Um grupo de alunas do Colégio Anchieta, em Porto Alegre, criaram um abaixo-assinado online para permitir o uso de short no colégio, que atualmente não é permitido pelas regras de vestuário da instituição.
A petição foi criada no dia 23 e já tem quase 13 mil assinaturas! A meta é chegar a 15 mil.
Leia alguns trechos da carta:
“Regras de vestuário reforçam a ideia de que meninas tem que “se cobrir” porque garotos serão garotos; reforçam a ideia de que assediar é da natureza do homem e que é responsabilidade das mulheres evitar esse tipo de humilhação; reforçam a ideia de que as roupas de uma mulher definem seu respeito próprio e seu valor.
Ao invés de humilhar meninas por usar shorts em climas quentes, ensine estudantes e professores homens a não sexualizar partes normais do corpo feminino. Nós somos adolescentes de 13-17 anos de idade. Se você está sexualizando o nosso corpo, você é o problema.”
“exigimos que deixe no passado a mentalidade de que cabe às mulheres a prevenção de assédios, abusos e estupros; exigimos que, ao invés de ditar o que as meninas podem vestir, ditem o respeito.”, diz trecho da carta.
Uma matéria do G1 informou que elas fizeram um protesto no intervalo da aula de ontem.
Um grupo de alunas do Colégio Anchieta, em Porto Alegre, criaram um abaixo-assinado online para permitir o uso de short no colégio, que atualmente não é permitido pelas regras de vestuário da instituição.
A petição foi criada no dia 23 e já tem quase 13 mil assinaturas! A meta é chegar a 15 mil.
Leia alguns trechos da carta:
“Regras de vestuário reforçam a ideia de que meninas tem que “se cobrir” porque garotos serão garotos; reforçam a ideia de que assediar é da natureza do homem e que é responsabilidade das mulheres evitar esse tipo de humilhação; reforçam a ideia de que as roupas de uma mulher definem seu respeito próprio e seu valor.
Ao invés de humilhar meninas por usar shorts em climas quentes, ensine estudantes e professores homens a não sexualizar partes normais do corpo feminino. Nós somos adolescentes de 13-17 anos de idade. Se você está sexualizando o nosso corpo, você é o problema.”
“exigimos que deixe no passado a mentalidade de que cabe às mulheres a prevenção de assédios, abusos e estupros; exigimos que, ao invés de ditar o que as meninas podem vestir, ditem o respeito.”, diz trecho da carta.
Uma matéria do G1 informou que elas fizeram um protesto no intervalo da aula de ontem.
Alunas vestiram blusa preta e shorts em protesto na escola (Foto: Julia Townsend/Arquivo pessoal)
Um grupo de alunas do Colégio Anchieta, em Porto Alegre, criaram um abaixo-assinado online para permitir o uso de short no colégio, que atualmente não é permitido pelas regras de vestuário da instituição.
A petição foi criada no dia 23 e já tem quase 13 mil assinaturas! A meta é chegar a 15 mil.
Leia alguns trechos da carta:
“Regras de vestuário reforçam a ideia de que meninas tem que “se cobrir” porque garotos serão garotos; reforçam a ideia de que assediar é da natureza do homem e que é responsabilidade das mulheres evitar esse tipo de humilhação; reforçam a ideia de que as roupas de uma mulher definem seu respeito próprio e seu valor.
Ao invés de humilhar meninas por usar shorts em climas quentes, ensine estudantes e professores homens a não sexualizar partes normais do corpo feminino. Nós somos adolescentes de 13-17 anos de idade. Se você está sexualizando o nosso corpo, você é o problema.”
“exigimos que deixe no passado a mentalidade de que cabe às mulheres a prevenção de assédios, abusos e estupros; exigimos que, ao invés de ditar o que as meninas podem vestir, ditem o respeito.”, diz trecho da carta.
Uma matéria do G1 informou que elas fizeram um protesto no intervalo da aula de ontem.
Hysterical Literature é uma série de vídeos que mostra mulheres atingindo orgasmos ao lerem trechos de seus livros preferidos. O projeto é arquitetado pelo fotógrafo Clayton Cubitt. Lançado em 2012, os vídeos já foram vistos 30 milhões de vezes em 200 países – segundo o próprio site.
Esse projeto me inspirou muito pelo fato de trabalhar com o contraste entre a cultura e a sexualidade. Evidentemente os vídeos são também uma critica a sociedades e religiões que ainda discriminam o orgasmo feminino. Além disso, gosto muito da temática do dualismo entre o corpo e a mente.