Misty Copeland é uma bailarina norte-americana que está quebrando barreiras e empoderando garotas ao redor do mundo. Por que?
Este comercial de 2014, estrelado por ela para a marca Under Armour, explica um pouco o poder da sua trajetória. Seu despertar para a dança foi aos 13 anos, quando morava com a mãe e seus cinco irmãos em um hotel na Califórnia. Ela foi rejeitada em diversas escolas por ser “muito velha” para começar o ballet e, principalmente, por ser negra. Claro que esse racismo era, em sua maioria, velado. Mas isso não a impediu de perseguir seu sonho, inspirada por Raven Wilkinson, uma das primeiras bailarinas afro-americanas. Hoje ela é a estrela do American Ballet Theatre, em Nova York.
O grande marco na carreira de Copeland veio em abril de 2012, quando protagonizou o ballet “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky. Em 2014, foi solista em outro clássico: “O Quebra-Nozes”. Mais recentemente, Misty Copeland fez sua estreia no papel duplo de Odette / Odile em “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, o papel mais épico do ballet mundial (é, aquele do filme “Cisne Negro“, interpretado pela Natalie Portman). Este é um protagonismo que a própria Copeland nunca pensou em viver nos palcos, já que é tradicionalmente interpretado por bailarinas brancas.
Existe um lindo documentário em andamento sobre bailarinas negras, chamado “Black Ballerina“. O filme apresenta o universo esmagadoramente branco da dança clássica, através das histórias de várias mulheres negras de diferentes gerações que se apaixonaram pelo ballet. Seis décadas atrás, enquanto prosseguiam os seus sonhos de carreira em dança clássica, Joan Myers Brown, Delores Browne e Raven Wilkinson confrontaram o racismo, a exclusão e a desigualdade de oportunidades. Décadas depois, o presente é retratado por três jovens mulheres negras que também desenvolvem carreiras como bailarinas. A pergunta que fica: Será que a cor do ballet mudou? Se sim, como? Se não, por quê?
Misty Copeland é uma bailarina norte-americana que está quebrando barreiras e empoderando garotas ao redor do mundo. Por que?
Este comercial de 2014, estrelado por ela para a marca Under Armour, explica um pouco o poder da sua trajetória. Seu despertar para a dança foi aos 13 anos, quando morava com a mãe e seus cinco irmãos em um hotel na Califórnia. Ela foi rejeitada em diversas escolas por ser “muito velha” para começar o ballet e, principalmente, por ser negra. Claro que esse racismo era, em sua maioria, velado. Mas isso não a impediu de perseguir seu sonho, inspirada por Raven Wilkinson, uma das primeiras bailarinas afro-americanas. Hoje ela é a estrela do American Ballet Theatre, em Nova York.
O grande marco na carreira de Copeland veio em abril de 2012, quando protagonizou o ballet “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky. Em 2014, foi solista em outro clássico: “O Quebra-Nozes”. Mais recentemente, Misty Copeland fez sua estreia no papel duplo de Odette / Odile em “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, o papel mais épico do ballet mundial (é, aquele do filme “Cisne Negro“, interpretado pela Natalie Portman). Este é um protagonismo que a própria Copeland nunca pensou em viver nos palcos, já que é tradicionalmente interpretado por bailarinas brancas.
Existe um lindo documentário em andamento sobre bailarinas negras, chamado “Black Ballerina“. O filme apresenta o universo esmagadoramente branco da dança clássica, através das histórias de várias mulheres negras de diferentes gerações que se apaixonaram pelo ballet. Seis décadas atrás, enquanto prosseguiam os seus sonhos de carreira em dança clássica, Joan Myers Brown, Delores Browne e Raven Wilkinson confrontaram o racismo, a exclusão e a desigualdade de oportunidades. Décadas depois, o presente é retratado por três jovens mulheres negras que também desenvolvem carreiras como bailarinas. A pergunta que fica: Será que a cor do ballet mudou? Se sim, como? Se não, por quê?
Misty Copeland e James Whiteside em “O Lago dos Cisnes”. Crédito: Julieta Cervantes, para o The New York Times
Misty Copeland é uma bailarina norte-americana que está quebrando barreiras e empoderando garotas ao redor do mundo. Por que?
Este comercial de 2014, estrelado por ela para a marca Under Armour, explica um pouco o poder da sua trajetória. Seu despertar para a dança foi aos 13 anos, quando morava com a mãe e seus cinco irmãos em um hotel na Califórnia. Ela foi rejeitada em diversas escolas por ser “muito velha” para começar o ballet e, principalmente, por ser negra. Claro que esse racismo era, em sua maioria, velado. Mas isso não a impediu de perseguir seu sonho, inspirada por Raven Wilkinson, uma das primeiras bailarinas afro-americanas. Hoje ela é a estrela do American Ballet Theatre, em Nova York.
