Nesta edição da revista, a cantora fala principalmente do seu oitavo álbum de estúdio, “Anti”, que saiu em janeiro pelo Tidal, serviço de streaming do Jay Z.
Riri fala sobre como “Higher” nasceu de uma sessão de gravação regada a uísque, e sobre seu parceiro em “Work”, o rapper Drake. “Tudo o que ele faz é maravilhoso”, diz. Alguns tópicos principais da entrevista:
Sobre a colocarem contra Beyoncé:
“É o seguinte. As pessoas ficam tão empolgadas em celebrar algo que é negativo. Algo que é competitivo. Algo que é, você sabe, uma rivalidade. E isso apenas não é o que eu acordei para fazer. Porque eu só posso me fazer. E ninguém mais vai ser capaz de fazer isso.”
Sobre cantar com Paul McCartney:
“É quase como se ninguém nunca lhe dissesse sobre o seu sucesso. É como se, você não está ocupado sendo um Beatle?”
Sobre sua linha unisex para a Puma:
“Eu sempre quis fazer o que meus irmãos estavam fazendo. Eu sempre quis jogar os jogos que eles jogavam e jogar difícil e usar calças e sair… As mulheres se sentem empoderadas quando podem fazer as coisas que são supostamente apenas para os homens, você sabe? Isso rompe fronteiras, é libertador, e é empoderador quando você se sente como, bem, eu posso fazer isso também.”
Nesta edição da revista, a cantora fala principalmente do seu oitavo álbum de estúdio, “Anti”, que saiu em janeiro pelo Tidal, serviço de streaming do Jay Z.
Riri fala sobre como “Higher” nasceu de uma sessão de gravação regada a uísque, e sobre seu parceiro em “Work”, o rapper Drake. “Tudo o que ele faz é maravilhoso”, diz. Alguns tópicos principais da entrevista:
Sobre a colocarem contra Beyoncé:
“É o seguinte. As pessoas ficam tão empolgadas em celebrar algo que é negativo. Algo que é competitivo. Algo que é, você sabe, uma rivalidade. E isso apenas não é o que eu acordei para fazer. Porque eu só posso me fazer. E ninguém mais vai ser capaz de fazer isso.”
Sobre cantar com Paul McCartney:
“É quase como se ninguém nunca lhe dissesse sobre o seu sucesso. É como se, você não está ocupado sendo um Beatle?”
Sobre sua linha unisex para a Puma:
“Eu sempre quis fazer o que meus irmãos estavam fazendo. Eu sempre quis jogar os jogos que eles jogavam e jogar difícil e usar calças e sair… As mulheres se sentem empoderadas quando podem fazer as coisas que são supostamente apenas para os homens, você sabe? Isso rompe fronteiras, é libertador, e é empoderador quando você se sente como, bem, eu posso fazer isso também.”
Nesta edição da revista, a cantora fala principalmente do seu oitavo álbum de estúdio, “Anti”, que saiu em janeiro pelo Tidal, serviço de streaming do Jay Z.
Riri fala sobre como “Higher” nasceu de uma sessão de gravação regada a uísque, e sobre seu parceiro em “Work”, o rapper Drake. “Tudo o que ele faz é maravilhoso”, diz. Alguns tópicos principais da entrevista:
Sobre a colocarem contra Beyoncé:
“É o seguinte. As pessoas ficam tão empolgadas em celebrar algo que é negativo. Algo que é competitivo. Algo que é, você sabe, uma rivalidade. E isso apenas não é o que eu acordei para fazer. Porque eu só posso me fazer. E ninguém mais vai ser capaz de fazer isso.”
Sobre cantar com Paul McCartney:
“É quase como se ninguém nunca lhe dissesse sobre o seu sucesso. É como se, você não está ocupado sendo um Beatle?”
Sobre sua linha unisex para a Puma:
“Eu sempre quis fazer o que meus irmãos estavam fazendo. Eu sempre quis jogar os jogos que eles jogavam e jogar difícil e usar calças e sair… As mulheres se sentem empoderadas quando podem fazer as coisas que são supostamente apenas para os homens, você sabe? Isso rompe fronteiras, é libertador, e é empoderador quando você se sente como, bem, eu posso fazer isso também.”
Em maio de 2015, a Karoline Gomes indicou na Ovelha o filme independente “Dear white people”, que nem chegou a estrear no Brasil e quem quis ver teve que procurar pelos piratas da internet. Na semana passada, a série baseada nesse filme estreou na Netflix dos EUA. Assim como o filme, satiriza as relações “pós-raciais” dos EUA ao mostrar alunos negros que entraram numa universidade de elite americana.
Queridas pessoas brancas, a Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes no mundo, logo, vcs racistas fariam um favor se cancelassem sua assinatura. beijos e aguardando ansiosamente a estreia na Netflix BR.
// WILLOW SMITH
“Frequencies by Willow Smith” é um canal no YouTube em que a cantora publicará músicas todas as semanas.
Em seu primeiro ano de engenharia civil na USP, Larissa Mendes, 19, ouviu de um colega: “Você não tem cara de quem estuda na Politécnica. Não tem muitas meninas assim aqui”. “Assim como?”, retrucou ela, hoje no 3º período do curso. Não obteve resposta. Pesquisa Datafolha apontou que, por lá, 82% são homens e 59% pertencem à classe A. Mulher, negra, Larissa foi criada no Capão Redondo. Levantamento de aluna do Poligen (Grupo de Estudos de Gênero da Escola Politécnica) apontou que, durante 121 anos, só sete mulheres negras se formaram na Poli.
Para muitos, ter um bebê com microcefalia é fatalidade. Para Valéria Gomes Ribeiro, 46, de Paulista, a 15 km do Recife (PE), foi uma escolha, um “presente de Deus”. Mãe adotiva de um rapaz de 19 anos, que tem deficiência mental, ela conseguiu a guarda provisória de João, de um ano e meio, que foi retirado da mãe biológica pelo Conselho Tutelar por maus-tratos. Ela acorda às 3h para levá-lo de ônibus a uma maratona de terapias e consultas. “Meu sonho é vê-lo andar, falar, me chamar de mamãe ou mainha.”
Nesta edição da revista, a cantora fala principalmente do seu oitavo álbum de estúdio, “Anti”, que saiu em janeiro pelo Tidal, serviço de streaming do Jay Z.
Riri fala sobre como “Higher” nasceu de uma sessão de gravação regada a uísque, e sobre seu parceiro em “Work”, o rapper Drake. “Tudo o que ele faz é maravilhoso”, diz. Alguns tópicos principais da entrevista:
Sobre a colocarem contra Beyoncé:
“É o seguinte. As pessoas ficam tão empolgadas em celebrar algo que é negativo. Algo que é competitivo. Algo que é, você sabe, uma rivalidade. E isso apenas não é o que eu acordei para fazer. Porque eu só posso me fazer. E ninguém mais vai ser capaz de fazer isso.”
Sobre cantar com Paul McCartney:
“É quase como se ninguém nunca lhe dissesse sobre o seu sucesso. É como se, você não está ocupado sendo um Beatle?”
Sobre sua linha unisex para a Puma:
“Eu sempre quis fazer o que meus irmãos estavam fazendo. Eu sempre quis jogar os jogos que eles jogavam e jogar difícil e usar calças e sair… As mulheres se sentem empoderadas quando podem fazer as coisas que são supostamente apenas para os homens, você sabe? Isso rompe fronteiras, é libertador, e é empoderador quando você se sente como, bem, eu posso fazer isso também.”