Eu e meu Eu Superior

Bunny Michael é uma artista não-binária incrível que tem um projeto maravilhoso em seu Instagram chamado Me and My Higher Self.

Os posts, cheios de sabedoria, mostram como que um diálogo entre os dois lados de Bunny: seu “eu real” e seu “eu superior”, que discorrem sobre depressão, ansiedade, amor ao corpo e auto-confiança. Sua maneira de pensar é muito perspicaz e sincera, sendo completamente relacionável à maioria de nós.

So we're not perfect but we are working on ourselves and we should be proud ✨ Happy New Moon everyone!!

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Dá vontade de ter um livrinho de bolso com seus posts para acessar rapidamente quando bate aquele aperto no peito. “Me and My Higher Self” é o resultado de uma autoanálise de Bunny Michael, mas também acaba tendo a potência de se transformar em um apoio para quem segue suas postagens.

Happy Monday all you need to be is yourself ✨

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A genialidade do projeto é também pelo fato de que às vezes é muito difícil colocar nossas ansiedades em palavras. E Bunny consegue trazer pensamentos que passam pela cabeça de muitas e nós, coisas que não conseguimos articular, “por pra fora”. Então ler isso em algum lugar coisas que antes estavam apenas na cabeça pode evidenciar as problemáticas e a importância de combater essas questões.

Let's all stop playing small shall we?

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Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.

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Então mais do que se relacionar pelos pontos fracos que temos em comum, Bunny Michael nos ajuda a encontrar nossa força dentro de nós mesmos.

Sometimes it takes many times

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Aliás, nossa Bunny acabou de lançar um single chamado “They” (!), ouça:


Siga Bunny Michael: Instagram / Twitter / Soundcloud

Mais de Nina Grando

Rolando os olhos eternamente

Um artigo recente do Motherlode, blog do The New York Times, explicou afinal por que as garotas adolescentes tem aquela reação típica de rolar os olhos durante uma conversa.

 
rolleyes-lindsay
 
Rolar os olhos é uma arte, uma maneira incrível de expressar qualquer divergência ou oposição pessoal na fala da outra pessoa. Normalmente quem é alvo do #rolleyes se sente ofendidíssimo. E, muitas vezes, essa é a intenção. Mas nem sempre é assim.

Adolescentes –foco do artigo da psicóloga Lisa Damour– odeiam receber ordens ou mesmo sugestões, e resistem a elas até mesmo quando concordam. Por exemplo, uma garota vai sair de casa e está frio. Ela vai pegar seu casaco quando sua mãe diz pra ela não esquecer de por uma blusa de frio. Tcha-nam! Rolleyes! Essa atitude é pra mostrar que “sim, mãe, eu já ia fazer isso. Dãr”.

 
rolleyes-belle
 
A busca pela autonomia é algo frequente e crescente entre os adolescentes. Por isso que receber ordens é algo totalmente irritante. Por exemplo, quando os pais dizem que a garota só pode sair de casa depois de lavar a louça. Ela sabe que não tem como lutar contra essa imposição, então a única coisa que resta é manifestar seu desagrado ROLANDO OS OLHOS. É como se ela mostrasse uma maturidade e senso de independência ao fazer isso, ao invés de ter um chilique, por exemplo.

 
rolleyes-krysten
 
Mas o rolar de olhos também pode surgir quando tocamos naquele ponto sensível da pessoa. Por exemplo, como quando nossos pais ou amigos perguntam se a gente tem novidades daquela super amizade que se afastou da gente. O que acontece? ROLLEYES! Um jeito automático de manifestar aquele desgosto, mágoa ou raiva guardada que vale mais que mil palavras.

 
rolleyes-kim
 
A real é que a gente leva esse rolar de olhos da adolescência até a vida adulta. Como quando alguém fala algo que a gente não SU-POR-TA, como uma posição política ou brincadeira machista/racista/gordofóbica/etc. Ou quando queremos ser sarcásticas de propósito com alguém que não gostamos ou que estamos tretando. Ou quando estamos CANSADAS de uma situação uó, mas que não há nada a ser feito. Quando que, pra não armar um barraco, o que nos resta é rolar os olhos (mesmo que disfarçadamente).

 
rolleyes-lana
 

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Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.

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Aliás, nossa Bunny acabou de lançar um single chamado “They” (!), ouça:


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