Lim Kim é uma cantora sul-coreana da cena musical indie da Coréia. Ela era integrante do duo musical Togeworl junto com o cantor Do Dae-yoon e, em 2013, estreou como cantora solo.
Vamos nos concentrar no último e terceiro álbum de Kim, Simple Mind (2015), porque foi como conheci seu trabalho. Talvez você já tenha escutado o seu famoso single Awoo, que é suave, dreamy e viciante. É o som que abre o álbum e já nos prepara para outras músicas igualmente interessantes (mas talvez não tão singulares):
Em seguida temos a Love Game, que é mais enérgica e divertida. É o segundo single do álbum e o segundo clipe (bastante eye candy):
Barama, que vem na sequência, é uma música mais romântica, em que faz um duo com o cantor Beenzino. Parece aquele tipo de música que você ouviria em um café. Mais jazzy, acompanhado por um piano.
You First é aquela música que ou passa despercebida ou que eu pulo a faixa. Romântica num nível mais ingênuo, um pouco introspectiva, que tem uma quebra com sintetizadores inesperada, mas não suficiente para transformar seu clima. Ela termina do mesmo jeito que começou e já parte para a faixa No More, que é animada como a Love Game, com um som que lembra de leve algumas baladas do Jamiroquai (me julguem, foi meu repertório musical me levou até lá).
Daí que de repente temos o synthpop de Upgrader. É a mais anos 80 e sem muitas quebras e excessos comuns ao pop atual. Do álbum todo, é a música que mais vale destacar (fora os singles). Podia terminar aí de forma maestral, mas o álbum fecha com Paper Bird, uma balada acústica “voz e violão” que quebra muito a magia do som anterior. É bonitinha.
Lim Kim é uma cantora sul-coreana da cena musical indie da Coréia. Ela era integrante do duo musical Togeworl junto com o cantor Do Dae-yoon e, em 2013, estreou como cantora solo.
Vamos nos concentrar no último e terceiro álbum de Kim, Simple Mind (2015), porque foi como conheci seu trabalho. Talvez você já tenha escutado o seu famoso single Awoo, que é suave, dreamy e viciante. É o som que abre o álbum e já nos prepara para outras músicas igualmente interessantes (mas talvez não tão singulares):
Em seguida temos a Love Game, que é mais enérgica e divertida. É o segundo single do álbum e o segundo clipe (bastante eye candy):
Barama, que vem na sequência, é uma música mais romântica, em que faz um duo com o cantor Beenzino. Parece aquele tipo de música que você ouviria em um café. Mais jazzy, acompanhado por um piano.
You First é aquela música que ou passa despercebida ou que eu pulo a faixa. Romântica num nível mais ingênuo, um pouco introspectiva, que tem uma quebra com sintetizadores inesperada, mas não suficiente para transformar seu clima. Ela termina do mesmo jeito que começou e já parte para a faixa No More, que é animada como a Love Game, com um som que lembra de leve algumas baladas do Jamiroquai (me julguem, foi meu repertório musical me levou até lá).
Daí que de repente temos o synthpop de Upgrader. É a mais anos 80 e sem muitas quebras e excessos comuns ao pop atual. Do álbum todo, é a música que mais vale destacar (fora os singles). Podia terminar aí de forma maestral, mas o álbum fecha com Paper Bird, uma balada acústica “voz e violão” que quebra muito a magia do som anterior. É bonitinha.
Lim Kim é uma cantora sul-coreana da cena musical indie da Coréia. Ela era integrante do duo musical Togeworl junto com o cantor Do Dae-yoon e, em 2013, estreou como cantora solo.
Vamos nos concentrar no último e terceiro álbum de Kim, Simple Mind (2015), porque foi como conheci seu trabalho. Talvez você já tenha escutado o seu famoso single Awoo, que é suave, dreamy e viciante. É o som que abre o álbum e já nos prepara para outras músicas igualmente interessantes (mas talvez não tão singulares):
Em seguida temos a Love Game, que é mais enérgica e divertida. É o segundo single do álbum e o segundo clipe (bastante eye candy):
Barama, que vem na sequência, é uma música mais romântica, em que faz um duo com o cantor Beenzino. Parece aquele tipo de música que você ouviria em um café. Mais jazzy, acompanhado por um piano.
You First é aquela música que ou passa despercebida ou que eu pulo a faixa. Romântica num nível mais ingênuo, um pouco introspectiva, que tem uma quebra com sintetizadores inesperada, mas não suficiente para transformar seu clima. Ela termina do mesmo jeito que começou e já parte para a faixa No More, que é animada como a Love Game, com um som que lembra de leve algumas baladas do Jamiroquai (me julguem, foi meu repertório musical me levou até lá).
Daí que de repente temos o synthpop de Upgrader. É a mais anos 80 e sem muitas quebras e excessos comuns ao pop atual. Do álbum todo, é a música que mais vale destacar (fora os singles). Podia terminar aí de forma maestral, mas o álbum fecha com Paper Bird, uma balada acústica “voz e violão” que quebra muito a magia do som anterior. É bonitinha.
A gente já falou sobre o amor aos virtual pets, principalmente de quem viveu os anos 90, quando o Tamagotchi era um chaveirinho digital que custava uma fortuna e que só os bacanas tinham (mas que logo depois choveu versão deles a R$ 5). Era a sensação.
Mas a gente tem uma novidade gamer nostálgica ainda mais especial para você, garota nerd, que ama um RPG ou adora clássicos da literatura de horror fantástica: o mais temido deus dos contos de Lovecraft, o senhor dos mares Cthulhu, pode agora caber em seu bolso e ser seu amiguinho. Não é incr… terrível? <3
Pra ser ainda mais legal, o Cthulhu Virtual Pet tem uma arte fofíssima em 8 bits retrô, como nosso bom, velho e já mencionado Tamagotchi.
Você basicamente tem que cuidar dele pra ele continuar ali, na paz, bem no fundo das profundezas do oceano, pra não resolver se rebelar e acabou-se o mundo. Esse joguim REPRESENTA.
Então vai e baixa esse Cthulhu cruelmente fofinho no seu celular Android ou iOS porque ainda por cima essa graça tá de graça.
Togeworl junto com o cantor Do Dae-yoon e, em 2013, estreou como cantora solo.
Vamos nos concentrar no último e terceiro álbum de Kim, Simple Mind (2015), porque foi como conheci seu trabalho. Talvez você já tenha escutado o seu famoso single Awoo, que é suave, dreamy e viciante. É o som que abre o álbum e já nos prepara para outras músicas igualmente interessantes (mas talvez não tão singulares):
Em seguida temos a Love Game, que é mais enérgica e divertida. É o segundo single do álbum e o segundo clipe (bastante eye candy):
Barama, que vem na sequência, é uma música mais romântica, em que faz um duo com o cantor Beenzino. Parece aquele tipo de música que você ouviria em um café. Mais jazzy, acompanhado por um piano.
You First é aquela música que ou passa despercebida ou que eu pulo a faixa. Romântica num nível mais ingênuo, um pouco introspectiva, que tem uma quebra com sintetizadores inesperada, mas não suficiente para transformar seu clima. Ela termina do mesmo jeito que começou e já parte para a faixa No More, que é animada como a Love Game, com um som que lembra de leve algumas baladas do Jamiroquai (me julguem, foi meu repertório musical me levou até lá).
Daí que de repente temos o synthpop de Upgrader. É a mais anos 80 e sem muitas quebras e excessos comuns ao pop atual. Do álbum todo, é a música que mais vale destacar (fora os singles). Podia terminar aí de forma maestral, mas o álbum fecha com Paper Bird, uma balada acústica “voz e violão” que quebra muito a magia do som anterior. É bonitinha.