Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.
Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.
Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projetofoi interrompidono ano passado por causa deproblemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue”(veja o trailer acima).
O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelamumafrancahonestidade, abertura emocionale inteligênciaferoz”, diz a crítica do “New York Times”.
O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.
Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.
Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.
Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projetofoi interrompidono ano passado por causa deproblemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue”(veja o trailer acima).
O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelamumafrancahonestidade, abertura emocionale inteligênciaferoz”, diz a crítica do “New York Times”.
O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.
Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.
Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.
Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projetofoi interrompidono ano passado por causa deproblemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue”(veja o trailer acima).
O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelamumafrancahonestidade, abertura emocionale inteligênciaferoz”, diz a crítica do “New York Times”.
O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.
[caption id="attachment_8837" align="aligncenter" width="700"] Janis Joplin na Dinamarca, fumando um cigarro (Foto de Jan Persson/Redferns)[/caption]
Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.
// ARTE
Começamos com o trabalho da artista americana Lia Halloran.
“Your body is a space that sees” (foto acima) é uma série de gravuras de cianotipia que busca narrativas e imagens históricas para traçar contribuições das mulheres na astronomia desde a antiguidade.
// QUANDO VOCÊ
#Quandovocê é um movimento de mulheres na luta pela conscientização masculina, contra o abuso, a opressão e a cultura do machismo. VEJA O VÍDEO.
// LIVRO INFANTIL
“Good Night Stories for Rebel Girls” é um livro infantil que reinventa os contos de fada, inspirando garotas com histórias de 100 grandes mulheres de Elizabeth 1ª a Serena Williams.
// MINAS DO REGGAE
Matéria do UOL sobre a festa Feminine Hi-Fi, criada por Daniella Pimenta, Renata Aguiar, Andrea Soriano e a cantora Laylah Arruda. Leia.
// VIOLÊNCIA
Negros escracham manifestação de brancos em apoio a morte de criança. Matéria da Ponte.
“Eles são um esgoto de gente. Não têm menor preocupação com a vida dos policiais”, disse a parapsicóloga Maria Helena Franklin, 63 anos, que, mesmo tendo oito filhos, disse que matar Ítalo foi “mais do que certo”. “A polícia interrompeu a carreira de um bandido. Se fosse num país de primeiro mundo, aquele menino pegava prisão perpétua. Aqui fizeram o mínimo com ele”, afirmou. Metida num casaco de peles, contou que mora no Morumbi há 31 anos e reclamou de sofrer com a violência do crime. “Eu já fui assaltada por criança de oito anos ou menos, magrinho, franzino, com canivete na mão.”
// VOLTOU ATRÁS
A cantora Azealia Banks publicou um textão no Facebook dizendo que nunca mais usará a palavra “faggot” (“veado”, em tradução livre). “Isso não é uma desculpazinha, mas tenho percebido que as palavras ferem. Enquanto eu posso ser imune a cada palavra e ter uma casca mais grossa do que os demais, isso não significa que eu posso sair por aí dando as pessoas ao meu redor o mesmo tratamento que fez da minha casca tão grossa”, escreveu. Se dão uma chance para o Criolo, quando ele muda letra transfóbica, por que não para Azealia?
// REINO UNIDO
Um hospital de Londres abriu a primeira maternidade do Reino Unido voltada especialmente a vítimas de estupro que optaram por ter seus bebês.
A criação da maternidade é fruto de uma iniciativa conjunta do NHS (National Health Service), o SUS britânico, e do projeto My Body Back (Meu Corpo de Volta, em tradução livre). A ONG foi fundada no ano passado pela britânica Pavan Amara, de 28 anos, que foi estuprada ainda adolescente. Matéria da BBC.
A música “Morte e Vida Uterina”, de autoria de Paula Cavalciuk, ganhou um vídeo feito com a colaboração de 54 mulheres que enviaram suas mensagens de protesto e empoderamento. ASSISTA.
O filme chamará “The Realest Real”, será estrelado por Natasha Lyonne, Mahershala Ali, Laura Harrier, Rowan Blanchard e Kim Gordon, e estreia em setembro.
// JO COX
A deputada britânica Jo Cox, de 41 anos, mãe de dois filhos, foi atacada a tiros em Birstall, no norte da Inglaterra, e morreu em decorrência dos ferimentos pouco depois, em um hospital de Leeds.
Cox era partidária da permanência do Reino Unido na União Europeia. Segundo vários meios de comunicação, seu agressor gritou “Reino Unido primeiro!”, um lema da ultradireita britânica.
Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.
Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.
Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projetofoi interrompidono ano passado por causa deproblemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue”(veja o trailer acima).
O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelamumafrancahonestidade, abertura emocionale inteligênciaferoz”, diz a crítica do “New York Times”.
O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.
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Janis Joplin (1943-1970), uma das maiores cantoras de rock/blues/soul do século 20, nunca ganhou um filme de ficção sobre sua vida.
Ícone da contracultura, movimento que teve seu auge na década de 1960, Joplin deixou como marca a sua voz em quatro álbuns solo – “Big Brother and the Holding Company” (1967), “Cheap Thrills” (1968), “I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!” (1969) e o póstumo “Pearl” (1971) -, mas seu vício em drogas a levou a uma overdose de heroína aos 27 anos.
Nomes como Amy Adams, Zooey Deschanel, Renée Zellweger, Lili Taylor e Pink já foram cotados para interpretar a cantora no cinema, mas o projetofoi interrompidono ano passado por causa deproblemas legais. NO ENTANTO, um documentário sobre Joplin estreia semana que vem no Reino Unido. O filme se chama “Little Girl Blue”(veja o trailer acima).
O trailer mostra um trecho de uma carta de Joplin lida por Chan Marshall, aka Cat Power. Pelo jeito, o tom do filme será esse de poesia misturada com “demônios” pessoais dela. “[As cartas] revelamumafrancahonestidade, abertura emocionale inteligênciaferoz”, diz a crítica do “New York Times”.
O documentário, dirigido por Amy Berg, também usa material de arquivo e entrevistas com amigos e conhecidos para fazer um retrato pessoal de Joplin. Mas não foi assim fácil. Segundo o site da revista “Another”, a diretora levou anos para conseguir finalizar o filme e contou eventualmente com a ajuda do gestor de patrimônio da cantora para conseguir gravações raras.