Meu nome é Priscila Garcia, sou motion designer e animadora 2Dfreelancer. Comecei a correr pra diminuir minhas angústias e acabei desenvolvendo um super poder: o de me sentir maravilhosa.
Eu sou meio “tudo ou nada”. Quando me interesso por alguma coisa, acabo ficando meio geek no assunto e me aprofundando em todos os aspectos dele, até enjoar e partir pra próxima paixão. Mas por algum motivo, o meu caso com a corrida tem se estendido sem prazos aparentes pra terminar. Já li uns 9 livros sobre o assunto, e quando estou meio pra baixo, é a única temática que me retoma o sopro de vida.
Comecei a correr há pouco mais de 8 meses e estou com a minha primeira Meia-Maratona de trilha agendada pra Maio. Eu já tinha tentado começar a correr antes, mas não tinha dado muito certo porque eu não sabia da existência do Trail Running, e não achava muito legal correr na esteira. Tive que entender de que maneira eu gosto de correr pra começar a gostar de correr, de fato.
Nesses 8 meses, eu cheguei à conclusão que todo mundo pode gostar de correr. A grande questão é entender que tipo de corredor você é. Eu descobri que sou apaixonada por percorrer longas distâncias, principalmente no meio da natureza. A velocidade pra mim não importa tanto. Mas existe gente que gosta de corrida curta, de velocidade, em esteira, em pista, na rua. Corrida longa no deserto, no asfalto. As modalidades são muitas, independente de forma física. Tanto que tem corredor super rápido que não estaria pronto pra terminar uma maratona. Os desafios são muito diferentes em cada modalidade. Quanto mais longa a prova, mais mental é o problema. Claro que sem o mínimo de treinamento, ninguém corre nem 5 quilômetros.
Depois de ter me formado e me encontrado na minha profissão e vida amorosa, eu comecei a sentir um vazio muito grande. Foi na corrida que eu encontrei o hobbie que eu tanto precisava.
A minha relação com o mundo mudou. Quando traço uma rota na internet e vejo que vou demorar mais de uma hora pra percorrer 9 quilômetros de transporte publico ou carro, eu penso que poderia ir correndo que chegaria mais rápido.
Eu não tenho uma forma física atlética, jamais penso em conseguir um pódio, mas correr tem me ajudado a aceitar melhor o meu corpo também. Quando eu sinto aquele calor porque estou suando que nem um porco, não hesito mais em tirar a camiseta e ficar só de top. Pelo contrário, sinto orgulho de estar me exercitando e cuidando da minha saúde, mesmo não estando no padrão de beleza das revistas.
Não sou hipócrita, é claro que eu preferiria ter um pouco menos de culote e de pneuzinhos. Mas um dia desses eu dei sinal pro ônibus e ele não quis parar, então decidi sair correndo até o próximo ponto e consegui alcançá-lo. Não tem medalha que coroe isso. Estar condicionada e desafiar os meus limites me faz ver como meu corpo é maravilhoso e por consequência amá-lo mais.
Eu tenho um corpo bom, sim! Ele me leva a lugares, transpõe obstáculos e faz coisas que eu jamais imaginei que pudesse fazer, a cada dia com mais eficiência. Essa é a minha motivação no momento. Se, como consequência, eu perder uns quilos e enrijecer os músculos, legal. Mas isso está longe de ser prioridade. Eu corro porque me sinto livre como em raros momentos da vida. Tem mulher que se sente poderosa em cima de um salto agulha, eu me sinto assim quando estou há mais de uma hora correndo sem bufar.
Como citei mais acima, a mágica acontece pra mim em corridas mais longas, e demorou pra eu conseguir perceber isso. Mas se você tem vontade de correr e não sabe muito bem se vai gostar, coloca um tênis e sai explorando sua vizinhança, ou mesmo a esteira da academia, pra descobrir que tipo de treino te faz feliz. Sem frescuras e sem neuras. Espero que você se encontre também. Não desista antes do terceiro mês e busque orientação profissional :)
Meu nome é Priscila Garcia, sou motion designer e animadora 2Dfreelancer. Comecei a correr pra diminuir minhas angústias e acabei desenvolvendo um super poder: o de me sentir maravilhosa.