O grande marco na carreira de Copeland veio em abril de 2012, quando protagonizou o ballet “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky. Em 2014, foi solista em outro clássico: “O Quebra-Nozes”. Mais recentemente, Misty Copeland fez sua estreia no papel duplo de Odette / Odile em “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, o papel mais épico do ballet mundial (é, aquele do filme “Cisne Negro“, interpretado pela Natalie Portman). Este é um protagonismo que a própria Copeland nunca pensou em viver nos palcos, já que é tradicionalmente interpretado por bailarinas brancas.
Existe um lindo documentário em andamento sobre bailarinas negras, chamado “Black Ballerina“. O filme apresenta o universo esmagadoramente branco da dança clássica, através das histórias de várias mulheres negras de diferentes gerações que se apaixonaram pelo ballet. Seis décadas atrás, enquanto prosseguiam os seus sonhos de carreira em dança clássica, Joan Myers Brown, Delores Browne e Raven Wilkinson confrontaram o racismo, a exclusão e a desigualdade de oportunidades. Décadas depois, o presente é retratado por três jovens mulheres negras que também desenvolvem carreiras como bailarinas. A pergunta que fica: Será que a cor do ballet mudou? Se sim, como? Se não, por quê?
Eu amo jogos que preenchem momentos de tédio no dia-a-dia. Por isso mesmo que jogos de smartphone são simplesmente a glória. E graças aos indie games, que trouxeram de volta a nostalgia e a simplicidade dos gráficos e da mecânica nos jogos, hoje os melhores games são surpreendentemente simples – mas com umas sacadinhas geniais.
E esse é o caso do novo amor da minha vida: Crossy Road. Um jogo arcade, ou seja, não tem uma história que precisa ser necessariamente contada, nem um objetivo final além de pontuar mais do que seu amiguinho ou do que seu último recorde.
O jogo é uma repaginação do clássico Frogger, de 1980, só que muito mais legal. Ele apresenta uma gráfico 3D blocado, brincando com a estética pixel art. É, tipo Minecraft, só que bonito, bem bonito – a versão para iOS, na verdade. A versão Android deixa a desejar, já que os gráficos tiveram que passar por adaptações para funcionar na maioria dos celulares com o sistema operacional.
A sacada do jogo está em trazer diferentes personagens com particularidades hilárias, como o peixe fora da água e o pombo que caga enquanto anda. São dezenas de bichinhos fofos com seus sons e efeitos próprios. Mas não pára por aí: o mais legal são os personagens que tem relação direta com a cultura pop. Você pode jogar como um jogador de basquete, como um unicórnio, como o Dracula, como o Frankenstein… e como o Doge. Sim, ele mesmo. Wow, very cross. Much awesome.
Bom, Crossy Road é um jogo viciante em muitos sentidos. Ele não te deixa descobrir por que a galinha atravessou a rua, mas não é isso que importa nesse caso. Essa belezinha é criação da Hipster Whale (melhor nome) e dá pra baixar de graça na versão iOS (a original e gloriosa) e Android (que dá pro gasto).
O grande marco na carreira de Copeland veio em abril de 2012, quando protagonizou o ballet “Pássaro de Fogo”, de Stravinsky. Em 2014, foi solista em outro clássico: “O Quebra-Nozes”. Mais recentemente, Misty Copeland fez sua estreia no papel duplo de Odette / Odile em “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, o papel mais épico do ballet mundial (é, aquele do filme “Cisne Negro“, interpretado pela Natalie Portman). Este é um protagonismo que a própria Copeland nunca pensou em viver nos palcos, já que é tradicionalmente interpretado por bailarinas brancas.
Existe um lindo documentário em andamento sobre bailarinas negras, chamado “Black Ballerina“. O filme apresenta o universo esmagadoramente branco da dança clássica, através das histórias de várias mulheres negras de diferentes gerações que se apaixonaram pelo ballet. Seis décadas atrás, enquanto prosseguiam os seus sonhos de carreira em dança clássica, Joan Myers Brown, Delores Browne e Raven Wilkinson confrontaram o racismo, a exclusão e a desigualdade de oportunidades. Décadas depois, o presente é retratado por três jovens mulheres negras que também desenvolvem carreiras como bailarinas. A pergunta que fica: Será que a cor do ballet mudou? Se sim, como? Se não, por quê?