Por que odiamos pessoas sem conhecê-las?

Ilustração feita com exclusividade por Sarah Assaf
Amiga, pra que tanto ódio no coração?

Tenho reparado que é muito comum ouvir alguém comentar sobre uma uma celebridade qualquer dizendo: “nossa, odeio ela”. Porém, quando questionada sobre o motivo para o ódio, a pessoa não sabe explicar. É a cara, é a fama, é a atitude, enfim, alguma coisa que incomoda, é “o santo que não bate”. Normalmente essas afirmações calorosas vem de quem normalmente não conhece direito a pessoa que está criticando, tampouco seu trabalho. O pouco que se sabe já é suficiente pra ter essa impressão.
 
[caption id="attachment_13075" align="aligncenter" width="1200"] Todo mundo “odeia” algum famoso. Meu amigo, por exemplo, odeia a Chloë Sevigny.[/caption]  
É normal esbravejar um “O-DE-I-O” pr’aquela celeb que a gente nunca viu direito, no meio de um café. Mas o peso da palavra é outro quando ela tem o poder de distorcer a imagem de alguém. É comum ver a admiração virar desprezo num piscar de olhos simplesmente porque a projeção que fizemos sobre uma pessoa não foi atendida. Nos tempos que vivemos de vidas públicas em redes sociais nós deixamos de seguir, bloqueamos, vida que segue. Youtubers, por exemplo, são celebridades gente como a gente, mas seguem sendo colocados em pedestais na tentativa de blinda-los contra falhas e decepções. Nessas últimas semanas a Jout Jout dedicou três vídeos para anunciar – e explicar – o fim do seu relacionamento, porque parece que esse fato sobre sua vida íntima deixou muita gente chateada. Segue um pedaço do seu vídeo em que ela dá o recado:

 

 

Quando nos decepcionamos com algo ou alguém, corremos o risco de generalizar tudo: por causa de um artigo infeliz, a revista toda é uma merda; por causa de uma frase mal formulada em uma entrevista, boicotamos toda a obra de um artista. Às vezes uma situação pode ser sim, com todo o direito, razão suficiente para a nossa revolta. Mas num geral, temos que aprender a separar um pouco melhor as coisas.

Mas isso é porque o mundo sempre foi muito dividido entre times de amor e ódio. Lembro de quando era adolescente que, se você amava Spice Girls não podia gostar de All Saints. Se era fã de Backstreet Boys não podia gostar de N’Sync. Se curtia Oasis, precisava necessariamente odiar o Blur. Se sua amiga brigou com a outra, é preciso decidir com quem continuar a amizade, mesmo isso não tendo nada a ver com você. Tudo uma tremenda bobagem.
 
[caption id="attachment_13080" align="aligncenter" width="800"] All Saints era massa[/caption]  
Essa permissão para odiar também pode ser muito nociva, em diversos sentidos. Ela divide pessoas, amigos, famílias, sociedades inteiras. E o mais triste é ver essa falta de paciência, empatia e amor com o outro também dentro de espaços de luta.

Então vamos com calma e relativizar. Antes de dizer que odeia alguém, especialmente outra mulher (por que odiar a ex do seu namorado ou a atual do seu ex?), pense sobre o motivo do seu tal ódio. Respire fundo. Se você se chateou com o comentário de alguém num grupo, tente conversar e até educar se for o caso (ninguém nasce 100% desconstruída). Se você não curtiu o último trabalho de uma artista, explique as questões que te incomodaram. Se você não gostou de uma atitude de um projeto que você acompanha, converse diretamente com as responsáveis. Não precisa boicotar, não precisa odiar, não precisa difamar. Saiba ouvir e pedir desculpas.

E se você não gosta de alguém sem nem saber o motivo direito… bom, faça uma autoanálise e dê uma nova chance pra pessoa! Às vezes o problema nem está com o outro, mas dentro da nossa cabeça e coração.

#PAS

 

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Joguinhos retrô de Sailor Moon

Se você é uma garota que nasceu nos anos 80 ou início dos anos 90, é muito provável que já tenha assistido ao anime Sailor Moon na TV Manchete e/ou no Cartoon Network.