Eu sou meio “tudo ou nada”. Quando me interesso por alguma coisa, acabo ficando meio geek no assunto e me aprofundando em todos os aspectos dele, até enjoar e partir pra próxima paixão. Mas por algum motivo, o meu caso com a corrida tem se estendido sem prazos aparentes pra terminar. Já li uns 9 livros sobre o assunto, e quando estou meio pra baixo, é a única temática que me retoma o sopro de vida.
Comecei a correr há pouco mais de 8 meses e estou com a minha primeira Meia-Maratona de trilha agendada pra Maio. Eu já tinha tentado começar a correr antes, mas não tinha dado muito certo porque eu não sabia da existência do Trail Running, e não achava muito legal correr na esteira. Tive que entender de que maneira eu gosto de correr pra começar a gostar de correr, de fato.
Nesses 8 meses, eu cheguei à conclusão que todo mundo pode gostar de correr. A grande questão é entender que tipo de corredor você é. Eu descobri que sou apaixonada por percorrer longas distâncias, principalmente no meio da natureza. A velocidade pra mim não importa tanto. Mas existe gente que gosta de corrida curta, de velocidade, em esteira, em pista, na rua. Corrida longa no deserto, no asfalto. As modalidades são muitas, independente de forma física. Tanto que tem corredor super rápido que não estaria pronto pra terminar uma maratona. Os desafios são muito diferentes em cada modalidade. Quanto mais longa a prova, mais mental é o problema. Claro que sem o mínimo de treinamento, ninguém corre nem 5 quilômetros.
Depois de ter me formado e me encontrado na minha profissão e vida amorosa, eu comecei a sentir um vazio muito grande. Foi na corrida que eu encontrei o hobbie que eu tanto precisava.
A minha relação com o mundo mudou. Quando traço uma rota na internet e vejo que vou demorar mais de uma hora pra percorrer 9 quilômetros de transporte publico ou carro, eu penso que poderia ir correndo que chegaria mais rápido.
Eu não tenho uma forma física atlética, jamais penso em conseguir um pódio, mas correr tem me ajudado a aceitar melhor o meu corpo também. Quando eu sinto aquele calor porque estou suando que nem um porco, não hesito mais em tirar a camiseta e ficar só de top. Pelo contrário, sinto orgulho de estar me exercitando e cuidando da minha saúde, mesmo não estando no padrão de beleza das revistas.
Não sou hipócrita, é claro que eu preferiria ter um pouco menos de culote e de pneuzinhos. Mas um dia desses eu dei sinal pro ônibus e ele não quis parar, então decidi sair correndo até o próximo ponto e consegui alcançá-lo. Não tem medalha que coroe isso. Estar condicionada e desafiar os meus limites me faz ver como meu corpo é maravilhoso e por consequência amá-lo mais.
Eu tenho um corpo bom, sim! Ele me leva a lugares, transpõe obstáculos e faz coisas que eu jamais imaginei que pudesse fazer, a cada dia com mais eficiência. Essa é a minha motivação no momento. Se, como consequência, eu perder uns quilos e enrijecer os músculos, legal. Mas isso está longe de ser prioridade. Eu corro porque me sinto livre como em raros momentos da vida. Tem mulher que se sente poderosa em cima de um salto agulha, eu me sinto assim quando estou há mais de uma hora correndo sem bufar.
Como citei mais acima, a mágica acontece pra mim em corridas mais longas, e demorou pra eu conseguir perceber isso. Mas se você tem vontade de correr e não sabe muito bem se vai gostar, coloca um tênis e sai explorando sua vizinhança, ou mesmo a esteira da academia, pra descobrir que tipo de treino te faz feliz. Sem frescuras e sem neuras. Espero que você se encontre também. Não desista antes do terceiro mês e busque orientação profissional :)
Meu nome é Priscila Garcia, sou motion designer e animadora 2Dfreelancer. Comecei a correr pra diminuir minhas angústias e acabei desenvolvendo um super poder: o de me sentir maravilhosa.
