O canadense Xavier Dolan, de 25 anos, faz cinema como forma de terapia. Ele próprio já declarou isso em várias entrevistas. Seus filmes tratam de situações íntimas, com abordagem bem emocional, destaque para papéis femininos e homossexuais, e, muitas vezes, com um olhar especial sobre o relacionamento de um jovem com sua mãe. Talvez essas sejam questões da vida do diretor e roteirista.
Dolan tem cinco filmes: “Eu matei a minha mãe” (2009), “Amores imaginários” (2010), “Laurence anyways” (2012), “Tom na fazenda” (2013), e “Mommy”, que estreou essa semana. Esse último é o mais perturbador de todos. Conta a história de Steve, interpretado maravilhosamente por Antoine-Olivier Pilon – que tem 17 aninhos -, um garoto que sofre de uma doença chamada “transtorno desafiador opositivo”.
A incrível Anne Dorval interpreta a mãe de Steve, Diane ‘Die’ Després, que lida com o comportamento desobediente dele, mas também é meio doidinha. Uma das cenas mostra Steve chegando em casa com um presente para Die, um colar escrito “Mommy”. Ao acusá-lo de ter roubado, os dois brigam violentamente. É uma das melhores do filme, entre outras que vão te deixar bem baixo astral por alguns dias.
Sou apaixonada pelo tratamento que Xavier Dolan dá a um filme desde “Eu matei minha mãe”, com sua direção de arte, cenários e objetos feitos para causar a claustrofobia da mãe-protetora. A cena belíssima do triângulo amoroso de “Amores imaginários”, em que Francis e Marie se arrumam para um encontro ao som de “Bang bang (my baby shot me down)”. Dos figurinos e maquiagem de “Laurence anyways”, em que Melvil Poupaud vive um transexual, até a trilha sonora bem pop de “Mommy”, que tem Oasis, Dido, Céline Dion, e Lana Del Rey.
Tudo isso me faz querer ver um filme de Xavier Dolan e saber que não me decepcionarei. Seu próximo projeto, previsto para 2016, tem título provisório de “The Death and Life of John F. Donovan”, e os atores Jessica Chastain, Kit Harington, Susan Sarandon e Kathy Bates no elenco. Uma equipe hollywoodiana pela primeira vez nas mãos desse artista canadense. Espero que não estrague tudo que ele já conquistou.
O canadense Xavier Dolan, de 25 anos, faz cinema como forma de terapia. Ele próprio já declarou isso em várias entrevistas. Seus filmes tratam de situações íntimas, com abordagem bem emocional, destaque para papéis femininos e homossexuais, e, muitas vezes, com um olhar especial sobre o relacionamento de um jovem com sua mãe. Talvez essas sejam questões da vida do diretor e roteirista.
Dolan tem cinco filmes: “Eu matei a minha mãe” (2009), “Amores imaginários” (2010), “Laurence anyways” (2012), “Tom na fazenda” (2013), e “Mommy”, que estreou essa semana. Esse último é o mais perturbador de todos. Conta a história de Steve, interpretado maravilhosamente por Antoine-Olivier Pilon – que tem 17 aninhos -, um garoto que sofre de uma doença chamada “transtorno desafiador opositivo”.
A incrível Anne Dorval interpreta a mãe de Steve, Diane ‘Die’ Després, que lida com o comportamento desobediente dele, mas também é meio doidinha. Uma das cenas mostra Steve chegando em casa com um presente para Die, um colar escrito “Mommy”. Ao acusá-lo de ter roubado, os dois brigam violentamente. É uma das melhores do filme, entre outras que vão te deixar bem baixo astral por alguns dias.
Sou apaixonada pelo tratamento que Xavier Dolan dá a um filme desde “Eu matei minha mãe”, com sua direção de arte, cenários e objetos feitos para causar a claustrofobia da mãe-protetora. A cena belíssima do triângulo amoroso de “Amores imaginários”, em que Francis e Marie se arrumam para um encontro ao som de “Bang bang (my baby shot me down)”. Dos figurinos e maquiagem de “Laurence anyways”, em que Melvil Poupaud vive um transexual, até a trilha sonora bem pop de “Mommy”, que tem Oasis, Dido, Céline Dion, e Lana Del Rey.
