Os doodles da astronauta Sally Ride

Sally Kristen Ride foi uma astronauta estadounidense e a primeira mulher norte-americana a ir ao espaço pela NASA – ela foi a terceira mulher do mundo a fazer isso, após as soviéticas Valentina Tereshkova (1963) e Svetlana Savitskaya (1982). Se estivesse viva, comemoraria hoje seus 64 anos. Sua importância levou o Google a homenageá-la com diversos Doodles animados em sua página inicial, feitos pela artista Olivia Huynh.
 

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As diversas ilustrações animadas mostram diversas realizações da astronauta, que entrou para a história em 18 de junho de 1983 quando foi parte da tripulação do ônibus espacial Challenger, com a missão de colocar em órbita dois satélites de comunicação.

 
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Na segunda missão do Challenger, Sally alcançou a marca de 343 horas de permanência no espaço. Porém, um tempo depois de terminada a missão, um acidente destruiu sua nave e matou uma de suas colegas. Isso paralisou o programa espacial americano por alguns anos.

 

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Então em 1987, a astronauta pendurou o capacete e decidiu ser professora de física em Stanford, onde se formou. Ela tinha como objetivo incentivar jovens americanos – especialmente as mulheres – a se interessarem pelo espaço. Infelizmente, Sally Ride morreu em 2012 devido a um câncer no pâncreas.
 

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É muito emocionante ver um Google Doodle homenageando uma mulher de importância histórica. É algo que atinge milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas além da graça das animações de Olivia Huynh, o que me chamou a atenção foi o vídeo em que a artista conta não só a história de Sally Ride, mas todo o processo criativo por trás dos doodles e qual foi sua conexão com a homenageada. Não esqueça de ativar as legendas em português!
 


 
Imagem de capa via.

Mais de Nina Grando

Ouça: The Anna Thompsons

Quando estive em Berlim em junho de 2013, minha amiga Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

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Olivia Huynh.
 

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As diversas ilustrações animadas mostram diversas realizações da astronauta, que entrou para a história em 18 de junho de 1983 quando foi parte da tripulação do ônibus espacial Challenger, com a missão de colocar em órbita dois satélites de comunicação.

 
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Na segunda missão do Challenger, Sally alcançou a marca de 343 horas de permanência no espaço. Porém, um tempo depois de terminada a missão, um acidente destruiu sua nave e matou uma de suas colegas. Isso paralisou o programa espacial americano por alguns anos.

 

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Então em 1987, a astronauta pendurou o capacete e decidiu ser professora de física em Stanford, onde se formou. Ela tinha como objetivo incentivar jovens americanos – especialmente as mulheres – a se interessarem pelo espaço. Infelizmente, Sally Ride morreu em 2012 devido a um câncer no pâncreas.
 

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É muito emocionante ver um Google Doodle homenageando uma mulher de importância histórica. É algo que atinge milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas além da graça das animações de Olivia Huynh, o que me chamou a atenção foi o vídeo em que a artista conta não só a história de Sally Ride, mas todo o processo criativo por trás dos doodles e qual foi sua conexão com a homenageada. Não esqueça de ativar as legendas em português!
 

 
Imagem de capa via.

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