Eu sou meio “tudo ou nada”. Quando me interesso por alguma coisa, acabo ficando meio geek no assunto e me aprofundando em todos os aspectos dele, até enjoar e partir pra próxima paixão. Mas por algum motivo, o meu caso com a corrida tem se estendido sem prazos aparentes pra terminar. Já li uns 9 livros sobre o assunto, e quando estou meio pra baixo, é a única temática que me retoma o sopro de vida.
Comecei a correr há pouco mais de 8 meses e estou com a minha primeira Meia-Maratona de trilha agendada pra Maio. Eu já tinha tentado começar a correr antes, mas não tinha dado muito certo porque eu não sabia da existência do Trail Running, e não achava muito legal correr na esteira. Tive que entender de que maneira eu gosto de correr pra começar a gostar de correr, de fato.
[caption id="attachment_2912" align="aligncenter" width="700"] Com a vista do Pão de Açúcar do Mamanguá, 2014. Foto de arquivo pessoal.[/caption]
Nesses 8 meses, eu cheguei à conclusão que todo mundo pode gostar de correr. A grande questão é entender que tipo de corredor você é. Eu descobri que sou apaixonada por percorrer longas distâncias, principalmente no meio da natureza. A velocidade pra mim não importa tanto. Mas existe gente que gosta de corrida curta, de velocidade, em esteira, em pista, na rua. Corrida longa no deserto, no asfalto. As modalidades são muitas, independente de forma física. Tanto que tem corredor super rápido que não estaria pronto pra terminar uma maratona. Os desafios são muito diferentes em cada modalidade. Quanto mais longa a prova, mais mental é o problema. Claro que sem o mínimo de treinamento, ninguém corre nem 5 quilômetros.
Depois de ter me formado e me encontrado na minha profissão e vida amorosa, eu comecei a sentir um vazio muito grande. Foi na corrida que eu encontrei o hobbie que eu tanto precisava.
A minha relação com o mundo mudou. Quando traço uma rota na internet e vejo que vou demorar mais de uma hora pra percorrer 9 quilômetros de transporte publico ou carro, eu penso que poderia ir correndo que chegaria mais rápido.
[caption id="attachment_2911" align="aligncenter" width="700"] Correndo a prova Volta dos Biris de 12k. Foto: Liga Outdoor[/caption]
Eu não tenho uma forma física atlética, jamais penso em conseguir um pódio, mas correr tem me ajudado a aceitar melhor o meu corpo também. Quando eu sinto aquele calor porque estou suando que nem um porco, não hesito mais em tirar a camiseta e ficar só de top. Pelo contrário, sinto orgulho de estar me exercitando e cuidando da minha saúde, mesmo não estando no padrão de beleza das revistas.
Não sou hipócrita, é claro que eu preferiria ter um pouco menos de culote e de pneuzinhos. Mas um dia desses eu dei sinal pro ônibus e ele não quis parar, então decidi sair correndo até o próximo ponto e consegui alcançá-lo. Não tem medalha que coroe isso. Estar condicionada e desafiar os meus limites me faz ver como meu corpo é maravilhoso e por consequência amá-lo mais.
Eu tenho um corpo bom, sim! Ele me leva a lugares, transpõe obstáculos e faz coisas que eu jamais imaginei que pudesse fazer, a cada dia com mais eficiência. Essa é a minha motivação no momento. Se, como consequência, eu perder uns quilos e enrijecer os músculos, legal. Mas isso está longe de ser prioridade. Eu corro porque me sinto livre como em raros momentos da vida. Tem mulher que se sente poderosa em cima de um salto agulha, eu me sinto assim quando estou há mais de uma hora correndo sem bufar.
