A Laura ainda nem chegou e já tem um céu só pra ela. A Ovelha convidou as tias babonas da Laurinha para mostrar como foi feita a pintura do quarto.
Laura é o primeiro bebê do grupo, o que significa que nenhuma nós tinha experiência em escolher carrinho, roupas, fraldas, e – muito menos – decoração. A ideia era fazer algo lindo e exclusivo para a Laura e que, ao mesmo tempo, coubesse no orçamento. Pesquisamos várias referências nessa maravilha que é o Google e montamos o nosso modelo de céu. O legal é que, seguindo os mesmos passos, dá para variar cores e desenhos. E o melhor: em duas noites, ficou tudo pronto.
No primeiro encontro, fizemos o trabalho bruto: pintamos a parede, que era branca, de azul. A tinta usada foi à base d’água, o que facilitou a nossa vida e não deixou um cheiro muito forte na casa da grávida. Nesse processo, não tem segredo. É só usar um pincel delicado para pintar os cantinhos da parede, usando fita crepe para evitar que a tinta vaze para o lado, e depois passar o rolo maior no restante. Passamos duas camadas, com uma hora de intervalo entre elas.
Na noite seguinte, fizemos a parte que deu mais trabalho e prazer: as nuvens. Usamos cartelas de raio x antigas para desenhar três tamanhos de nuvens e recortar o interior (com estilete e tesoura), formando o espaço negativo que precisávamos.
Dividimos a parede em cinco faixas, usando barbante para marcar onde ficariam as bases das nuvens. Para grudar o barbante na parede, é só usar fita crepe nas extremidades.
Decidimos que as maiores nuvens ficariam em cima e as menores, embaixo. Ficou assim, começando do alto:
Faixa 1: nuvens maiores
Faixa 2: nuvens maiores e médias, intercaladas
Faixa 3: nuvens médias
Faixa 4: nuvens médias e pequenas, intercaladas
Faixa 5: nuvens pequenas
Usamos fita crepe para prender o molde à parede e pintamos com tinta branca e rolinhos pequenos. Começamos a pintar as nuvens mais altas e descemos.
Acabadas, porém realizadas: Juliana Contaifer, Laís Alegretti, Renata Rusky (com a Laura) e Anna Luiza Corrêa.
Renata e Laura = ♡
A Laura ainda nem chegou e já tem um céu só pra ela. A Ovelha convidou as tias babonas da Laurinha para mostrar como foi feita a pintura do quarto.
Laura é o primeiro bebê do grupo, o que significa que nenhuma nós tinha experiência em escolher carrinho, roupas, fraldas, e – muito menos – decoração. A ideia era fazer algo lindo e exclusivo para a Laura e que, ao mesmo tempo, coubesse no orçamento. Pesquisamos várias referências nessa maravilha que é o Google e montamos o nosso modelo de céu. O legal é que, seguindo os mesmos passos, dá para variar cores e desenhos. E o melhor: em duas noites, ficou tudo pronto.
No primeiro encontro, fizemos o trabalho bruto: pintamos a parede, que era branca, de azul. A tinta usada foi à base d’água, o que facilitou a nossa vida e não deixou um cheiro muito forte na casa da grávida. Nesse processo, não tem segredo. É só usar um pincel delicado para pintar os cantinhos da parede, usando fita crepe para evitar que a tinta vaze para o lado, e depois passar o rolo maior no restante. Passamos duas camadas, com uma hora de intervalo entre elas.
Na noite seguinte, fizemos a parte que deu mais trabalho e prazer: as nuvens. Usamos cartelas de raio x antigas para desenhar três tamanhos de nuvens e recortar o interior (com estilete e tesoura), formando o espaço negativo que precisávamos.
Dividimos a parede em cinco faixas, usando barbante para marcar onde ficariam as bases das nuvens. Para grudar o barbante na parede, é só usar fita crepe nas extremidades.
Decidimos que as maiores nuvens ficariam em cima e as menores, embaixo. Ficou assim, começando do alto:
Faixa 1: nuvens maiores
Faixa 2: nuvens maiores e médias, intercaladas
Faixa 3: nuvens médias
Faixa 4: nuvens médias e pequenas, intercaladas
Faixa 5: nuvens pequenas
Usamos fita crepe para prender o molde à parede e pintamos com tinta branca e rolinhos pequenos. Começamos a pintar as nuvens mais altas e descemos.
Acabadas, porém realizadas: Juliana Contaifer, Laís Alegretti, Renata Rusky (com a Laura) e Anna Luiza Corrêa.
A Laura ainda nem chegou e já tem um céu só pra ela. A Ovelha convidou as tias babonas da Laurinha para mostrar como foi feita a pintura do quarto.
Laura é o primeiro bebê do grupo, o que significa que nenhuma nós tinha experiência em escolher carrinho, roupas, fraldas, e – muito menos – decoração. A ideia era fazer algo lindo e exclusivo para a Laura e que, ao mesmo tempo, coubesse no orçamento. Pesquisamos várias referências nessa maravilha que é o Google e montamos o nosso modelo de céu. O legal é que, seguindo os mesmos passos, dá para variar cores e desenhos. E o melhor: em duas noites, ficou tudo pronto.
