“Harold and Maude” (“Ensina-me a Viver”) é um filme americano de 1971, estrelado por Bud Cord (Harold) e Ruth Gordon (Maude).
Nele, Harold, um rapaz rico obcecado por morte, conhece Maude no funeral de algum desconhecido. A partir daí os dois trocam experiências incríveis sobre a vida e o amor.
Ao longo do filme Maude, uma sábia e destemida mulher de 79 anos, aplica várias lições de vida a Harold – e a nós também – com seu espírito livre e falas estimulantes.
Separei alguns pedacinhos importantes para serem guardados e lembrados, se liga:
Uma forma mais bonita de dizer “as coisas vêm e vão. Não esquenta, cara.”
Tipo “vai lá, se joga de cara, mas faz valer a pena.”
“Todo mundo tem o direito de ser meio bobo. Não deixe o mundo ficar te julgando demais.” Ou seja, F-O-D-A-S-E.
Também gosto de ver as coisas crescerem, Maude. :)
E poxa, a casinha da Maude parece super aconchegante e bonita:
Essa é minha cena favorita do filme. Maude dando uma lição de sensibilidade:
Agora adiciona toda essa sabedoria e delicadeza com uma trilha sonora do Cat Stevens.
Ok, terminei esse post querendo assistir a esse filme lindo novamente pela milésima vez.
Faça isso também! <3
“Harold and Maude” (“Ensina-me a Viver”) é um filme americano de 1971, estrelado por Bud Cord (Harold) e Ruth Gordon (Maude).
Nele, Harold, um rapaz rico obcecado por morte, conhece Maude no funeral de algum desconhecido. A partir daí os dois trocam experiências incríveis sobre a vida e o amor.
Ao longo do filme Maude, uma sábia e destemida mulher de 79 anos, aplica várias lições de vida a Harold – e a nós também – com seu espírito livre e falas estimulantes.
Separei alguns pedacinhos importantes para serem guardados e lembrados, se liga:
Uma forma mais bonita de dizer “as coisas vêm e vão. Não esquenta, cara.”
Tipo “vai lá, se joga de cara, mas faz valer a pena.”
“Todo mundo tem o direito de ser meio bobo. Não deixe o mundo ficar te julgando demais.” Ou seja, F-O-D-A-S-E.
Também gosto de ver as coisas crescerem, Maude. :)
E poxa, a casinha da Maude parece super aconchegante e bonita:
Essa é minha cena favorita do filme. Maude dando uma lição de sensibilidade:
Agora adiciona toda essa sabedoria e delicadeza com uma trilha sonora do Cat Stevens.
Ok, terminei esse post querendo assistir a esse filme lindo novamente pela milésima vez.
Arte feita com exclusividade por Fernanda Garcia (Kissy)
“Harold and Maude” (“Ensina-me a Viver”) é um filme americano de 1971, estrelado por Bud Cord (Harold) e Ruth Gordon (Maude).
Nele, Harold, um rapaz rico obcecado por morte, conhece Maude no funeral de algum desconhecido. A partir daí os dois trocam experiências incríveis sobre a vida e o amor.
Ao longo do filme Maude, uma sábia e destemida mulher de 79 anos, aplica várias lições de vida a Harold – e a nós também – com seu espírito livre e falas estimulantes.
Separei alguns pedacinhos importantes para serem guardados e lembrados, se liga:
Uma forma mais bonita de dizer “as coisas vêm e vão. Não esquenta, cara.”
Tipo “vai lá, se joga de cara, mas faz valer a pena.”
“Todo mundo tem o direito de ser meio bobo. Não deixe o mundo ficar te julgando demais.” Ou seja, F-O-D-A-S-E.
Também gosto de ver as coisas crescerem, Maude. :)
E poxa, a casinha da Maude parece super aconchegante e bonita:
Essa é minha cena favorita do filme. Maude dando uma lição de sensibilidade:
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Ok, terminei esse post querendo assistir a esse filme lindo novamente pela milésima vez.
Nnah Singh ou Singh Bean é uma artista de São Paulo que mergulhou nas colagens e artes experimentais. De selfies com aplicações às pirações gráficas numa pegada mística, a Singh Bean sabe bem o que funciona esteticamente. Seus trabalhos mostram em grande parte seus sentimentos, que por nós podem ser interpretados de diferentes (e loucas) formas – o que é incrível. <3
Harold and Maude” (“Ensina-me a Viver”) é um filme americano de 1971, estrelado por Bud Cord (Harold) e Ruth Gordon (Maude).
Nele, Harold, um rapaz rico obcecado por morte, conhece Maude no funeral de algum desconhecido. A partir daí os dois trocam experiências incríveis sobre a vida e o amor.
Ao longo do filme Maude, uma sábia e destemida mulher de 79 anos, aplica várias lições de vida a Harold – e a nós também – com seu espírito livre e falas estimulantes.
Separei alguns pedacinhos importantes para serem guardados e lembrados, se liga:
Uma forma mais bonita de dizer “as coisas vêm e vão. Não esquenta, cara.”
Tipo “vai lá, se joga de cara, mas faz valer a pena.”
“Todo mundo tem o direito de ser meio bobo. Não deixe o mundo ficar te julgando demais.” Ou seja, F-O-D-A-S-E.
Também gosto de ver as coisas crescerem, Maude. :)
E poxa, a casinha da Maude parece super aconchegante e bonita:
Essa é minha cena favorita do filme. Maude dando uma lição de sensibilidade:
Agora adiciona toda essa sabedoria e delicadeza com uma trilha sonora do Cat Stevens.
Ok, terminei esse post querendo assistir a esse filme lindo novamente pela milésima vez.