Ahh… que saudade Satoshi! Fazem 5 anos que Satoshi Kon, um dos melhores e mais consagrados diretores e roteiristas de animação japonesa não está mais entre nós :(
* sniff sniff *
Um gênio que influenciou diretamente diretores como Darren Aeronovsky e Christopher Nolan. Nesse vídeo dá pra entender em detalhes suas obras e como elas inspiraram criativos do mundo inteiro.
O pessoal do ramo cinematográfico impõe limites à animação. Para eles, é tudo sobre garotas lindas, robôs e explosões, e não é bem assim (Satoshi Kon)
Ele usou a animação como meio de tratar assuntos e abordagens cinematográficas. Mais do que “animes”, fazia cinema com animação. Seu desejo era, através da disso, ampliar o público-alvo e oferecer entretenimento aos adultos. Pra quem não conhece, esse ser iluminado dirigiiu e escreveu filmes maravilhosos como:
Tem esse curta lindo chamado “Ohayo” (bom dia), que eu amo também.
Enfim, vale assistir todas suas obras! A maioria era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade. Dando um nó na nossa cabecinha ocidental não preparada pra tal maluquices.
Nesse ano também foi lançado o seu artbook com várias imagens sensacionais, uma mais linda que a outra.
“Então, a todos que permaneceram comigo através deste longo documento, obrigado. Com meu coração cheio de gratidão, por tudo de bom no mundo, soltarei minha caneta. Agora, com licença; eu preciso ir” (Satoshi Kon, em sua carta de despedida, Agosto de 2010)
Ahh… que saudade Satoshi! Fazem 5 anos que Satoshi Kon, um dos melhores e mais consagrados diretores e roteiristas de animação japonesa não está mais entre nós :(
* sniff sniff *
Um gênio que influenciou diretamente diretores como Darren Aeronovsky e Christopher Nolan. Nesse vídeo dá pra entender em detalhes suas obras e como elas inspiraram criativos do mundo inteiro.
O pessoal do ramo cinematográfico impõe limites à animação. Para eles, é tudo sobre garotas lindas, robôs e explosões, e não é bem assim (Satoshi Kon)
Ele usou a animação como meio de tratar assuntos e abordagens cinematográficas. Mais do que “animes”, fazia cinema com animação. Seu desejo era, através da disso, ampliar o público-alvo e oferecer entretenimento aos adultos. Pra quem não conhece, esse ser iluminado dirigiiu e escreveu filmes maravilhosos como:
Tem esse curta lindo chamado “Ohayo” (bom dia), que eu amo também.
Enfim, vale assistir todas suas obras! A maioria era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade. Dando um nó na nossa cabecinha ocidental não preparada pra tal maluquices.
Nesse ano também foi lançado o seu artbook com várias imagens sensacionais, uma mais linda que a outra.
“Então, a todos que permaneceram comigo através deste longo documento, obrigado. Com meu coração cheio de gratidão, por tudo de bom no mundo, soltarei minha caneta. Agora, com licença; eu preciso ir” (Satoshi Kon, em sua carta de despedida, Agosto de 2010)
Ahh… que saudade Satoshi! Fazem 5 anos que Satoshi Kon, um dos melhores e mais consagrados diretores e roteiristas de animação japonesa não está mais entre nós :(
* sniff sniff *
Um gênio que influenciou diretamente diretores como Darren Aeronovsky e Christopher Nolan. Nesse vídeo dá pra entender em detalhes suas obras e como elas inspiraram criativos do mundo inteiro.
O pessoal do ramo cinematográfico impõe limites à animação. Para eles, é tudo sobre garotas lindas, robôs e explosões, e não é bem assim (Satoshi Kon)
Ele usou a animação como meio de tratar assuntos e abordagens cinematográficas. Mais do que “animes”, fazia cinema com animação. Seu desejo era, através da disso, ampliar o público-alvo e oferecer entretenimento aos adultos. Pra quem não conhece, esse ser iluminado dirigiiu e escreveu filmes maravilhosos como:
Tem esse curta lindo chamado “Ohayo” (bom dia), que eu amo também.
Enfim, vale assistir todas suas obras! A maioria era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade. Dando um nó na nossa cabecinha ocidental não preparada pra tal maluquices.
Nesse ano também foi lançado o seu artbook com várias imagens sensacionais, uma mais linda que a outra.
“Então, a todos que permaneceram comigo através deste longo documento, obrigado. Com meu coração cheio de gratidão, por tudo de bom no mundo, soltarei minha caneta. Agora, com licença; eu preciso ir” (Satoshi Kon, em sua carta de despedida, Agosto de 2010)
Eu sei que as coisas andam meio difíceis pra quem quer achar uma alma gêmea nesse mundo digital. Mas calma, esse app não é pra você marcar um encontro romântico com um Shiba.
Ele também não serve para marcar uma festa do chá com Corgis ingleses, por mais que eles pareçam ser mais educados que muitos humanos que conhecemos por aí, não é mesmo?
Na verdade o Au.dote é um aplicativo gratuito para Android e para iOS que tem o objetivo de estimular a adoção de cães no Brasil. Integrado às principais ONGs do ramo no país, ele mostra um perfil de cada animal, tem um sistema de buscas bem eficiente e tem diversas opções de contato entre usuário e instituição.
No Au.dote é possível ver o perfil de cada cãozinho, com um tipo de histórico de vida dele, informações como condições de vacinação e características da personalidade do animal, como se gosta de brincar, se dorme muito, etc.
Cada ONG é responsável por analisar o perfil dos futuros donos e dar andamento aos processos. Assim que alguém demostra interesse por um cachorro, a ONG entra em contato, agenda uma visita, o resto do processo é feito fora do aplicativo e seguindo os critérios de cada instituição.
Não compre, adote!
Pensa bem, enquanto isso tem muitos doguinhos de rua abandonados, doidinhos por um lar. Se você pensa em adotar ou apenas morrer de amores por esse projeto, vale a pena dar uma olhada nesse app que além de ter um ótimo funcionamento, uma incrível iniciativa.♡
Satoshi Kon, um dos melhores e mais consagrados diretores e roteiristas de animação japonesa não está mais entre nós :(
* sniff sniff *
Um gênio que influenciou diretamente diretores como Darren Aeronovsky e Christopher Nolan. Nesse vídeo dá pra entender em detalhes suas obras e como elas inspiraram criativos do mundo inteiro.
O pessoal do ramo cinematográfico impõe limites à animação. Para eles, é tudo sobre garotas lindas, robôs e explosões, e não é bem assim (Satoshi Kon)
Ele usou a animação como meio de tratar assuntos e abordagens cinematográficas. Mais do que “animes”, fazia cinema com animação. Seu desejo era, através da disso, ampliar o público-alvo e oferecer entretenimento aos adultos. Pra quem não conhece, esse ser iluminado dirigiiu e escreveu filmes maravilhosos como:
Tem esse curta lindo chamado “Ohayo” (bom dia), que eu amo também.
Enfim, vale assistir todas suas obras! A maioria era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade. Dando um nó na nossa cabecinha ocidental não preparada pra tal maluquices.
Nesse ano também foi lançado o seu artbook com várias imagens sensacionais, uma mais linda que a outra.
“Então, a todos que permaneceram comigo através deste longo documento, obrigado. Com meu coração cheio de gratidão, por tudo de bom no mundo, soltarei minha caneta. Agora, com licença; eu preciso ir” (Satoshi Kon, em sua carta de despedida, Agosto de 2010)