The Fits é girl power no último

O trailer de “The Fits”, da diretora Anna Rose Holmer, foi divulgado e estamos

IN LOVE <3 <3

O filme conta a história de Toni, interpretada pela atriz estreante Royalty Hightower, uma garota de 11 anos que treina boxe em um centro comunitário em Cincinnati, nos Estados Unidos.

Porém, ela fica fascinada pelo grupo de dança que frequenta o mesmo local. Toni entra para o grupo e, assim, as dançarinas começam a ter desmaios e tremedeiras incontroláveis.

A história se desenvolve em cima do mistério dessa histeria em massa e, principalmente, nos conflitos que Toni enfrenta dentro de sua cabeça, entre ser quem ela é ou de se encaixar no grupo das meninas. Até aí tudo bem, é só mais um filme sobre adolescentes, certo?

Não. Um ponto muito importante para ressaltar é que todas as personagens são negras, adolescentes e de baixa renda. Algo incomum de se ver no cinema.

THEFITS STILL 02

E não acaba por aí. “The Fits” não é só girl power na frente das câmeras, mas também nos bastidores. Mulheres diretoras, produtoras e autoras construíram essa maravilha.

Somando a esse time poderoso, o elenco também conta com atores novatos, sendo a maioria integrantes do grupo de dança Q-Kidz, que estrelam no filme como membros do Lionesses.

Assista ao trailer:

“The Fits” estreia em junho deste ano nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão no Brasil.

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Jogue: Child of Light

Criança, aconchegue-se na cama e deixe-me lhe contar uma história, de Lemúria, um reino há muito perdido, e de uma menina nascida para a glória.

Com esse ar de “Era uma vez…” começa Child of Light, o RPG com clima de conto de fadas. O jogo aparenta ser infantil e bobinho, mas vai muito além do que costumamos encontrar nesse tipo de narrativa, ela é profunda e emocionante. É a jornada da transformação da infância para a vida adulta.
 


 
A história gira em torno de Aurora, uma criança que cresceu super protegida pelo pai dentro de um castelo na Áustria e que agora tem que enfrentar o mundo, cheio obstáculos e aprender sobre todas essas coisas novas. Ela é uma princesa que desperta em Lemúria, um mundo desconhecido mergulhado na escuridão e lá precisa enfrentar desafios e batalhas para salvar seu pai e os cidadãos desse e do seu reino.

Aurora é uma menina meiga, cercada por seus cabelos ruivos, vestindo uma coroa maior que ela e apunhada de uma espada desproporcional a seu tamanho. A personagem sempre é subestimada pelo caminho. Tanto que quando ela desafia um ogro, que protege uma ponte, ele a resume em “uma coisinha insignificante de cabelo âmbar”.

Enquanto ela vai crescendo no jogo percebemos as mudanças, ela se torna uma jovem guerreira, uma valquíria. E é muito fácil se identificar, principalmente porque ela retrata bem as dificuldades de ser uma mulher em formação. Você é desafiada, precisa se impor, precisa superar obstáculos e o que há de ruim, precisa provar que é capaz, tudo isso enquanto as pessoas falam que você não presta pra nada e nunca vai alcançar seus objetivos. E de tão forte e inspiradora, Aurora não só conquistou as mulheres, mas muitos meninos curtiram lutar LIKE A GIRL. É só ver a reação dos gameplays por aí.

 

 
Durante a jornada, quando vamos conhecendo novos personagens que juntam-se a nós, também percebemos a mensagem passada sobre importância da amizade, do companheirismo e de como eles nos fazem crescer como pessoas, a amadurecer. Além de tornar o time mais forte e vencer as batalhas com mais facilidade, é claro.
 

Jogo em verso

Child of Light é um poema jogável. Essa é a melhor descrição para a experiência. O jogo é dividido em capítulos e centrado no desenvolvimento da história, ela é o que realmente importa. Toda a escrita é feita em forma de rima. É uma balada épica baseada no The Rime of the Ancient Mariner (O Conto do Velho Marinheiro), do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É como ler um livro infantil com uma personagem extremamente forte e facilmente representativa. É o processo de formação da menina.
 


 
O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft, mesmo fabricante de Assassin’s Creed, e traz de volta o estilo dos RPGs antigos como as batalhas em turnos e grupos de personagens. O design é simples, todo em 2D, mas com um gráfico de ficar babando. Todo o jogo, desde o cenário, personagens ou o cabelo de Aurora, tem um estilo aquarelado inspirado em ilustrações do século XVIII. É como uma pintura animada e nos dá a impressão de estar em um sonho debaixo d’água. Um conto de fadas moderno.

E como o jogo não poderia deixar nenhuma detalhe escapar, a trilha sonora é algo que acrescenta muito à experiência. Composta pela cantora canadense Coeur de Pirate, a trilha dá uma incrível sensação de intimidade e nostalgia durante a exploração e ao mesmo tempo dá energia nos momentos das lutas, onde a música passa de uma simples melodia no piano para uma orquestra completa.
 

Spin off


 
Em comemoração ao primeiro aniversário do jogo, a Ubisoft disponibilizou gratuitamente um e-book com uma nova história do reino de Lemúria. Mas dessa vez se passa alguns anos depois da jornada de Child of Light e o protagonista é Reginald, filho aventureiro de Robert e Margaret, amigos que Aurora fez pelo caminho.

A história é tão fofa quanto o jogo e dá aquele gostinho de quero mais. Ah, e pode comemorar, porque a Ubisoft confirmou estar trabalhando em outros projetos da série.

Para quem se interessou, o e-book pode ser baixado aqui (em inglês).

Child of Light é de 2014 e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation Vita, PlayStation 3, PlayStation 4 e Wii U.

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O filme conta a história de Toni, interpretada pela atriz estreante Royalty Hightower, uma garota de 11 anos que treina boxe em um centro comunitário em Cincinnati, nos Estados Unidos.

Porém, ela fica fascinada pelo grupo de dança que frequenta o mesmo local. Toni entra para o grupo e, assim, as dançarinas começam a ter desmaios e tremedeiras incontroláveis.

A história se desenvolve em cima do mistério dessa histeria em massa e, principalmente, nos conflitos que Toni enfrenta dentro de sua cabeça, entre ser quem ela é ou de se encaixar no grupo das meninas. Até aí tudo bem, é só mais um filme sobre adolescentes, certo?

Não. Um ponto muito importante para ressaltar é que todas as personagens são negras, adolescentes e de baixa renda. Algo incomum de se ver no cinema.

THEFITS STILL 02

E não acaba por aí. “The Fits” não é só girl power na frente das câmeras, mas também nos bastidores. Mulheres diretoras, produtoras e autoras construíram essa maravilha.

Somando a esse time poderoso, o elenco também conta com atores novatos, sendo a maioria integrantes do grupo de dança Q-Kidz, que estrelam no filme como membros do Lionesses.

Assista ao trailer:

“The Fits” estreia em junho deste ano nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão no Brasil.

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