Tudo isso me faz querer ver um filme de Xavier Dolan e saber que não me decepcionarei. Seu próximo projeto, previsto para 2016, tem título provisório de “The Death and Life of John F. Donovan”, e os atores Jessica Chastain, Kit Harington, Susan Sarandon e Kathy Bates no elenco. Uma equipe hollywoodiana pela primeira vez nas mãos desse artista canadense. Espero que não estrague tudo que ele já conquistou.
O canadense Xavier Dolan, de 25 anos, faz cinema como forma de terapia. Ele próprio já declarou isso em várias entrevistas. Seus filmes tratam de situações íntimas, com abordagem bem emocional, destaque para papéis femininos e homossexuais, e, muitas vezes, com um olhar especial sobre o relacionamento de um jovem com sua mãe. Talvez essas sejam questões da vida do diretor e roteirista.
Dolan tem cinco filmes: “Eu matei a minha mãe” (2009), “Amores imaginários” (2010), “Laurence anyways” (2012), “Tom na fazenda” (2013), e “Mommy”, que estreou essa semana. Esse último é o mais perturbador de todos. Conta a história de Steve, interpretado maravilhosamente por Antoine-Olivier Pilon – que tem 17 aninhos -, um garoto que sofre de uma doença chamada “transtorno desafiador opositivo”.
A incrível Anne Dorval interpreta a mãe de Steve, Diane ‘Die’ Després, que lida com o comportamento desobediente dele, mas também é meio doidinha. Uma das cenas mostra Steve chegando em casa com um presente para Die, um colar escrito “Mommy”. Ao acusá-lo de ter roubado, os dois brigam violentamente. É uma das melhores do filme, entre outras que vão te deixar bem baixo astral por alguns dias.
Sou apaixonada pelo tratamento que Xavier Dolan dá a um filme desde “Eu matei minha mãe”, com sua direção de arte, cenários e objetos feitos para causar a claustrofobia da mãe-protetora. A cena belíssima do triângulo amoroso de “Amores imaginários”, em que Francis e Marie se arrumam para um encontro ao som de “Bang bang (my baby shot me down)”. Dos figurinos e maquiagem de “Laurence anyways”, em que Melvil Poupaud vive um transexual, até a trilha sonora bem pop de “Mommy”, que tem Oasis, Dido, Céline Dion, e Lana Del Rey.
Tudo isso me faz querer ver um filme de Xavier Dolan e saber que não me decepcionarei. Seu próximo projeto, previsto para 2016, tem título provisório de “The Death and Life of John F. Donovan”, e os atores Jessica Chastain, Kit Harington, Susan Sarandon e Kathy Bates no elenco. Uma equipe hollywoodiana pela primeira vez nas mãos desse artista canadense. Espero que não estrague tudo que ele já conquistou.
“Girls” voltou! E a quarta temporada começou no “arrasa arrasante”, como diz Nina Grando. Atenção! Pequenos spoilers a seguir!
Marnie, aquela personagem irritante de tão meiga-linda, protagoniza uma cena de sexo. Mas não é qualquer cena. Anteriormente transando apenas debaixo dos lençóis, Marnie recebe um “beijo grego” de Desi, seu parceiro musical. Ele diz “Eu amo isso”, e ela responde “eu também te amo”.
Não consigo pensar em nada mais constrangedor do que essa situação. Depois da trepada, Marnie tem que encarar a namorada do cara, que ainda fala “desculpe-me se eu achei que havia uma tensão sexual entre vocês”. E toda essa sequência desagradável é o que me anima em assistir à série e colocá-la entre as favoritas do coração. Obrigada, Lena Dunham!
