Sabe o Google Doodles, aqueles desenhos que aparecem em destaque na página inicial do buscador Google, normalmente homenageando alguma personalidade ou celebrando um dia importante? Saiba que apenas 17% de todos os Doodles figuraram uma mulher. Bom, para um site que promove mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia (são 40 mil por segundo), 17% é muito, muito pouco. Ao perceber isso, a SPARK –movimento sem fins lucrativos dos EUA– resolveu que já era mais do que hora de evidenciar os feitos das mulheres no mapa da história. E criaram então um projeto para fazer exatamente isso.
Coincidindo com o Mês da Mulher, o Google concordou em trabalhar com a SPARK para destacar mais mulheres históricas em seus doodles. Mais do que isso, a SPARK foi convidada para pesquisar e honrar as mulheres notáveis e fundamentais que já existiram em um mapa especial, produzido pelo app Google’s Field Trip. A SPARK disse, em nota:
O Google sabe, assim como nós, que não é que as mulheres não fazem história. Somos nós (a sociedade) que não as honramos pelos seus feitos.
Isso é algo que a cientista social e professora Carla Cristina Garcia, do Inanna Educação e PUC-SP, vive dizendo para suas alunas em seus cursos: É uma afronta dizer que as mulheres estão fazendo algo como se fosse uma novidade. Dizer que hoje “as mulheres estão entrando no mercado de trabalho” ou que “as mulheres estão começando no campo das artes” é de uma bogagem e uma ignorância histórica sem tamanho. O problema é esse mesmo: ignorância. As mulheres fazem e já fizeram muita coisa, junto com os homens. Só não são honradas por isso.
Já é possível baixar o app gratuitamente para os sitemas iOS e Android. Ao ligar as ‘configurações históricas’ do aplicativo, somos notificadas toda a vez que chegamos em um local em que uma mulher fez algo importante. Foram mapeados diversos lugares ao redor do mundo, então não importa onde você esteja: se uma mulher fez um feito histórico no lugar em que você se encontra, você será alertada.
Isso é perfeito para enriquecer o turismo em qualquer cidade do mundo. Imagina ser alertada sobre os feitos de diversas mulheres que ajudaram a construir aquele lugar, seja por seu papel social, artístico, político, científico, intelectual ou mesmo por sua participação em guerras (sim, mulheres também são –e sempre foram– guerreiras).
Como são MUITAS mulheres que precisam desta visibilidade, a SPARK está aceitando contribuições de qualquer pessoa que saiba sobre feitos inspiradores de mulheres na história, encorajando a colaborar com sua base de dados. Basta escrever uma mini-bio entre 150 e 300 caracteres sobre a vida e conquistas desta mulher, além de, é claro, informar o local exato onde ela atuou. Mande um email para sparkteam@sparksummit.com com o título “Women On The Map”. Ah sim, mas tem que ser em inglês. Pelo menos por enquanto (:
Sabe o Google Doodles, aqueles desenhos que aparecem em destaque na página inicial do buscador Google, normalmente homenageando alguma personalidade ou celebrando um dia importante? Saiba que apenas 17% de todos os Doodles figuraram uma mulher. Bom, para um site que promove mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia (são 40 mil por segundo), 17% é muito, muito pouco. Ao perceber isso, a SPARK –movimento sem fins lucrativos dos EUA– resolveu que já era mais do que hora de evidenciar os feitos das mulheres no mapa da história. E criaram então um projeto para fazer exatamente isso.
Coincidindo com o Mês da Mulher, o Google concordou em trabalhar com a SPARK para destacar mais mulheres históricas em seus doodles. Mais do que isso, a SPARK foi convidada para pesquisar e honrar as mulheres notáveis e fundamentais que já existiram em um mapa especial, produzido pelo app Google’s Field Trip. A SPARK disse, em nota:
O Google sabe, assim como nós, que não é que as mulheres não fazem história. Somos nós (a sociedade) que não as honramos pelos seus feitos.
Isso é algo que a cientista social e professora Carla Cristina Garcia, do Inanna Educação e PUC-SP, vive dizendo para suas alunas em seus cursos: É uma afronta dizer que as mulheres estão fazendo algo como se fosse uma novidade. Dizer que hoje “as mulheres estão entrando no mercado de trabalho” ou que “as mulheres estão começando no campo das artes” é de uma bogagem e uma ignorância histórica sem tamanho. O problema é esse mesmo: ignorância. As mulheres fazem e já fizeram muita coisa, junto com os homens. Só não são honradas por isso.
Já é possível baixar o app gratuitamente para os sitemas iOS e Android. Ao ligar as ‘configurações históricas’ do aplicativo, somos notificadas toda a vez que chegamos em um local em que uma mulher fez algo importante. Foram mapeados diversos lugares ao redor do mundo, então não importa onde você esteja: se uma mulher fez um feito histórico no lugar em que você se encontra, você será alertada.
