Ovelha entrevista: Brianna Collins, Tigers Jaw

Brianna Collins durante um show da Tigers Jaw em setembro. Foto: Joey Tobin

Há pouco tempo postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.

Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.

Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
 


Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?

Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
 

Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?

Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.

[caption id="attachment_16141" align="alignnone" width="1708"] Brianna durante a tour do novo álbum “spin” em outubro. Foto: Connor Feimster[/caption]  

Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…

Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
 

Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?

Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
 

Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?

Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!


 


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Mais de Fernanda Garcia

Sete entre todas de Sorocaba

Eu conheci a Naíra em meados de 2008, em uma comunidade do Orkut, rs.
A Nae, como também é chamada, sempre foi um amor comigo, pena que nos vimos tão pouco. Ela é de Sorocaba (SP), uma cidade grande mas ainda bastante segregada, “tipo Rei do Gado” como ela diz. Eu não tinha a menor ideia disso até ela me contar. Uma divisão por famílias, grana e status.

Bem, fiquei sabendo que rolou uma tal lista das “7 mais estilosas de Sorocaba“, mas que vamos combinar – sem desmerecer ou diminuir ninguém – esse título poderia tranquilamente ser substituído por “As 7 mais privilegiadas de Sorocaba”.

Foi na contra-partida, com a idéia de criar algo mais diversificado, mostrando garotas lindas, estilosas e fora dos “padrões sociais” de beleza, que a Nae se juntou à amiga Marina para criar o conteúdo das Sete Entre Todas no setemais.tumblr.com.

A Marina foi sondando algumas meninas, fotografando – um verdadeiro trabalho de quem realmente se propõe a fazer uma pesquisa antes de fazer uma lista né gente.
Elas entraram em contato inclusive com uma advogada, para saber se não poderia rolar um senhor processo nelas por outras partes.

Elas faziam questão de mostrar garotas diferentes: corpos, estilos, vidas. Não na ideia de listá-las como o outro portal havia feito, mas uma espécie de resposta, onde elas poderiam mostrar perfis nos quais outras garotas se identificariam. A Naíra explica:

“Nossa ideia, diferente da matéria do portal, era mostrar como cada menina era única e foda. Elas não tinham o ‘corpo perfeito’, o bronzeado em dia, ‘as pernas de fora porque podiam’ (…) tudo isso tava na matéria”.

“A Marina conseguiu falar com uma dona de brechó super bacana, que faz um trampo super delicado que é Fernanda Cezarino, dona do Casaqueto; Denise Teófilo que estuda economia na UFSCAR e é aquela menina que ce vê na rua e quer desmaiar de tão maravilhosa, ela tem um projeto que ensina cultura africana em escolas, é muito bacana. Ai tem a Jéssica Giancotti que é uma cabeleireira e maquiadora, feminista e DJ de uma balada de sororô; Tem a Renata Ferraz que é psicóloga e pole dancer, maríssima roqueira; Tem as trans Alice e Ametista que vieram pra Sorocaba pra conseguir trampar, uma delas trampava com aqueles negócio de captação de incentivo a cultura, não sei como funciona, mas aí ficou difícil e elas vieram pra cá tentar. E tem eu né rs”

As meninas pretendem continuar com o projeto, uma ajudando a outra nos corres todos. Mas por enquanto elas querem organizar melhor o que irá rolar daqui pra frente.
É um ótimo projeto pra gente ficar de olho :)

Veja tudinho: setemais.tumblr.com

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postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.

Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.

Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
 


Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?

Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
 

Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?

Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.

 

Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…

Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
 

Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?

Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
 

Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?

Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!


 


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