Viajar para o Japão é uma coisa que toda a garota que cresceu assistindo Sailor Moon na TV Manchete, colecionando revistas “Herói”, desenhando Cavaleiros do Zodíaco e jogando vídeo-game sonha. Eu, obviamente, me encaixo no perfil que acabei de descrever.
Eu fui com minha irmã que já tinha ido uma vez para lá. Isso facilitou muito a parte prática da viagem. Ah, e ao contrário do que alguém pode imaginar, mesmo sem saber japonês, todos conseguem se virar se tiverem um nível intermediário de inglês. Tudo que é turístico é bilíngüe e mesmo quando os japoneses não sabem falar inglês, fazem o máximo que podem para te ajudar. Arigato!
Além da arte e da animação japonesa, várias outras coisas do Japão sempre me interessaram e me inspiram até hoje, motivando minha viagem pro outro lado do mundo:
Enfim muita coisa boa. Tudo isso em uma país lindo, limpo, organizado e cercado de pessoas gentis.Tóquio está entre as cidades mais caras do mundo, mas acredite: sim, é possível! Com certeza será inesquecível. Arigato!
Onde fiquei: Asakusa Ryokan Tokaysou Quanto tempo: 20 dias Com quem: minha irmã mais velha igualmente nerd. Quanto gastei: aprox R$ 6mil (sem comprinhas) *catchim* Conclusão: Japão, aishiteru.
O amor foi tão profundo, que lancei um zine apenas com as fotos analógicas tiradas por lá, chamado ✿ TA DA IMA ✿ (Editora Bote) que é o que os japoneses falam quando chegam em suas residências. E foi isso que senti em Tokyo, um lugar do outro lado do mundo que finalmente me fez sentir em casa.
Viajar para o Japão é uma coisa que toda a garota que cresceu assistindo Sailor Moon na TV Manchete, colecionando revistas “Herói”, desenhando Cavaleiros do Zodíaco e jogando vídeo-game sonha. Eu, obviamente, me encaixo no perfil que acabei de descrever.
Eu fui com minha irmã que já tinha ido uma vez para lá. Isso facilitou muito a parte prática da viagem. Ah, e ao contrário do que alguém pode imaginar, mesmo sem saber japonês, todos conseguem se virar se tiverem um nível intermediário de inglês. Tudo que é turístico é bilíngüe e mesmo quando os japoneses não sabem falar inglês, fazem o máximo que podem para te ajudar. Arigato!
Além da arte e da animação japonesa, várias outras coisas do Japão sempre me interessaram e me inspiram até hoje, motivando minha viagem pro outro lado do mundo:
Enfim muita coisa boa. Tudo isso em uma país lindo, limpo, organizado e cercado de pessoas gentis.Tóquio está entre as cidades mais caras do mundo, mas acredite: sim, é possível! Com certeza será inesquecível. Arigato!
Onde fiquei: Asakusa Ryokan Tokaysou Quanto tempo: 20 dias Com quem: minha irmã mais velha igualmente nerd. Quanto gastei: aprox R$ 6mil (sem comprinhas) *catchim* Conclusão: Japão, aishiteru.
O amor foi tão profundo, que lancei um zine apenas com as fotos analógicas tiradas por lá, chamado ✿ TA DA IMA ✿ (Editora Bote) que é o que os japoneses falam quando chegam em suas residências. E foi isso que senti em Tokyo, um lugar do outro lado do mundo que finalmente me fez sentir em casa.
Viajar para o Japão é uma coisa que toda a garota que cresceu assistindo Sailor Moon na TV Manchete, colecionando revistas “Herói”, desenhando Cavaleiros do Zodíaco e jogando vídeo-game sonha. Eu, obviamente, me encaixo no perfil que acabei de descrever.
Eu fui com minha irmã que já tinha ido uma vez para lá. Isso facilitou muito a parte prática da viagem. Ah, e ao contrário do que alguém pode imaginar, mesmo sem saber japonês, todos conseguem se virar se tiverem um nível intermediário de inglês. Tudo que é turístico é bilíngüe e mesmo quando os japoneses não sabem falar inglês, fazem o máximo que podem para te ajudar. Arigato!
Além da arte e da animação japonesa, várias outras coisas do Japão sempre me interessaram e me inspiram até hoje, motivando minha viagem pro outro lado do mundo:
Enfim muita coisa boa. Tudo isso em uma país lindo, limpo, organizado e cercado de pessoas gentis.Tóquio está entre as cidades mais caras do mundo, mas acredite: sim, é possível! Com certeza será inesquecível. Arigato!