Isso é perfeito para enriquecer o turismo em qualquer cidade do mundo. Imagina ser alertada sobre os feitos de diversas mulheres que ajudaram a construir aquele lugar, seja por seu papel social, artístico, político, científico, intelectual ou mesmo por sua participação em guerras (sim, mulheres também são –e sempre foram– guerreiras).
Como são MUITAS mulheres que precisam desta visibilidade, a SPARK está aceitando contribuições de qualquer pessoa que saiba sobre feitos inspiradores de mulheres na história, encorajando a colaborar com sua base de dados. Basta escrever uma mini-bio entre 150 e 300 caracteres sobre a vida e conquistas desta mulher, além de, é claro, informar o local exato onde ela atuou. Mande um email para sparkteam@sparksummit.com com o título “Women On The Map”. Ah sim, mas tem que ser em inglês. Pelo menos por enquanto (:
Sabe o Google Doodles, aqueles desenhos que aparecem em destaque na página inicial do buscador Google, normalmente homenageando alguma personalidade ou celebrando um dia importante? Saiba que apenas 17% de todos os Doodles figuraram uma mulher. Bom, para um site que promove mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia (são 40 mil por segundo), 17% é muito, muito pouco. Ao perceber isso, a SPARK –movimento sem fins lucrativos dos EUA– resolveu que já era mais do que hora de evidenciar os feitos das mulheres no mapa da história. E criaram então um projeto para fazer exatamente isso.
Coincidindo com o Mês da Mulher, o Google concordou em trabalhar com a SPARK para destacar mais mulheres históricas em seus doodles. Mais do que isso, a SPARK foi convidada para pesquisar e honrar as mulheres notáveis e fundamentais que já existiram em um mapa especial, produzido pelo app Google’s Field Trip. A SPARK disse, em nota:
O Google sabe, assim como nós, que não é que as mulheres não fazem história. Somos nós (a sociedade) que não as honramos pelos seus feitos.
Isso é algo que a cientista social e professora Carla Cristina Garcia, do Inanna Educação e PUC-SP, vive dizendo para suas alunas em seus cursos: É uma afronta dizer que as mulheres estão fazendo algo como se fosse uma novidade. Dizer que hoje “as mulheres estão entrando no mercado de trabalho” ou que “as mulheres estão começando no campo das artes” é de uma bogagem e uma ignorância histórica sem tamanho. O problema é esse mesmo: ignorância. As mulheres fazem e já fizeram muita coisa, junto com os homens. Só não são honradas por isso.
Já é possível baixar o app gratuitamente para os sitemas iOS e Android. Ao ligar as ‘configurações históricas’ do aplicativo, somos notificadas toda a vez que chegamos em um local em que uma mulher fez algo importante. Foram mapeados diversos lugares ao redor do mundo, então não importa onde você esteja: se uma mulher fez um feito histórico no lugar em que você se encontra, você será alertada.
Isso é perfeito para enriquecer o turismo em qualquer cidade do mundo. Imagina ser alertada sobre os feitos de diversas mulheres que ajudaram a construir aquele lugar, seja por seu papel social, artístico, político, científico, intelectual ou mesmo por sua participação em guerras (sim, mulheres também são –e sempre foram– guerreiras).
[caption id="attachment_2599" align="aligncenter" width="660"] Homenagem do Google Doodle para Henrietta Edwards, ilustrado por Aleksandra Sagan[/caption]
Como são MUITAS mulheres que precisam desta visibilidade, a SPARK está aceitando contribuições de qualquer pessoa que saiba sobre feitos inspiradores de mulheres na história, encorajando a colaborar com sua base de dados. Basta escrever uma mini-bio entre 150 e 300 caracteres sobre a vida e conquistas desta mulher, além de, é claro, informar o local exato onde ela atuou. Mande um email para sparkteam@sparksummit.com com o título “Women On The Map”. Ah sim, mas tem que ser em inglês. Pelo menos por enquanto (:
Se você é uma garota que nasceu nos anos 80 ou início dos anos 90, é muito provável que já tenha assistido ao anime Sailor Moon na TV Manchete e/ou no Cartoon Network.
O desenho animado japonês foi um dos primeiros que apresentaram as magical girls (personagens do sexo feminino que tinham super-poderes ou eram simplesmente mágicas) no país.
Pra quem não sabe, Sailor Moon é uma série de mangá escrita e ilustrada por Naoko Takeuchi, que posteriormente virou uma série animada com 5 temporadas, com um total de 200 episódios. A história gira em torno de um grupo de cinco garotas adolescentes renascidas do Reino da Lua, que está ameaçado pelas forças do mal. Essas garotas podem se transformar em guerreiras mágicas, com poderes que representam a Lua e os planetas do sistema solar.
Bom, pra quem já é fã da série (como eu), sabe que a protagonista, Usagi Tsukino (Serena, na versão brasileira) é uma garota super gamer. Ela costumava sair da escola e ir direto para o Game Center jogar o jogo da Sailor V.