Como citei mais acima, a mágica acontece pra mim em corridas mais longas, e demorou pra eu conseguir perceber isso. Mas se você tem vontade de correr e não sabe muito bem se vai gostar, coloca um tênis e sai explorando sua vizinhança, ou mesmo a esteira da academia, pra descobrir que tipo de treino te faz feliz. Sem frescuras e sem neuras. Espero que você se encontre também. Não desista antes do terceiro mês e busque orientação profissional :)
[separator type="thin"]
[infobox maintitle="Escreva sua história!" subtitle="Se quer colaborar com a gente regularmente ou tem um relato ou experiência para compartilhar, escreva para colabore(arroba)ovelhamag.com" bg="green" color="black" opacity="on" space="30" link="http://ovelhamag.com/colabore/"]
“Kilgrave made me do it” (“Kilgrave me obrigou a fazer isso”). A frase é repetida mais de uma vez na série “Jessica Jones”, sempre com horror e culpa. O grande vilão da nova série do Netflix e da Marvel, afinal, tem como superpoder justamente a habilidade de controlar mentes e fazer com que os outros façam exatamente aquilo que ele quer — de saltar por horas a jogar café quente no próprio rosto.
Nem a própria Jessica Jones (Krysten Ritter), uma heroína dotada de grande força física, escapou disso. Ela ficou sob domínio do vilão por meses, sendo violada mental e fisicamente. Kilgrave forçou Jessica a viver com ele, a afastou de seus amigos, a fez abandonar sua antiga vida, a obrigou a cometer crimes graves e a fez sentir culpa por ações que são responsabilidade dele — e de mais ninguém.
Mas esse “ele a fez/ele a obrigou” não é, nem de longe, exclusividade de seres da ficção que tenham superpoderes. Se você tem Facebook e não ficou sem internet nos últimos dois dias, com certeza leu algumas das seguintes, frases na sua timeline:
Ele me fez sentir feia e burra
Ele fez eu achar que nunca mais seria amada
Ele fez eu me afastar dos meus amigos
Ele me obrigou a transar com ele
Lamentavelmente, essas frases se repetiram entre as centenas de relatos da tag #meuamigosecreto, usada por muitas mulheres para denunciar e desabafar sobre abusos e violências sofridos cotidianamente.
Violações desse tipo são muito reais, e estão presentes no dia a dia de várias mulheres, ainda que de formas sutis. Não é à toa que Kilgrave é o vilão mais aterrorizante do universo cinemático da Marvel até agora: no fim das contas, se você tirar os poderes da equação, dá para perceber que há vários Kilgraves por aí, que podem deixar cicatrizes enormes sem ter qualquer tipo de habilidade especial.
E da mesma forma que isso aconteceu na série com Jessica — que é dotada de habilidade sobre-humanas, mas bebe muito para lidar com os traumas causados por Kilgrave e sofre de estresse pós traumático — , também acontece na vida real com outras tantas mulheres, por mais independentes e esclarecidas que elas sejam.
É ao abordar esse tema espinhoso que “Jessica Jones” se destaca. A série é ótima como entretenimento: tem uma história atrativa e bem construída, uma protagonista que conquista apesar de não ser “certinha”, ritmo ágil. Mas sua relevância vai além do mundo televisivo. Sem ser didática e apelar para clichês, ela traz à luz um tema necessário que pouco foi abordado na TV, no caso dos abusos psicológicos, e retrata de forma humana o estupro, que vira e mexe é usado como mero recurso para chocar, sem acrescentar em nada à trajetória da personagem.
Que essa abordagem da série e a disposição de tantas mulheres em falar sobre seus #amigossecretos e #primeirosassedios sejam sintomas de que o mundo está ficando pelo menos um pouquinho melhor para as mulheres, dentro e fora da TV.
*Beatriz Amendola é jornalista, escreve sobre televisão no UOL e colaboradora Ovelha. Sente não ter horas suficientes no dia para ver todas as séries que quer.