O desenho animado japonês foi um dos primeiros que apresentaram as magical girls (personagens do sexo feminino que tinham super-poderes ou eram simplesmente mágicas) no país.
 

 
Pra quem não sabe, Sailor Moon é uma série de mangá escrita e ilustrada por Naoko Takeuchi, que posteriormente virou uma série animada com 5 temporadas, com um total de 200 episódios. A história gira em torno de um grupo de cinco garotas adolescentes renascidas do Reino da Lua, que está ameaçado pelas forças do mal. Essas garotas podem se transformar em guerreiras mágicas, com poderes que representam a Lua e os planetas do sistema solar.

Bom, pra quem já é fã da série (como eu), sabe que a protagonista, Usagi Tsukino (Serena, na versão brasileira) é uma garota super gamer. Ela costumava sair da escola e ir direto para o Game Center jogar o jogo da Sailor V.
 

E se você também foi uma menina que amava jogar videogame, não poderia se sentir mais representada! Não à toa que Sailor Moon contou com diversos jogos para as mais diferentes plataformas: Super Nintendo, Genesis, arcade, Gameboy, Playstation 1, etc. Não eram jogos que chegaram facilmente no Brasil, mas hoje é possível jogar muitos deles graças à nossa maravilhosa internet! ♡♡♡
 
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Mais legal ainda é que podemos nos jogar na nostalgia sem muito perrengue de ter que baixar e instalar os jogos. Existem emuladores para você jogar do próprio navegador (aleluia)! Listei abaixo alguns desses games pra você pode jogar feliz e contente:

 

Bishoujo Senshi Sailor Moon – Another Story (SNES)

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Esse é um RPG ultra fofo (e longo) de Sailor Moon. Eu joguei quando era adolescente e adorei jogar as histórias de cada uma das Sailor Senshi, amava as animações dos poderes. É em inglês, se você é muito fã vale jogar. Veja um vídeo do gameplay.
 

Pretty Soldier Sailor Moon (Arcade)

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É um jogo no estilo beat ’em up, aquele que você sai batendo nos inimigos que vão surgindo na tela e segue sempre para a direita, como no Streets of Rage. É um dos mais bonitos dos jogos de Sailor Moon, pois ele traz animações do desenho em diversos momentos do game, além da arte do jogo ser mais trabalhada.Veja um vídeo do gameplay.
 

Bishoujo Senshi Sailor Moon Super S – Fuwa Fuwa Panic (SNES)

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Esse game é um puzzle, ou seja, um jogo de quebra-cabeças que você vai fazendo pontos para dificultar a vida do oponente. Ele está todo em japonês, mas é simples de “sacar”. Se você gostar, tem outro puzzle de Sailor Moon muito parecido. Veja um vídeo do gameplay.
 

Bishoujo Senshi Sailor Moon R (SNES)

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Mais um beat em’ up que é bastante divertido e simples. Este é um dos mais conhecidos entre os games de Sailor Moon. Em inglês. Tem outro jogo de Sailor Moon do mesmo gênero parecido com esse. Veja um vídeo do gameplay.
 

Bishoujo Senshi Sailor Moon S – Jougai Rantou! Shuyaku S (SNES)

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É um jogo de luta para você jogar batalhas entre as guerreiras. É mais legal quando dá pra jogar com as amigas, né. O game tá em japonês, mas dá pra sacar.Veja um vídeo do gameplay.
 

Bishoujo Senshi Sailor Moon S (Sega Game Gear)

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Esse game é um jogo ultra simples, daqueles que você vai passando pelas fases, mata ou foge de monstros que encontra, pula em plataformas, coleta itens. Eu particularmente não sou fã dele. Veja um vídeo do gameplay.
 

Bishoujo Senshi Sailor Moon (Gameboy)

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É também um RPG de Sailor Moon, mas na minha opinião não chega aos pés do Another Story. Está todo em inglês. Veja um vídeo do gameplay.
 

Para jogar outros jogos de Sailor Moon online, acesse o site Let’s Play SNES. Você pode ter acesso à lista completa de todos os games já lançados de Sailor Moon no site Sailor V Game. Lá tem até links para download. Tem uns que parecem ser ultra fofos, mas estão em japonês. Se você sabe a língua, se joga!

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