♪ Batalhadoras do Pop ♪

Colagem digital feita com exclusividade por Fernanda Garcia (Kissy)
Afinal, ninguém paga as suas contas!

Nós somos mulheres e lutamos por nossos direitos. Levantamos cedo, arrumamos a casa, vamos trabalhar, estudar, fazemos mercado, pagamos as contas. E quem é mãe ainda faz esse trabalho todo vezes 2 – mãe solo, vezes 3. Exigimos pagamento igualitário e equidade de oportunidades. Interseccionalmente, sempre, porque para as negras, para as travestis, para transsexuais e PCD, a batalha é ainda mais dura.

É pensando nesse suor todo que fizemos a playlist das guerreiras. Pra te motivar, para te apoiar ao cantar como é dura a realidade, pra pedir pelo descanso.

 

 

Ah, e não esqueça de seguir a Ovelha no Spotify!

 
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Colagem digital feita com exclusividade por Fernanda Garcia (Kissy).
 

Mais de Nina Grando

Uma cafeteria só para garotas nerds

No Brasil estamos começando a experimentar lojas especializadas em coisas nerds, especialmente em São Paulo. Vendas de garage kits, de HQs e mangás, games, jogos de tabuleiro. A ideia de um bar temático, então! Isso é recente.

Mas lá no Japão isso é algo bastante comum há muitos anos. Sabe o que estava faltando? Um clube da Luluzinha nerd, um espaço só para garotas, para que elas possam relaxar e ser elas mesmas, trabalhar, ler juntas, jogar videogames, fazer reuniões e até costurar as roupas dos cosplays (!) sem se preocuparem em ser mais um pedaço de carne estereotipado, tendo que tomar cuidado para não ter suas calcinhas fotografadas por aí.

 
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A cafeteria Ataraxia Cafe, em Osaka, é a primeira no país a permitir apenas a entrada de mulheres. O café tem um espaço de trabalho super completo que oferece wi-fi gratuito (raro no Japão), carregadores, máquinas de costura, manequins e muitas mesas para as garotas realizarem seus projetos.

 

 
A cafeteria “girls only” serve café (dãr), chá, doces incríveis (como os que tem no Espaço Kazu, no bairro da Liberdade em São Paulo) e também álcool – nada como um happy hour das minas.

Para participar do café, é preciso tornar-se membro. Clubes de cafés, exclusivos para assinantes/membros, é algo bastante comum no Japão. No caso do Ataraxia Cafe, é preciso ser uma mulher acima de 18 anos.

 
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E aí? Acham interessante a ideia de um espaço só para garotas ou consideram problemático manter espaços divididos por gênero?


Notícia via Kotaku. Imagens via Twitter do Ataraxia Cafe.

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