BitchCoin

Sim, você leu certo. Não é Bitcoin, mas sim BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.

Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.

bitchcoin-sarahmeyohas

A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.

Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.

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Jogue: Crossy Road

Eu amo jogos que preenchem momentos de tédio no dia-a-dia. Por isso mesmo que jogos de smartphone são simplesmente a glória. E graças aos indie games, que trouxeram de volta a nostalgia e a simplicidade dos gráficos e da mecânica nos jogos, hoje os melhores games são surpreendentemente simples – mas com umas sacadinhas geniais.

E esse é o caso do novo amor da minha vida: Crossy Road. Um jogo arcade, ou seja, não tem uma história que precisa ser necessariamente contada, nem um objetivo final além de pontuar mais do que seu amiguinho ou do que seu último recorde.

O jogo é uma repaginação do clássico Frogger, de 1980, só que muito mais legal. Ele apresenta uma gráfico 3D blocado, brincando com a estética pixel art. É, tipo Minecraft, só que bonito, bem bonito – a versão para iOS, na verdade. A versão Android deixa a desejar, já que os gráficos tiveram que passar por adaptações para funcionar na maioria dos celulares com o sistema operacional.

A sacada do jogo está em trazer diferentes personagens com particularidades hilárias, como o peixe fora da água e o pombo que caga enquanto anda. São dezenas de bichinhos fofos com seus sons e efeitos próprios. Mas não pára por aí: o mais legal são os personagens que tem relação direta com a cultura pop. Você pode jogar como um jogador de basquete, como um unicórnio, como o Dracula, como o Frankenstein… e como o Doge. Sim, ele mesmo. Wow, very cross. Much awesome.

Bom, Crossy Road é um jogo viciante em muitos sentidos. Ele não te deixa descobrir por que a galinha atravessou a rua, mas não é isso que importa nesse caso. Essa belezinha é criação da Hipster Whale (melhor nome) e dá pra baixar de graça na versão iOS (a original e gloriosa) e Android (que dá pro gasto).

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BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.

Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.

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A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.

Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.

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