Referências do emo ao indie rock se misturam nas fortes melodias com letras sensíveis da Tigers Jaw.
A banda da Pensilvânia (EUA) foi formada em 2005, inicialmente pelos guitarristas/vocalistas Adam McIlwee e Ben Walsh. Mike May (bateria), Dennis Mishko (baixo) se juntaram também e mais tarde Brianna Collins entrou acrescentando seus teclados à banda.
Hoje, a Tigers Jaw é composta apenas por Ben e Brianna, que também incluiu seus vocais em algumas músicas.
Em maio deste ano, eles lançaram seu quinto álbum “spin”, o primeiro gravado com a formação atual da dupla.
Aqui, Brianna e Ben apresentam um som mais maduro, com uma pegada indie mais atual, mas ainda com a característica introspectiva presente na banda desde o começo – e que marcou a cena emo contemporânea.
Nessa apresentação de junho na NPR a dupla tocou as músicas “Guardian”, “June” e “Window” do novo álbum.
E em novembro o Tigers Jaw estará em turnê pelo Brasil pela segunda vez, onde tocarão em Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.
Referências do emo ao indie rock se misturam nas fortes melodias com letras sensíveis da Tigers Jaw.
A banda da Pensilvânia (EUA) foi formada em 2005, inicialmente pelos guitarristas/vocalistas Adam McIlwee e Ben Walsh. Mike May (bateria), Dennis Mishko (baixo) se juntaram também e mais tarde Brianna Collins entrou acrescentando seus teclados à banda.
Hoje, a Tigers Jaw é composta apenas por Ben e Brianna, que também incluiu seus vocais em algumas músicas.
Em maio deste ano, eles lançaram seu quinto álbum “spin”, o primeiro gravado com a formação atual da dupla.
Aqui, Brianna e Ben apresentam um som mais maduro, com uma pegada indie mais atual, mas ainda com a característica introspectiva presente na banda desde o começo – e que marcou a cena emo contemporânea.
Nessa apresentação de junho na NPR a dupla tocou as músicas “Guardian”, “June” e “Window” do novo álbum.
E em novembro o Tigers Jaw estará em turnê pelo Brasil pela segunda vez, onde tocarão em Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.
Referências do emo ao indie rock se misturam nas fortes melodias com letras sensíveis da Tigers Jaw.
A banda da Pensilvânia (EUA) foi formada em 2005, inicialmente pelos guitarristas/vocalistas Adam McIlwee e Ben Walsh. Mike May (bateria), Dennis Mishko (baixo) se juntaram também e mais tarde Brianna Collins entrou acrescentando seus teclados à banda.
Hoje, a Tigers Jaw é composta apenas por Ben e Brianna, que também incluiu seus vocais em algumas músicas.
Em maio deste ano, eles lançaram seu quinto álbum “spin”, o primeiro gravado com a formação atual da dupla.
Aqui, Brianna e Ben apresentam um som mais maduro, com uma pegada indie mais atual, mas ainda com a característica introspectiva presente na banda desde o começo – e que marcou a cena emo contemporânea.
Nessa apresentação de junho na NPR a dupla tocou as músicas “Guardian”, “June” e “Window” do novo álbum.
E em novembro o Tigers Jaw estará em turnê pelo Brasil pela segunda vez, onde tocarão em Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.
Há pouco tempo postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.
Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.
Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?
Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?
Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.
Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…
Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?
Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?
Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!
A banda da Pensilvânia (EUA) foi formada em 2005, inicialmente pelos guitarristas/vocalistas Adam McIlwee e Ben Walsh. Mike May (bateria), Dennis Mishko (baixo) se juntaram também e mais tarde Brianna Collins entrou acrescentando seus teclados à banda.
Hoje, a Tigers Jaw é composta apenas por Ben e Brianna, que também incluiu seus vocais em algumas músicas.
Em maio deste ano, eles lançaram seu quinto álbum “spin”, o primeiro gravado com a formação atual da dupla.
Aqui, Brianna e Ben apresentam um som mais maduro, com uma pegada indie mais atual, mas ainda com a característica introspectiva presente na banda desde o começo – e que marcou a cena emo contemporânea.
Nessa apresentação de junho na NPR a dupla tocou as músicas “Guardian”, “June” e “Window” do novo álbum.
E em novembro o Tigers Jaw estará em turnê pelo Brasil pela segunda vez, onde tocarão em Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.