Ouça: Santigold

Santigold é o nome do projeto musical da norte-americana Santi White. O trabalho da artista é a síntese dos estilos musicais do início dos anos 2000, passando por elementos do hip-hop, indie rock e batidas retiradas de músicas de todo o canto do mundo (quem não se lembra do funk carioca do Arular, primeiro álbum da M.I.A.?). A cantora tem um som animado e ácido, que muita gente considera genial – apesar de ter perdido um pouco o brilhantismo do álbum de estreia (que você pode ouvir inteiro no Youtube, já que o Spotify Brasil não tem direitos para disponibilizar a discografia da moça por aqui).

 

 
Ela estava (é?) um pouco sumida. Aparece vez em quando lançando músicas em parcerias com outros artistas e marcas ou fazendo um som para a trilha sonora de algum filme ou série. Ela lançou recentemente a música Radio, que integra a trilha sonora de Cidades de Papel (Paper Towns), filme inspirado na obra do escritor John Green. Em 2013 ela fez um são bão chamado Girls – sim, para a série Girls:

 

 
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Eu particularmente gosto do som dessa chuchu. Acho poderoso, divertido e dançante. Então fiquem aí com três videoclipes da moça, sigam ela por aí e torçam para que ela lance um novo álbum logo.

 

 

 

 
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Santigold: Site / Youtube / Facebook / Álbuns

Imagens via: Spin

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Priya Shakti: uma HQ contra o estupro

A falta de representatividade da mulher nos quadrinhos está, aos poucos, sendo preenchida com boas iniciativas. A Marvel, por exemplo, trouxe uma garota de origem muçulmana para viver a super-heroína Ms. Marvel, transformou Thor em uma mulher e nos apresentou a Silk.

Também vemos o quadrinho independente ganhar força com histórias incríveis e divertidas de protagonistas femininas poderosas, como Rat Queens e Lumberjanes.

Recentemente, o cineasta indo-americano Ram Devineni lançou uma HQ para discutir a ainda latente violência sexual contra mulheres na Índia. Priya Shakti conta a história de Priya, uma jovem que sobrevive a um estupro coletivo e resolve lutar – com a ajuda de um tigre e das deusas hindu Parvati e Shiva – contra os agressores, com a missão erradicar os crimes de gênero no país.
 

 
Ram Devineni diz que teve a ideia da HQ após o assassinato de uma estudante em um ônibus em Nova Déli em decorrência de um estupro coletivo, que gerou uma onda de protestos na Índia. Ele disse que, ao conversar com um policial, ouviu que “garotas sérias não deveriam andar sozinhas à noite” – claramente culpabilizando a vítima. Isso fez com que ele percebesse que o estupro e a violência sexual são culturais. Assim, usou de uma das mídias pop mais poderosas para conseguir falar com crianças entre 10 a 12 anos sobre esse problema sério, afim de educá-las desde cedo sobre o problema.

A HQ é ainda transmídia, feita para interagir com tablets e smartphones, proporcionando uma experiência amplificada através da tecnologia da realidade aumentada. Essas interações do leitor com a história ajudou a espalhar a campanha #IStandForPriya (tradução livre: eu apoio Priya), que potencializa a missão do quadrinho.

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funk carioca do Arular, primeiro álbum da M.I.A.?). A cantora tem um som animado e ácido, que muita gente considera genial – apesar de ter perdido um pouco o brilhantismo do álbum de estreia (que você pode ouvir inteiro no Youtube, já que o Spotify Brasil não tem direitos para disponibilizar a discografia da moça por aqui).

 

 
Ela estava (é?) um pouco sumida. Aparece vez em quando lançando músicas em parcerias com outros artistas e marcas ou fazendo um som para a trilha sonora de algum filme ou série. Ela lançou recentemente a música Radio, que integra a trilha sonora de Cidades de Papel (Paper Towns), filme inspirado na obra do escritor John Green. Em 2013 ela fez um são bão chamado Girls – sim, para a série Girls:

 

 
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Eu particularmente gosto do som dessa chuchu. Acho poderoso, divertido e dançante. Então fiquem aí com três videoclipes da moça, sigam ela por aí e torçam para que ela lance um novo álbum logo.

 

 

 

 

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