional em Berlim e teve suas fotos publicados em várias revistas.
O tema principal de Marianne eram as tomboys, mulheres que normalmente usam cabelos curtos, vestem roupas “masculinas”, são independentes, urbanas… Enfim, eram mulheres raras na época.
Ela fotografou principalmente sua amiga suíça Annemarie Schwarzenbach, escritora, fotógrafa e jornalista que morreu em 1942 aos 34 anos.
“Neither a woman nor a man, but an angel, an archangel” (nem uma mulher, nem um homem, mas um anjo, um arcanjo), era como Marianne descrevia Annemarie.
Na Alemanha nazista, os empregadores de Marianne queriam publicar suas fotos sob um pseudônimo para esconder o fato de que ela era judia. Ela se recusou e deixou o país.
Em 1936, foi morar em Amsterdã (Holanda) onde se casou com o negociante de arte Walter Feilchenfeldt. Foi quando ela também parou de fotografar :/
Em 1929, Marianne, com seus 20 aninhos, morou em Paris e foi aprendiz de ninguém menos que Man Ray. Lá, ela desenvolveu um olhar poético para cenas cotidianas nas ruas francesas, inspirada por André Kertesz e Brassai. Nos anos 30, ela trabalhou como fotógrafa profissional em Berlim e teve suas fotos publicados em várias revistas.
O tema principal de Marianne eram as tomboys, mulheres que normalmente usam cabelos curtos, vestem roupas “masculinas”, são independentes, urbanas… Enfim, eram mulheres raras na época.
Ela fotografou principalmente sua amiga suíça Annemarie Schwarzenbach, escritora, fotógrafa e jornalista que morreu em 1942 aos 34 anos.
“Neither a woman nor a man, but an angel, an archangel” (nem uma mulher, nem um homem, mas um anjo, um arcanjo), era como Marianne descrevia Annemarie.
Na Alemanha nazista, os empregadores de Marianne queriam publicar suas fotos sob um pseudônimo para esconder o fato de que ela era judia. Ela se recusou e deixou o país.
Em 1936, foi morar em Amsterdã (Holanda) onde se casou com o negociante de arte Walter Feilchenfeldt. Foi quando ela também parou de fotografar :/
Em 1929, Marianne, com seus 20 aninhos, morou em Paris e foi aprendiz de ninguém menos que Man Ray. Lá, ela desenvolveu um olhar poético para cenas cotidianas nas ruas francesas, inspirada por André Kertesz e Brassai. Nos anos 30, ela trabalhou como fotógrafa profissional em Berlim e teve suas fotos publicados em várias revistas.
O tema principal de Marianne eram as tomboys, mulheres que normalmente usam cabelos curtos, vestem roupas “masculinas”, são independentes, urbanas… Enfim, eram mulheres raras na época.
Ela fotografou principalmente sua amiga suíça Annemarie Schwarzenbach, escritora, fotógrafa e jornalista que morreu em 1942 aos 34 anos.
“Neither a woman nor a man, but an angel, an archangel” (nem uma mulher, nem um homem, mas um anjo, um arcanjo), era como Marianne descrevia Annemarie.
Na Alemanha nazista, os empregadores de Marianne queriam publicar suas fotos sob um pseudônimo para esconder o fato de que ela era judia. Ela se recusou e deixou o país.
Em 1936, foi morar em Amsterdã (Holanda) onde se casou com o negociante de arte Walter Feilchenfeldt. Foi quando ela também parou de fotografar :/
A cantora britânica de pop-folk Lucy Rose tem 26 anos e dois discos, “Like I used to”, de 2012, e “Work it out”, lançado em julho deste ano.
Dona de uma voz bem suave e melodias inspiradas em ícones como Joni Mitchell e Laura Marling, Lucy Rose já foi apontada pela revista “Vogue” como revelação da música indie-folk.
As músicas dela já tocaram nas séries de TV “Skins”, “The Vampire Diaries” e “Girls”.
Rose começou na música tocando bateria na orquestra de sua escola e compondo canções no piano que tinha na casa de sua família em Frimley. Mais tarde, ela aprendeu a tocar guitarra sozinha e, aos 18 anos, se mudou para Londres.
Ela entrou na faculdade de Geografia, mas nem cursou já que começou a fazer vários amigos músicos, como o povo do Bombay Bicycle Club, e sair no rolê com eles.
A música dela é ótima para se ouvir no ônibus ao sair do trabalho. “Like An Arrow” tem letra romântica, “Köln” traz uma melodia alternativa contemporânea, “Cover Up” tem uma batida moderna, ou escute “Shelter”, se você estiver mais melancólica.
Messy Nessy Chic, conheci as fotografias da alemã Marianne Breslauer (1909-2001).
Em 1929, Marianne, com seus 20 aninhos, morou em Paris e foi aprendiz de ninguém menos que Man Ray. Lá, ela desenvolveu um olhar poético para cenas cotidianas nas ruas francesas, inspirada por André Kertesz e Brassai. Nos anos 30, ela trabalhou como fotógrafa profissional em Berlim e teve suas fotos publicados em várias revistas.
O tema principal de Marianne eram as tomboys, mulheres que normalmente usam cabelos curtos, vestem roupas “masculinas”, são independentes, urbanas… Enfim, eram mulheres raras na época.
Ela fotografou principalmente sua amiga suíça Annemarie Schwarzenbach, escritora, fotógrafa e jornalista que morreu em 1942 aos 34 anos.
“Neither a woman nor a man, but an angel, an archangel” (nem uma mulher, nem um homem, mas um anjo, um arcanjo), era como Marianne descrevia Annemarie.
Na Alemanha nazista, os empregadores de Marianne queriam publicar suas fotos sob um pseudônimo para esconder o fato de que ela era judia. Ela se recusou e deixou o país.
Em 1936, foi morar em Amsterdã (Holanda) onde se casou com o negociante de arte Walter Feilchenfeldt. Foi quando ela também parou de fotografar :/