Onde fiquei: Asakusa Ryokan Tokaysou Quanto tempo: 20 dias Com quem: minha irmã mais velha igualmente nerd. Quanto gastei: aprox R$ 6mil (sem comprinhas) *catchim* Conclusão: Japão, aishiteru.
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O Japão tem muitas coisas para se conhecer – cidades históricas, museus, templos, jardins, lojas, parques temáticos, restaurantes diferentes, eventos culturais, portanto, é importante viajar com alguém com as mesmas afinidades que você.
Ficam aqui minhas top 7 dicas quentes para o lugar mais legal do mundo:
Akihabara – O paraíso nerd! Alem das lindas japinhas vestidas de maids pelas ruas, millhares de lojas com mangás,games e toys escondidas em portas mega adesivadas. viva a poluição visual! (Se você gosta de video-games vintage, procure uma loja chamada SUPER POTATO e me agradeça depois)
Harajuku – o bairro fashion, onde você come crepes doces e deseja todas as roupas transadas que nunca vai conseguir usar aqui no Brasil (plus… tem uma Kiddy Land giga lá!)
Museu BANDAI – É longe, mas vale a pena! Você entra e dá de cara com um Mecha Gigante, quase chorei.
Asakusa – bairro tradicional com feirinha gastronômica e de objetos. Vários templos e monumentos ao redor, o verdadeiro Japão.
Edo Tokyo Museu – conta a história do Japão em ambiente em que a atmosfera de Edo ( antiga Tóquio ) pode ser vivenciada, demais!
Japoneses são extremamente educados e prestativos. Não tenha receio de pedir ajuda.
Na rua só é permitido fumar em lugares específicos. Nos restaurantes, pelo contrário, costuma ser permitido e alguns não tem setor dividido.
Há muitas máquinas vendendo todo tipo de tranqueira… especialmente bebidas geladas e..quentes também!
Japonesas não usam decote e raramente usam blusas de alcinha. Mas usam shorts super curtos.
Sempre há água gratuita em restaurantes (bom modo e economizar uns trocados).
Usar o metro parece complicado no começo, mas depois você se acostuma.
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O amor foi tão profundo, que lancei um zine apenas com as fotos analógicas tiradas por lá, chamado ✿ TA DA IMA ✿ (Editora Bote) que é o que os japoneses falam quando chegam em suas residências. E foi isso que senti em Tokyo, um lugar do outro lado do mundo que finalmente me fez sentir em casa.
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Então saiba que 2016 marca o 20º aniversário da nossa caçadora de cartas favorita: Sakura Kinomoto! Parabéns, sua linda! <3
E pra comemorar a revista Kodansha Nakayoshi anunciou que a CLAMP está produzindo um novo mangá de Sakura Card Captors!
OMG! OMG! OMG!
Eles não deram muitos detalhes sobre o novo trabalho, e a revista diz que ainda vai anunciar em que tipo de edição será o mangá. Mas já estou nervosa de ansiedade aqui!
Se você ama as artes originais da série, eles também estão produzindo um livro com uma compilação das ilustrações que será lançado em março.
Ah! Imagina, todas aqueles arquivos que eu passava horas tentando baixar na minha internet discada na época, compiladinhos num livro! <3 Nossa, agora me senti mais velha ainda…
O mangá original foi serializado na revista mensal Nakayoshi de maio de 1996 até junho de 2000, e a editora Kodansha publicou os 12 volumes do mangá de novembro de 1996 até julho de 2000.
O anime foi produzido pelo estúdio fodão Madhouse, que produz coisas lindas como: Perfect Blue, Paprika e Tokyo Godfathers. Falamos um pouco cobre essas animações nesse post. Cardcaptor Sakura (que é o título original) foi ao ar no Japão em 1998 e em 2001 estreava na Rede Globo.
A série também teve direito a duas adaptações em filme animado no Japão em 1999 e 2000 – que na minha humilde opinião são mega chatos, haha!
Agora é só esperar e aproveitar esse tempo pra entrar num tunelzinho da nostalgia, assistir todos os openings, endings e músicas inesquecíveis da série para matar a ansiedade…
…e para dizermos juntos:
LIBERTE-SE!
Música de abertura
Que você decorou com certeza
Música de encerramento
Ou aquele momento que você queria morrer porque o episódio já tinha acabado.
E vamos relembrar esse episódio maravilhoso
Que eles passeiam na cidade e rola aquele clima de romance.
O amor foi tão profundo, que lancei um zine apenas com as fotos analógicas tiradas por lá, chamado ✿ TA DA IMA ✿ (Editora Bote) que é o que os japoneses falam quando chegam em suas residências. E foi isso que senti em Tokyo, um lugar do outro lado do mundo que finalmente me fez sentir em casa.