No primeiro encontro, fizemos o trabalho bruto: pintamos a parede, que era branca, de azul. A tinta usada foi à base d’água, o que facilitou a nossa vida e não deixou um cheiro muito forte na casa da grávida. Nesse processo, não tem segredo. É só usar um pincel delicado para pintar os cantinhos da parede, usando fita crepe para evitar que a tinta vaze para o lado, e depois passar o rolo maior no restante. Passamos duas camadas, com uma hora de intervalo entre elas.
Na noite seguinte, fizemos a parte que deu mais trabalho e prazer: as nuvens. Usamos cartelas de raio x antigas para desenhar três tamanhos de nuvens e recortar o interior (com estilete e tesoura), formando o espaço negativo que precisávamos.
Dividimos a parede em cinco faixas, usando barbante para marcar onde ficariam as bases das nuvens. Para grudar o barbante na parede, é só usar fita crepe nas extremidades.
Decidimos que as maiores nuvens ficariam em cima e as menores, embaixo. Ficou assim, começando do alto:
Faixa 1: nuvens maiores
Faixa 2: nuvens maiores e médias, intercaladas
Faixa 3: nuvens médias
Faixa 4: nuvens médias e pequenas, intercaladas
Faixa 5: nuvens pequenas
Usamos fita crepe para prender o molde à parede e pintamos com tinta branca e rolinhos pequenos. Começamos a pintar as nuvens mais altas e descemos.
Acabadas, porém realizadas: Juliana Contaifer, Laís Alegretti, Renata Rusky (com a Laura) e Anna Luiza Corrêa.
A Laura ainda nem chegou e já tem um céu só pra ela. A Ovelha convidou as tias babonas da Laurinha para mostrar como foi feita a pintura do quarto.
Laura é o primeiro bebê do grupo, o que significa que nenhuma nós tinha experiência em escolher carrinho, roupas, fraldas, e – muito menos – decoração. A ideia era fazer algo lindo e exclusivo para a Laura e que, ao mesmo tempo, coubesse no orçamento. Pesquisamos várias referências nessa maravilha que é o Google e montamos o nosso modelo de céu. O legal é que, seguindo os mesmos passos, dá para variar cores e desenhos. E o melhor: em duas noites, ficou tudo pronto.
No primeiro encontro, fizemos o trabalho bruto: pintamos a parede, que era branca, de azul. A tinta usada foi à base d’água, o que facilitou a nossa vida e não deixou um cheiro muito forte na casa da grávida. Nesse processo, não tem segredo. É só usar um pincel delicado para pintar os cantinhos da parede, usando fita crepe para evitar que a tinta vaze para o lado, e depois passar o rolo maior no restante. Passamos duas camadas, com uma hora de intervalo entre elas.
Na noite seguinte, fizemos a parte que deu mais trabalho e prazer: as nuvens. Usamos cartelas de raio x antigas para desenhar três tamanhos de nuvens e recortar o interior (com estilete e tesoura), formando o espaço negativo que precisávamos.
Dividimos a parede em cinco faixas, usando barbante para marcar onde ficariam as bases das nuvens. Para grudar o barbante na parede, é só usar fita crepe nas extremidades.
Decidimos que as maiores nuvens ficariam em cima e as menores, embaixo. Ficou assim, começando do alto:
Faixa 1: nuvens maiores
Faixa 2: nuvens maiores e médias, intercaladas
Faixa 3: nuvens médias
Faixa 4: nuvens médias e pequenas, intercaladas
Faixa 5: nuvens pequenas
Usamos fita crepe para prender o molde à parede e pintamos com tinta branca e rolinhos pequenos. Começamos a pintar as nuvens mais altas e descemos.
Acabadas, porém realizadas: Juliana Contaifer, Laís Alegretti, Renata Rusky (com a Laura) e Anna Luiza Corrêa.
Na noite seguinte, fizemos a parte que deu mais trabalho e prazer: as nuvens. Usamos cartelas de raio x antigas para desenhar três tamanhos de nuvens e recortar o interior (com estilete e tesoura), formando o espaço negativo que precisávamos.
Dividimos a parede em cinco faixas, usando barbante para marcar onde ficariam as bases das nuvens. Para grudar o barbante na parede, é só usar fita crepe nas extremidades.
Decidimos que as maiores nuvens ficariam em cima e as menores, embaixo. Ficou assim, começando do alto:
Faixa 1: nuvens maiores
Faixa 2: nuvens maiores e médias, intercaladas
Faixa 3: nuvens médias
Faixa 4: nuvens médias e pequenas, intercaladas
Faixa 5: nuvens pequenas
Usamos fita crepe para prender o molde à parede e pintamos com tinta branca e rolinhos pequenos. Começamos a pintar as nuvens mais altas e descemos.
Acabadas, porém realizadas: Juliana Contaifer, Laís Alegretti, Renata Rusky (com a Laura) e Anna Luiza Corrêa.