Links da semana

Amani Yahya (Foto: Divulgação)

Bom dia, ovelhas!

Mais um links da semana com várias coisas inspiradoras e outras que merecem um tempinho para leitura. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá embaixo <3


// ABORTO

No dia 29 de novembro de 2016, em plena era medieval no Brasil, a maioria da primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) firmou o entendimento de que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime.

Separei algumas matérias relacionadas ao tema:

Entenda a decisão do STF que reabriu debate sobre criminalização do aborto

Clínica de aborto é fechada em Duque de Caxias; 10 pessoas são presas

‘Meu trabalho salva vidas’: a assistente social que há 30 anos faz aborto legal

 


// SER MULHER NO BRASIL

A nossa querida Bárbara Paes elaborou para a Artigo 19 a cartilha “Acesso à Informação e Direitos das Mulheres”. Leitura obrigatória!

 


// APÓS AGRESSÃO

Experimento mostra os efeitos da violência sexual no cérebro das vítimas – matéria do Nexo.

 


// AMANI YAHYA

Ela é a primeira mulher a fazer rap no Iemen:

 


// MARROCOS

Programa de TV faz ‘tutorial’ de maquiagem para esconder marcas de agressão


// EROTISMO NA ANIMAÇÃO

Três diretoras que exploram a sexualidade em seus filmes falam ao ‘Nexo’ sobre como mulheres lidam com o tema.

 


// LÊI MARIYA DA PENHA

Por que a violência contra mulheres indígenas é tão difícil de ser combatida no Brasil – matéria do Brasil Post.

 


// TAXISTAS E MACHISMO

O tamanho do problema de assédio no Uber. E como a empresa está lidando com isso – matéria do Nexo.

 


// SAÚDE

Feminismo leva mulheres jovens a abandonar a pílula – matéria do UOL.

 


// PRINCESS NOKIA

A Fader fez um vídeo documentário sobre a artista que fala sobre sua vida antes de se tornar MC, a relação abusiva com a sua mãe, resumindo… não foi fácil.

 


Até a próxima semana! Força \o/

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Mais de Letícia Mendes

Janis Joplin ganha doc ‘Little Girl Blue’

Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.

Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.

Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projeto foi interrompido no ano passado por causa de problemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue” (veja o trailer acima).

O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelam uma franca honestidade, abertura emocional e inteligência feroz”, diz a crítica do “New York Times”.

O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.

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praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime.

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A nossa querida Bárbara Paes elaborou para a Artigo 19 a cartilha “Acesso à Informação e Direitos das Mulheres”. Leitura obrigatória!

 


// APÓS AGRESSÃO

Experimento mostra os efeitos da violência sexual no cérebro das vítimas – matéria do Nexo.

 


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Por que a violência contra mulheres indígenas é tão difícil de ser combatida no Brasil – matéria do Brasil Post.

 


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// SAÚDE

Feminismo leva mulheres jovens a abandonar a pílula – matéria do UOL.

 


// PRINCESS NOKIA

A Fader fez um vídeo documentário sobre a artista que fala sobre sua vida antes de se tornar MC, a relação abusiva com a sua mãe, resumindo… não foi fácil.

 


Até a próxima semana! Força \o/

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