Makes desastrosos

Toda a mulher que já se aventurou no mundo mágico da maquiagem já viveu um resultado desastroso. Tentou copiar aquele make bapho da blogueira X e saiu parecendo artista do Cirque du Soleil (a não ser que seja proposital, aí tudo bem).

São tantas camadas! Primer, BB cream, base, corretivo, pó, blush, iluminador, bronzer… Nosso rosto vira uma tela de pintura que, pra quem não tem muita habilidade, resulta em uma baita frustração. Mas seguimos bombardeadas com as novas tendências da beleza das passarelas, looks estranhos, perfeitos, fabulosos. E é tudo uma grande histeria. Muita gente ama, muita gente odeia.

Esse poder de transformação da maquiagem tão venerado ao longo dos séculos inspirou a artista Megan Nicole Dong a criar o zine “Pretty Time!“, cujas ilustrações fizeram manchetes no Tumblr. A mensagem era simples:
 
cachorrinho-do-meme-gente-qual-a-necessidade-disso
 
Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):
 
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Sigam o Tumblr dela, o Instagram e, para encomendar o zine, acesse o sketchshark.bigcartel.com.

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Placenta em exposição: a arte de dar a vida

Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.

Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.

Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
 
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

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Megan trabalha para DreamWorksAnimation e começou esses quadrinhos de forma despretensiosa, batizando a série de “Cosmetic Comics”. Nesta série, ela brinca com slogans e mensagens das maquiagens, reinterpretando seus significados. E aí ela exagera os poderes sobrenaturais que alguns cosméticos prometem. Veja alguns dos quadrinhos do zine na galeria de imagens abaixo (para passar as imagens, basta clicar nelas):
 

 
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