E se você também foi uma menina que amava jogar videogame, não poderia se sentir mais representada! Não à toa que Sailor Moon contou com diversos jogos para as mais diferentes plataformas: Super Nintendo, Genesis, arcade, Gameboy, Playstation 1, etc. Não eram jogos que chegaram facilmente no Brasil, mas hoje é possível jogar muitos deles graças à nossa maravilhosa internet! ♡♡♡
Mais legal ainda é que podemos nos jogar na nostalgia sem muito perrengue de ter que baixar e instalar os jogos. Existem emuladores para você jogar do próprio navegador (aleluia)! Listei abaixo alguns desses games pra você pode jogar feliz e contente:
Esse é um RPG ultra fofo (e longo) de Sailor Moon. Eu joguei quando era adolescente e adorei jogar as histórias de cada uma das Sailor Senshi, amava as animações dos poderes. É em inglês, se você é muito fã vale jogar. Veja um vídeo do gameplay.
É um jogo no estilo beat ’em up, aquele que você sai batendo nos inimigos que vão surgindo na tela e segue sempre para a direita, como no Streets of Rage. É um dos mais bonitos dos jogos de Sailor Moon, pois ele traz animações do desenho em diversos momentos do game, além da arte do jogo ser mais trabalhada.Veja um vídeo do gameplay.
É um jogo de luta para você jogar batalhas entre as guerreiras. É mais legal quando dá pra jogar com as amigas, né. O game tá em japonês, mas dá pra sacar.Veja um vídeo do gameplay.
Esse game é um jogo ultra simples, daqueles que você vai passando pelas fases, mata ou foge de monstros que encontra, pula em plataformas, coleta itens. Eu particularmente não sou fã dele. Veja um vídeo do gameplay.
É também um RPG de Sailor Moon, mas na minha opinião não chega aos pés do Another Story. Está todo em inglês. Veja um vídeo do gameplay.
Para jogar outros jogos de Sailor Moon online, acesse o site Let’s Play SNES. Você pode ter acesso à lista completa de todos os games já lançados de Sailor Moon no site Sailor V Game. Lá tem até links para download. Tem uns que parecem ser ultra fofos, mas estão em japonês. Se você sabe a língua, se joga!
Google Doodles, aqueles desenhos que aparecem em destaque na página inicial do buscador Google, normalmente homenageando alguma personalidade ou celebrando um dia importante? Saiba que apenas 17% de todos os Doodles figuraram uma mulher. Bom, para um site que promove mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia (são 40 mil por segundo), 17% é muito, muito pouco. Ao perceber isso, a SPARK –movimento sem fins lucrativos dos EUA– resolveu que já era mais do que hora de evidenciar os feitos das mulheres no mapa da história. E criaram então um projeto para fazer exatamente isso.
Coincidindo com o Mês da Mulher, o Google concordou em trabalhar com a SPARK para destacar mais mulheres históricas em seus doodles. Mais do que isso, a SPARK foi convidada para pesquisar e honrar as mulheres notáveis e fundamentais que já existiram em um mapa especial, produzido pelo app Google’s Field Trip. A SPARK disse, em nota:
O Google sabe, assim como nós, que não é que as mulheres não fazem história. Somos nós (a sociedade) que não as honramos pelos seus feitos.
Isso é algo que a cientista social e professora Carla Cristina Garcia, do Inanna Educação e PUC-SP, vive dizendo para suas alunas em seus cursos: É uma afronta dizer que as mulheres estão fazendo algo como se fosse uma novidade. Dizer que hoje “as mulheres estão entrando no mercado de trabalho” ou que “as mulheres estão começando no campo das artes” é de uma bogagem e uma ignorância histórica sem tamanho. O problema é esse mesmo: ignorância. As mulheres fazem e já fizeram muita coisa, junto com os homens. Só não são honradas por isso.
Já é possível baixar o app gratuitamente para os sitemas iOS e Android. Ao ligar as ‘configurações históricas’ do aplicativo, somos notificadas toda a vez que chegamos em um local em que uma mulher fez algo importante. Foram mapeados diversos lugares ao redor do mundo, então não importa onde você esteja: se uma mulher fez um feito histórico no lugar em que você se encontra, você será alertada.
Isso é perfeito para enriquecer o turismo em qualquer cidade do mundo. Imagina ser alertada sobre os feitos de diversas mulheres que ajudaram a construir aquele lugar, seja por seu papel social, artístico, político, científico, intelectual ou mesmo por sua participação em guerras (sim, mulheres também são –e sempre foram– guerreiras).
Como são MUITAS mulheres que precisam desta visibilidade, a SPARK está aceitando contribuições de qualquer pessoa que saiba sobre feitos inspiradores de mulheres na história, encorajando a colaborar com sua base de dados. Basta escrever uma mini-bio entre 150 e 300 caracteres sobre a vida e conquistas desta mulher, além de, é claro, informar o local exato onde ela atuou. Mande um email para sparkteam@sparksummit.com com o título “Women On The Map”. Ah sim, mas tem que ser em inglês. Pelo menos por enquanto (: