Ouça: Syd

Syd (também conhecida como Syd Tha Kyd) é a vocalista do grupo The Internet. Aliás, ainda não escrevemos sobre eles, mas vale dar uma ouvida nos seus três álbuns. Até porque, se estamos recomendando essa artista, é obrigatório ouvir o som do The Internet. Assista abaixo o clipe da música “Special Affair/Curse” e da música “Dontcha”:


 
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.

Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”

Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”

Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.


 
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.

 

 
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Os doodles da astronauta Sally Ride

Sally Kristen Ride foi uma astronauta estadounidense e a primeira mulher norte-americana a ir ao espaço pela NASA – ela foi a terceira mulher do mundo a fazer isso, após as soviéticas Valentina Tereshkova (1963) e Svetlana Savitskaya (1982). Se estivesse viva, comemoraria hoje seus 64 anos. Sua importância levou o Google a homenageá-la com diversos Doodles animados em sua página inicial, feitos pela artista Olivia Huynh.
 

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As diversas ilustrações animadas mostram diversas realizações da astronauta, que entrou para a história em 18 de junho de 1983 quando foi parte da tripulação do ônibus espacial Challenger, com a missão de colocar em órbita dois satélites de comunicação.

 
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Na segunda missão do Challenger, Sally alcançou a marca de 343 horas de permanência no espaço. Porém, um tempo depois de terminada a missão, um acidente destruiu sua nave e matou uma de suas colegas. Isso paralisou o programa espacial americano por alguns anos.

 

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Então em 1987, a astronauta pendurou o capacete e decidiu ser professora de física em Stanford, onde se formou. Ela tinha como objetivo incentivar jovens americanos – especialmente as mulheres – a se interessarem pelo espaço. Infelizmente, Sally Ride morreu em 2012 devido a um câncer no pâncreas.
 

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É muito emocionante ver um Google Doodle homenageando uma mulher de importância histórica. É algo que atinge milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas além da graça das animações de Olivia Huynh, o que me chamou a atenção foi o vídeo em que a artista conta não só a história de Sally Ride, mas todo o processo criativo por trás dos doodles e qual foi sua conexão com a homenageada. Não esqueça de ativar as legendas em português!
 

 
Imagem de capa via.

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No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.

Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”

Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”

Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.


 
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.

 

 

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