Priscila Garcia, sou motion designer e animadora 2Dfreelancer. Comecei a correr pra diminuir minhas angústias e acabei desenvolvendo um super poder: o de me sentir maravilhosa.
Eu sou meio “tudo ou nada”. Quando me interesso por alguma coisa, acabo ficando meio geek no assunto e me aprofundando em todos os aspectos dele, até enjoar e partir pra próxima paixão. Mas por algum motivo, o meu caso com a corrida tem se estendido sem prazos aparentes pra terminar. Já li uns 9 livros sobre o assunto, e quando estou meio pra baixo, é a única temática que me retoma o sopro de vida.
Comecei a correr há pouco mais de 8 meses e estou com a minha primeira Meia-Maratona de trilha agendada pra Maio. Eu já tinha tentado começar a correr antes, mas não tinha dado muito certo porque eu não sabia da existência do Trail Running, e não achava muito legal correr na esteira. Tive que entender de que maneira eu gosto de correr pra começar a gostar de correr, de fato.
Nesses 8 meses, eu cheguei à conclusão que todo mundo pode gostar de correr. A grande questão é entender que tipo de corredor você é. Eu descobri que sou apaixonada por percorrer longas distâncias, principalmente no meio da natureza. A velocidade pra mim não importa tanto. Mas existe gente que gosta de corrida curta, de velocidade, em esteira, em pista, na rua. Corrida longa no deserto, no asfalto. As modalidades são muitas, independente de forma física. Tanto que tem corredor super rápido que não estaria pronto pra terminar uma maratona. Os desafios são muito diferentes em cada modalidade. Quanto mais longa a prova, mais mental é o problema. Claro que sem o mínimo de treinamento, ninguém corre nem 5 quilômetros.
Depois de ter me formado e me encontrado na minha profissão e vida amorosa, eu comecei a sentir um vazio muito grande. Foi na corrida que eu encontrei o hobbie que eu tanto precisava.
A minha relação com o mundo mudou. Quando traço uma rota na internet e vejo que vou demorar mais de uma hora pra percorrer 9 quilômetros de transporte publico ou carro, eu penso que poderia ir correndo que chegaria mais rápido.
Eu não tenho uma forma física atlética, jamais penso em conseguir um pódio, mas correr tem me ajudado a aceitar melhor o meu corpo também. Quando eu sinto aquele calor porque estou suando que nem um porco, não hesito mais em tirar a camiseta e ficar só de top. Pelo contrário, sinto orgulho de estar me exercitando e cuidando da minha saúde, mesmo não estando no padrão de beleza das revistas.
Não sou hipócrita, é claro que eu preferiria ter um pouco menos de culote e de pneuzinhos. Mas um dia desses eu dei sinal pro ônibus e ele não quis parar, então decidi sair correndo até o próximo ponto e consegui alcançá-lo. Não tem medalha que coroe isso. Estar condicionada e desafiar os meus limites me faz ver como meu corpo é maravilhoso e por consequência amá-lo mais.
Eu tenho um corpo bom, sim! Ele me leva a lugares, transpõe obstáculos e faz coisas que eu jamais imaginei que pudesse fazer, a cada dia com mais eficiência. Essa é a minha motivação no momento. Se, como consequência, eu perder uns quilos e enrijecer os músculos, legal. Mas isso está longe de ser prioridade. Eu corro porque me sinto livre como em raros momentos da vida. Tem mulher que se sente poderosa em cima de um salto agulha, eu me sinto assim quando estou há mais de uma hora correndo sem bufar.
Como citei mais acima, a mágica acontece pra mim em corridas mais longas, e demorou pra eu conseguir perceber isso. Mas se você tem vontade de correr e não sabe muito bem se vai gostar, coloca um tênis e sai explorando sua vizinhança, ou mesmo a esteira da academia, pra descobrir que tipo de treino te faz feliz. Sem frescuras e sem neuras. Espero que você se encontre também. Não desista antes do terceiro mês e busque orientação profissional :)