Emma Watson, atriz consagradíssima pela personagem Hermione Granger, da saga “Harry Potter”, formada em Literatura inglesa pela Universidade de Brown, e embaixadora global da boa vontade da ONU, anunciou nesta semana mais uma iniciativa belíssima.
Ela criou um clube do livro virtual, com o objetivo de fazer leituras conjuntas de obras relacionadas ao feminismo. Ela explica melhor nesse comunicado oficial:
“Como parte do meu trabalho na ONU mulheres, eu comecei a ler tantos livros e ensaios sobre a igualdade quanto minhas mãos alcançaram. Há tanta coisa incrível lá fora! Engraçada, inspiradora, triste, provocante, que empodera! Eu tenho descoberto tanto que, às vezes, eu sinto que minha cabeça está prestes a explodir… Eu decidi começar um clube do livro feminista, porque eu quero compartilhar o que estou aprendendo e ouvir seus pensamentos também. O plano é selecionar e ler um livro a cada mês, então discutir a obra durante a última semana do mês (para dar tempo a todos de ler!). Vou postar algumas perguntas/citações para começar as coisas, mas eu adoraria que isto crescesse para uma discussão aberta com e entre todos vocês. Sempre que possível eu espero ter a autora, ou outra voz proeminente sobre o assunto, junto à conversa.”
O primeiro livro é:
Após pedir sugestões de seus seguidores nas redes sociais, Emma decidiu chamar o clube de “Our Shared Shelf” (Nossa prateleira compartilhada, em tradução livre) e criou um grupo de discussões no site Goodreads.
“My life on the road” (Minha vida na estrada) é escrito pela jornalista e ativista americana Gloria Steinem, que se engajou com o feminismo principalmente na década de 1960. No Brasil, foi publicado o livro “Memórias da transgressão”, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira, que está indisponível nas livrarias.
Quem vai participar? \o/ \o/
Emma Watson, atriz consagradíssima pela personagem Hermione Granger, da saga “Harry Potter”, formada em Literatura inglesa pela Universidade de Brown, e embaixadora global da boa vontade da ONU, anunciou nesta semana mais uma iniciativa belíssima.
Ela criou um clube do livro virtual, com o objetivo de fazer leituras conjuntas de obras relacionadas ao feminismo. Ela explica melhor nesse comunicado oficial:
“Como parte do meu trabalho na ONU mulheres, eu comecei a ler tantos livros e ensaios sobre a igualdade quanto minhas mãos alcançaram. Há tanta coisa incrível lá fora! Engraçada, inspiradora, triste, provocante, que empodera! Eu tenho descoberto tanto que, às vezes, eu sinto que minha cabeça está prestes a explodir… Eu decidi começar um clube do livro feminista, porque eu quero compartilhar o que estou aprendendo e ouvir seus pensamentos também. O plano é selecionar e ler um livro a cada mês, então discutir a obra durante a última semana do mês (para dar tempo a todos de ler!). Vou postar algumas perguntas/citações para começar as coisas, mas eu adoraria que isto crescesse para uma discussão aberta com e entre todos vocês. Sempre que possível eu espero ter a autora, ou outra voz proeminente sobre o assunto, junto à conversa.”
O primeiro livro é:
Após pedir sugestões de seus seguidores nas redes sociais, Emma decidiu chamar o clube de “Our Shared Shelf” (Nossa prateleira compartilhada, em tradução livre) e criou um grupo de discussões no site Goodreads.
“My life on the road” (Minha vida na estrada) é escrito pela jornalista e ativista americana Gloria Steinem, que se engajou com o feminismo principalmente na década de 1960. No Brasil, foi publicado o livro “Memórias da transgressão”, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira, que está indisponível nas livrarias.
Emma Watson, atriz consagradíssima pela personagem Hermione Granger, da saga “Harry Potter”, formada em Literatura inglesa pela Universidade de Brown, e embaixadora global da boa vontade da ONU, anunciou nesta semana mais uma iniciativa belíssima.
Ela criou um clube do livro virtual, com o objetivo de fazer leituras conjuntas de obras relacionadas ao feminismo. Ela explica melhor nesse comunicado oficial:
“Como parte do meu trabalho na ONU mulheres, eu comecei a ler tantos livros e ensaios sobre a igualdade quanto minhas mãos alcançaram. Há tanta coisa incrível lá fora! Engraçada, inspiradora, triste, provocante, que empodera! Eu tenho descoberto tanto que, às vezes, eu sinto que minha cabeça está prestes a explodir… Eu decidi começar um clube do livro feminista, porque eu quero compartilhar o que estou aprendendo e ouvir seus pensamentos também. O plano é selecionar e ler um livro a cada mês, então discutir a obra durante a última semana do mês (para dar tempo a todos de ler!). Vou postar algumas perguntas/citações para começar as coisas, mas eu adoraria que isto crescesse para uma discussão aberta com e entre todos vocês. Sempre que possível eu espero ter a autora, ou outra voz proeminente sobre o assunto, junto à conversa.”
O primeiro livro é:
[caption id="attachment_8377" align="aligncenter" width="315"] “My life on the road”, da Gloria Steinem[/caption]
Após pedir sugestões de seus seguidores nas redes sociais, Emma decidiu chamar o clube de “Our Shared Shelf” (Nossa prateleira compartilhada, em tradução livre) e criou um grupo de discussões no site Goodreads.
“My life on the road” (Minha vida na estrada) é escrito pela jornalista e ativista americana Gloria Steinem, que se engajou com o feminismo principalmente na década de 1960. No Brasil, foi publicado o livro “Memórias da transgressão”, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira, que está indisponível nas livrarias.
Valerie June é uma cantora, compositora e multi-instrumentista norte-americana, de 33 anos. Fiquei chocada a primeira vez que a ouvi. Além dela ter um estilo incrível e ser belíssima, sua voz é extremamente marcante e ela toca muitíssimo bem. Sua música é uma mistura de folk com blues, soul, country.
Pushin’ Against a Stone, lançado em 2013 e coproduzido por Dan Auerbach, do Black Keys, é seu quarto álbum. June tem outros discos, mas este foi o primeiro dela assinado por gravadora – a Sunday Best Recordings.
Sobre o título do disco, ela escreveu em seu site oficial:
Eu sinto como se, na minha vida toda, sempre tivesse uma pedra que eu estivesse empurrando. Alguns dias é uma boa coisa para se ter, como um melhor amigo, e, às vezes é o seu pior inimigo. No caso desse disco, eu tinha tantos amigos me ajudando a mover a pedra.
June começou a se apresentar aos 19 anos, com seu então marido Michael Joyner, no duo Bella Sun. Após o término do seu casamento, ela começou a trabalhar como artista solo e a praticar instrumentos como guitarra e banjo.
Do disco Pushin’ Against a Stone, com certeza as minhas favoritas são Workin’ Woman Blues (faixa 1), Somebody to love (faixa 2) e You Can’t Be Told (faixa 9). Ouça abaixo na playlist do Youtube:
“My life on the road” (Minha vida na estrada) é escrito pela jornalista e ativista americana Gloria Steinem, que se engajou com o feminismo principalmente na década de 1960. No Brasil, foi publicado o livro “Memórias da transgressão”, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira, que está indisponível nas livrarias.