Um registro das minas no FIQ 2015

Como falamos aqui, o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos é um evento realizado em Belo Horizonte a cada dois anos e já foi eleito o principal evento de histórias em quadrinhos no Brasil.

Esse foi meu primeiro ano por lá, lançando meu quadrinho Glitter Galaxxia na Vênus Press, um stand apenas de autoras mulheres (e maravilhosas). Além do evento ter sido super divertido, foi um orgulho ver tanta produção das minas, e claro, todas elas ao vivo. E vou falar mais, é só o começo! ;)

Confira as fotos na galeria abaixo! Para passar a foto, basta clicar bem no meio dela.

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Fotos por Bárbara Malagoli (Baby C) e Thiago Freitas.

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♪ E aí, broto? ♪

A música de 2015 poderia aprender muito com a música dos anos 70. Enquanto nos dias de hoje cada artista se vende como uma marca, com público-alvo definido e uma construção de imagem impecável, na época do funk, boogie e disco, o artista em muitos momentos saia de cena e deixava o ritmo falar mais alto. Não era sobre uma ou outra personalidade específica, sobre ganhar uma grana ou ficar famoso. Era, acima de tudo, sobre manter o ritmo de forma constante, sobre afinar um groove ao ponto dele se tornar irresistível, sobre emoções mais primordiais, sobre a inexplicável vontade de dançar.

Talvez tenha sido a influência hippie. Talvez seja a noção de ritmo ancestral dos descendentes da África, a genética naturalmente sincopada. Mas é inegável que o funk é a música mais hedonista de todas. Hedonismo inocente e construtivo. Milhares e milhares de músicos anônimos, engajados no prazer de fazer uma sonzeira pesada, propagando boas vibes pra quem puder ouvir. E isso é imediatamente acessível.

Temos que agradecer a internet por nos levar nesse túnel do tempo até essa época mais simples, mais romântica, onde a música fluía como energia e não como produto. Sem ela, poderíamos deixar passar pérolas de gente como Gwen McRae, Peter Brown e Fern Kinney. Essa playlist é uma homenagem ao sentimento leve que é se sentir bem e querer dançar, uma das coisas que une eu e vocé, que identifica a todos nós como membros desse club chamado raça humana. Aumente o som e dance.

Ilustração feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (a.k.a. Baby C)

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Como falamos aqui, o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos é um evento realizado em Belo Horizonte a cada dois anos e já foi eleito o principal evento de histórias em quadrinhos no Brasil.

Esse foi meu primeiro ano por lá, lançando meu quadrinho Glitter Galaxxia na Vênus Press, um stand apenas de autoras mulheres (e maravilhosas). Além do evento ter sido super divertido, foi um orgulho ver tanta produção das minas, e claro, todas elas ao vivo. E vou falar mais, é só o começo! ;)

Confira as fotos na galeria abaixo! Para passar a foto, basta clicar bem no meio dela.

Fotos por Bárbara Malagoli (Baby C) e Thiago Freitas.

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