Hannah e Adam, o casal que garantia as melhores posições sexuais da série, agora estão naquela fase reflexiva de um relacionamento. Com Hannah se mudando de Nova York para Iowa, toda a dinâmica muda. E parece que nada fica resolvido entre o casal mesmo após as pazes. Eles decidem planejar por não ter planos. Não há muito diálogo, mas há uma cena bonita de “despedida”. Veremos nos próximos episódios.
As participações dos outros personagens são pequenas, mas bem boas também. Elijah aparece em um momento “sai dessa egotrip, Marnie”. “O que Judy Garland e Lady Gaga têm em comum? As duas são vadias que não dão a mínima para o que as pessoas pensam”, diz o querido.
Soshanna se forma na faculdade e seus pais divorciados aparecem pela primeira vez. Jessa, que está brava com a mudança de Hannah, briga com a filha da Beadie (interpretada pela Natasha Lyonne, de “Orange is the new black“), artista que ela quase ajudou cometer suicídio na última temporada. Mas a parte mais bela desse primeiro episódio é quando Marnie aparece na casa da Hannah para desejar boa viagem. Isso é muito maior que um beijo grego.
A incrível Anne Dorval interpreta a mãe de Steve, Diane ‘Die’ Després, que lida com o comportamento desobediente dele, mas também é meio doidinha. Uma das cenas mostra Steve chegando em casa com um presente para Die, um colar escrito “Mommy”. Ao acusá-lo de ter roubado, os dois brigam violentamente. É uma das melhores do filme, entre outras que vão te deixar bem baixo astral por alguns dias.
Sou apaixonada pelo tratamento que Xavier Dolan dá a um filme desde “Eu matei minha mãe”, com sua direção de arte, cenários e objetos feitos para causar a claustrofobia da mãe-protetora. A cena belíssima do triângulo amoroso de “Amores imaginários”, em que Francis e Marie se arrumam para um encontro ao som de “Bang bang (my baby shot me down)”. Dos figurinos e maquiagem de “Laurence anyways”, em que Melvil Poupaud vive um transexual, até a trilha sonora bem pop de “Mommy”, que tem Oasis, Dido, Céline Dion, e Lana Del Rey.
Tudo isso me faz querer ver um filme de Xavier Dolan e saber que não me decepcionarei. Seu próximo projeto, previsto para 2016, tem título provisório de “The Death and Life of John F. Donovan”, e os atores Jessica Chastain, Kit Harington, Susan Sarandon e Kathy Bates no elenco. Uma equipe hollywoodiana pela primeira vez nas mãos desse artista canadense. Espero que não estrague tudo que ele já conquistou.
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A incrível Anne Dorval interpreta a mãe de Steve, Diane ‘Die’ Després, que lida com o comportamento desobediente dele, mas também é meio doidinha. Uma das cenas mostra Steve chegando em casa com um presente para Die, um colar escrito “Mommy”. Ao acusá-lo de ter roubado, os dois brigam violentamente. É uma das melhores do filme, entre outras que vão te deixar bem baixo astral por alguns dias.
Sou apaixonada pelo tratamento que Xavier Dolan dá a um filme desde “Eu matei minha mãe”, com sua direção de arte, cenários e objetos feitos para causar a claustrofobia da mãe-protetora. A cena belíssima do triângulo amoroso de “Amores imaginários”, em que Francis e Marie se arrumam para um encontro ao som de “Bang bang (my baby shot me down)”. Dos figurinos e maquiagem de “Laurence anyways”, em que Melvil Poupaud vive um transexual, até a trilha sonora bem pop de “Mommy”, que tem Oasis, Dido, Céline Dion, e Lana Del Rey.
Tudo isso me faz querer ver um filme de Xavier Dolan e saber que não me decepcionarei. Seu próximo projeto, previsto para 2016, tem título provisório de “The Death and Life of John F. Donovan”, e os atores Jessica Chastain, Kit Harington, Susan Sarandon e Kathy Bates no elenco. Uma equipe hollywoodiana pela primeira vez nas mãos desse artista canadense. Espero que não estrague tudo que ele já conquistou.